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Facebook

Textos de todas as cores
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com o apoio de Andrew McCollum e Eduardo Saverin. Até o final do mês, mais da metade dos estudantes não-graduados em Harvard foi registrada no serviço.

Naquela época, Zuckerberg se juntou a Dustin Moskovitz e Chris Hughes para a promoção do site e o Facebook foi expandido à Universidade de Stanford, à Universidade Columbia e à Universidade Yale. Esta expansão continuou em abril de 2004 com o restante das Ivy League, entre outras escolas. No final do ano letivo, Mark e Dustin se mudaram para Palo Alto, Califórnia, com Andrew que havia conseguido um estágio de verão na Electronic Arts. Eles alugaram uma casa perto da Universidade de Stanford etc.etc……etc………...

Mark_Zuckerberg_fundador_e_CEO_do_FacebookAcedi à Wikipédia para obter a informação acima.

Até aqui, tudo muito bem. Um menino de Harvard, certamente muito pobrezinho, criou esta rede social a que estive ligada durante algum tempo.

De facto, é uma rede global onde até se pode descobrir onde pára o diabo e mais os seus parentes todos. Mas, há sempre um mas e sobre estes «mas» muito circula já na internet. Notei durante o tempo em que acedia à coisa, quase diariamente, que a maior parte dos textos ali publicados (no caso de serem mesmo publicados pelos autores ali expressos) eram inúteis,  exageradamente comentados pelos acólitos dos «face-bookers» mais proeminentes, muito erro ortográfico, muita conversa parva, sem  mencionar os tais perigos que todos os desabafos mal pensados quase sempre atraem sobre os incautos.

E depois há as/os show-offers, os fala-barato, os fala-caro que dizem «fêsta e pê e urelha e Sê Catedral e chamam sêtimo dia ao Domingo».

Por mim, não vale a pena andar por ali, começou a irritar-me tanta asneira, tanta conversa fiada, tanto auto-elogio, portanto, saquei de lá o nome, «desarrisquei-me», mas aquilo é como a sarna, cola-se à pessoa e mal a gente googla: «facebook», logo nos aparece a coisa a pedir o password e se o metermos, caímos de novo na rede de onde, afinal, não conseguimos sair.

Às vezes, antes de dormir, começo a pensar para onde vamos sem pernas nem asas? Para onde vamos sem querer? Para onde nos levam? Até quando?


Jl
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