Chegou o Mês da Educação e da Ciência da FFMS

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▪ Chegou o Mês da Educação e da Ciência da FFMS, este ano numa edição inédita que aborda de forma integrada a Educação e a Ciência.

▪ As Humanidades e os exames, o papel da Ciência no futuro, os benefícios económicos e não económicos do Ensino Superior, o desenvolvimento do cérebro adolescente, entre outros temas, conferem uma amplitude inédita e surpreendente a "um mês que são dois".

▪ Oradores incluem o filósofo Nuccio Ordine, a neurocientista Sarah-Jayne Blakemore, os cientistas portugueses Maria Manuel Mota e Carlos Fiolhais ou ainda o astrofísico e astrónomo Real Sir Martin Rees.

LISBOA, 18 de Outubro 2017 – A educação e a ciência são alvo de reflexão no ciclo de conferências promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), que começa já amanhã. O Mês da Educação e da Ciência será marcado por um conjunto de iniciativas que pretendem promover uma reflexão alargada e informada sobre dois pilares fundamentais para o desenvolvimento do país.

Porque melhoraram os resultados dos alunos portugueses no teste PISA? Como se compara Portugal com outros países? Vale a pena investir num curso superior? Qual é o estado actual da ciência em Portugal? Quem a faz e em que condições? Quantos são e onde estão os cientistas Portugueses espalhados pelo mundo? Para reflectir sobre estas e outras questões, a Fundação convidou especialistas nacionais e internacionais, que ao longo das próximas semanas, participarão em debates e conferências em Braga, Faro, Lisboa e no Porto.

A primeira iniciativa do Mês da Educação e da Ciência tem lugar já amanhã, pelas 17h30, na Torre do Tombo, em Lisboa. Para que serve estudar latim ou grego? Para que serve ler poesia ou ouvir música? Na Conferência Internacional “A Utilidade dos Saberes Inúteis”, o filósofo italiano Nuccio Ordine vai discutir a importância dos saberes inúteis na formação dos alunos.

No dia 25 de Outubro na Universidade do Algarve Faro, às 14h30, no Grande Auditório, os resultados do estudo sobre a melhoria dos alunos portugueses nos testes PISA do Projeto AQeduto (avaliação, equidade e qualidade em educação) serão discutidos por Ana Sousa Ferreira, Isabel Flores e Manuel Miguéns na conferência “Porque melhoraram os resultados dos alunos portugueses?”.
A agenda deste mês temático conta ainda com o debate “Exames: Como e Para quê?” na Escola Secundária de Camões, onde, no dia 30 de Outubro, representantes de escola estrangeiras e especialistas portugueses vão discutir sistemas de ensino e avaliação.

O mês de Novembro arranca com a Conferência Internacional “O Cérebro Adolescente”, em que, no dia 3, a neurocientista Sarah-Jayne Blakemore e a cientista portuguesa Maria Manuel Mota vão debater o funcionamento do cérebro adolescente no Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa.
No dia 9 de Novembro, o cientista Carlos Fiolhais irá moderar o debate “Ciência em Portugal: um diagnóstico”. No Museu Nacional de História Natural e da Ciência de Lisboa, serão analisados assuntos como o financiamento da ciência em Portugal, a empregabilidade dos cientistas ou os principais obstáculos existentes no sector.

No dia 16 de Novembro, na Universidade do Minho, será apresentado o estudo “Benefícios do Ensino Superior”, na conferência “Ensino Superior: Estudar compensa?”. Será que vale a pena investir num curso superior? Será que a sociedade rentabiliza o investimento que faz na maioria dos licenciados? Estas serão algumas das questões abordadas num debate que tenta compreender os retornos económicos e não económicos do ensino superior.

Por fim, o mês de Novembro contará ainda com a Conferência Internacional “A Ciência no Século XXI, Oportunidades e Ameaças”, no dia 17 de Novembro, na Universidade do Porto, em que o astrofísico e astrónomo Real Sir Martin Rees irá discutir o papel da ciência no futuro e as principais oportunidades e ameaças desta área; e com a Conferência “Ciência Portuguesa pelo Mundo”, no dia 20 de Novembro, no Observatório Astronómico de Lisboa, que será encerrada pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.Educaco CienciaFonte: Fundação FMS

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