FFMS - "O país que se segue" esta semana

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CONVERSAS DIGITAIS SOBRE 'O PAÍS QUE SE SEGUE'

  • PORQUE O DEBATE NÃO MORRE EM TEMPOS DE QUARENTENA, DE SEGUNDA À SEXTA, ÀS 19H00, ENCONTRO MARCADO NO SITE DA FFMS PARA O PROGRAMA "O PAÍS QUE SE SEGUE"
  • EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E SAÚDE EM TEMPOS DE PANDEMIA SÃO ALGUNS DOS TEMAS EM DEBATE ESTA SEMANA  

Para continuar a acompanhar os Portugueses durante o difícil período que enfrentamos, a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) lançou "O País que se Segue", um programa de conversas digitais que pretende pensar, em conjunto, o futuro de Portugal e dos Portugueses. Durante o mês de Abril, de segunda à sexta-feira, das 19h00 às 19h30, o site da Fundação ganha uma nova vida, com a emissão de conversas e debates onde especialistas de diversas áreas refletem sobre o nosso futuro, com a moderação do jornalista Pedro Santos Guerreiro.

Programação relativa à semana de 6 a 10 de Abril:

Com as escolas fechadas, milhares de alunos enfrentam agora o desafio de aprender a distância, apoiados pelos pais. Terão as escolas públicas condições técnicas e pedagógicas para continuar a apoiar todos? No caso dos estudantes mais carenciados como se podem reduzir essas desigualdades? E de que modo será feita a avaliação nos próximos tempos? 

Os serviços de saúde estão a ter capacidade para enfrentar o coronavírus? Como podemos a médio prazo melhorar a resposta e os cuidados aos doentes da Covid-19? Esta pandemia vai permitir criar estratégias para responder a novos surtos? 

Que impactos poderá ter esta pandemia nas democracias? Por um lado, tem gerado uma solidariedade e cooperação globais sem precedentes. Por outro, estão a surgir respostas nacionalistas, desde a corrida a ventiladores às soluções económicas. Que novos cenários podem surgir após o surto: maior cooperação internacional ou uma oportunidade para partidos nacionalistas e populistas? 

Com os países já em recessão, serão fundamentais medidas fiscais de incentivo à economia, empresas e à manutenção do emprego para reduzir os impactos negativos da crise que se avizinha. Como pode o Estado contrariar estes efeitos, sem se endividar excessivamente? 

Com os portugueses fechados em casa, livros, filmes, concertos ou visitas digitais a museus ganham um novo protagonismo como modo de evasão, mas também de aprendizagem. Este surto pode ser uma oportunidade para saber mais? As sugestões do escritor Pedro Mexia para enfrentar estes tempos de isolamento.

JLM&A

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