EN 125 – Experiências turísticas únicas sem SCUT

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Num país em crise e com forte dependência do setor turístico, na região mais visitada, mais cobiçada, mais ensolarada, temos como postal de boas vindas a maravilhosa, linda EN125. Quem cá vive, adora. Quem nos visita, também.

Para quê a livre circulação automóvel, propiciando uma experiência de mobilidade normal, em condições dignas de um país europeu, que podem servir como atrativo, em vez de inibidor, se podemos oferecer a quem nos visita, quilómetros de filas para portagens em ex.- SCUT, dúvidas, espanto e o fresco do ar condicionado dos CTT?

Li por aí que a Europa não quer que se pague nas antigas SCUT – (Sem Custos para os Utilizadores). Acho bem. Li por aí também que é excelente fonte de receita. Pergunto-me a que custo e que receitas e empresas se perdem.

Há opção, claro. Turismo de aventura, na qual a comunidade residente também participa: conduzir pela EN125, onde pelo meio dos buracos, (mais que dezoito!) se encontra uma estrada digna de cinema, muito frequentada, com horas de ponta de autêntico convívio automobilista, que passa por dentro de cidades, com rotundas, passadeiras e todos esses encantos.

Uma EN enfeitada nas suas bermas por armazéns abandonados, lixeiras a céu aberto e ervas daninhas?

Uma experiência única, com certeza, a de entrar na capital algarvia e encontrar uma afetação de faixas fantástica, em obras, com horas e horas de espera. Se há fila para entrar, o que está lá dentro tem de ser digno de nota, não? A paisagem é deslumbrante e o convívio é enriquecedor.

Irrepetível. Nenhum dos nossos concorrentes consegue fazer igual, como nós fazemos. Único, como a moeda.

Selma Nunes

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