Desta ida ao Algarve e muito mais...

Tempo de Crónicas
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Regressados do Algarve de Portugal, é tempo de escrever um pouco acerca desta ida, da estadia que durou semanas de quase mês e meio na região algarvia, em que não faltou blue-sky mas também alguma chuva que deveria ter sido muito mais para que haja abundância de água.

O frio algarvio aguentou-se bem, dizia-se, vamos lá ver o que este inverno nos reserva em termos de pluviosidade, para que não falte o precioso líquido.

Foi extraordinária esta ida ao Algarve, já que haviam quatro décadas que não estavamos na época do Natal e passagem de ano nesse lugar tão cosmopolita do mundo, direi com seu rubro escuro dourado e com as alegrias da estiagem do clima mediterrânico muito apetecido para fins de semana e muito mais para férias, e que vai sendo notícia como lugar priviligiado para viver, e admirar mundos. Nunca esteve assim.

Prosseguindo a crónica, falo-vos acerca de coisas do Natal. A inesquecível atuação do Coral Infantil com centenas de crianças, uma obra inigualável, ficou-nos na memória. Dos presépios, o de Castro Marim cheio de brancura, o magnífico de Vila Real de Santo António, no Centro Cultural António Aleixo. Do muito mais, das iluminacões destaco a do Mercado Municipal de Faro, e a da Bola Natalícia em frente ao Jardim Manuel Bivar, que até deu para compor reportagem - coisas que nos fazem bem ao corpo e à alma como o Concerto de Natal na Sé. Acrescento que os coros são do muito belo que todos os anos dignificam a celebração da quadra natalícia.

Passar para o 2018, no Algarve, teve impacto no meu ser na mente, como que na procura de mais para melhor nem que seja do mesmo renovado a parecer melhor, quem sabe tentando ver o que nunca vimos pessoalmente, caminhar para realizações. O ser humano é assim, com esperanças do dia a dia, vive, e no entanto não esquecendo que se junta a paz de espírito.

A passagem de ano calhou-nos na piscatória Quarteira. Barulhentos eram os sons musicais na Praça do Mar. Da varanda de familiar viu-se a arte pirotécnica que ía para o ar. O fogo de artifício espalhava luminosidade, enquanto que nos invadia a ideia de Novo Ano, Vida Nova.

Celebrar os Reis Magos, deu para saborear bolo rei com mais de cem metros de comprimento na aprazível Praça de Loulé. E no Faro do Coração perto da rotunda motard apreciamos imenso nessa espaçosa Sala de Espetáculos das Figuras o festival das Charolas. Além dos outros grupos, Santa Bárbara de Nexe teve dois grupos notáveis, a Flor de Lis, e a Flor Oriental.

Para mim sempre o mesmo, foi um prazer enorme estar no Algarve. Do muito mais, uma maravilha ver famosos telhados - as nossas janelas - então e os animais domésticos sobretudo os cãozinhos nalguns lugares, aqui ali a cruzarem-se connosco na rua a darem-se de caras pouco estranhando o bulício dos humanos.

A finalizar uma saudante nota. O nosso Algarve tem preciosa ajuda do seu clima muito propício para sentirmos contentamento comtemplando vistas, seres, e paisagens.

Ireneu Vidal da Fonseca, Massachusetts E.U.A.

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