A minha chaminé e outras coisas

Tempo de Crónicas
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Essa casa pintada por mim outra vez. Agarrei-me a rolo e pincéis, pondo-a assim aos poucos como nova. A Cidália, uma amiga desde a infância, e do sítio da Falfosa, mostrava-se de bem com a minha tarefa, e quanto mais ela tão afeicoada ao arrumo de coisas, e grande admiradora das artes.

Disso de artes, a galeria e velha adega da vila de Lagoa, com prova de vinhos, proporcionou-me momentos admiráveis a olhar esculturas, e magníficas pinturas em vários tamanhos, e as fotografias, levando-nos para mundo do imaginário humano. Assim como admirar os azulejos no interior da igreja de São Lourenço em Almancil. Consta que habitantes daí, na abertura dum poço em 1722, imploravam ao santo para que jorra-se àgua o que veio a acontecer, e a promessa da construção de um novo templo concretizou-se, o que hoje rende com tantas visitas. A propósito, deixem-me dizer que reportagens na televisão, fazem muita gente ir a muitos lugares.

Estar no Algarve, deu para praticar Zumba, era mais com a Maria. Eu limitava-me a ver os movimentos, a destreza, sob orientação da simpática instrutora Vera, enquanto o Ruben, clicáva na fotográfica para obter as suas fotos.

Visitar a grande feira de Faro, muito concorrida noutros tempos calhou na segunda feira à noite . Do visto, outras coisas e que têm a ver com a cultura, foi andar no lado das representações onde estava da minha terra natal, presença do Rancho Folclórico da Associação Nexense, destacando-se imagens passadas em dois ecrãs, de atuacões do grupo.

Com visita ao Museu Regional do Algarve, senti-me ainda mais agarrado à minha região do Sul de Portugal, outrora grande produtora de frutos secos. Uma terra que além do mar e das praias, tem belas paisagens de campo, e das serras, são valores de ir sabendo sempre apreciar.

Ireneu Vidal da Fonseca 
Massachusetts
U.S.A.

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