Número de Algarvios sem Médico de Família aumentou 29%

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Os candidatos do PSD às próximas eleições legislativas, Rui Cristina e Ofélia Ramos, estiveram no passado dia 14 de janeiro nos Centros de Saúde de Faro e Loulé, a falar com alguns utentes daqueles serviços, com o propósito de auscultar as suas principais preocupações.

Segundo aqueles parlamentares “o SNS no Algarve não consegue dar resposta aos cidadãos e aos profissionais de saúde, impondo-se uma restruturação do seu modo de funcionamento. E perante a degradação do SNS na região, é incompreensível a falta de investimento público na saúde, como é também incompreensível o reiterado incumprimento das promessas que são feitas aos algarvios”.

De acordo com os Deputados “em Setembro de 2016, António Costa prometeu, na Assembleia da República, que 2017 é, de uma vez por todas, o ano em que todos os portugueses terão médico de família (MF) atribuído. Sucede que, atualmente, segundo os últimos dados disponíveis no Portal do SNS (Dezembro de 2021), o número de utentes do SNS sem Médico de Família atribuído ultrapassa o milhão e cem mil (1.139.340), um número muito superior ao milhão e 44 mil existente no final de 2015, quando o PS chegou ao poder. No que especificamente concerne ao Algarve, os dados oficiais revelam que, em dezembro de 2021, havia 84.107 residentes no Algarve sem Médico de Família atribuído, número que, no final de 2020, era de 65.252, o que significa que, só no último ano, há mais 18.885 algarvios sem Médico de Família atribuído, um aumento de 29%”.

Perante estes dados, afirmam os candidatos do PSD que, “a prosseguir a atual política do Partido Socialista, esta situação tende a agravar-se, devido à incapacidade de aliciar mais médicos para a carreira de Medicina Geral e Familiar (só no último concurso, um terço das vagas ficaram por preencher), aliada ao crescente número de aposentações de médicos da referida carreira e, bem assim, à saída de muitos desses profissionais do SNS.”

Encerram os candidatos do PSD que, “com o PSD no Governo, todos os portugueses sem médico de família deverão ter a curto prazo acesso a um médico assistente, uma situação transitória, enquanto não houver médicos de família em número suficiente, mas que visa possibilitar e melhorar o acesso aos cuidados de saúde primários por parte do mais de milhão de portugueses que, ao fim de 6 anos de governo do Partido Socialista, ainda não têm Médico de Família.

WLP

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