Loulé Criativo | A apanha do Medronho na Serra do Caldeirão

Pelo segundo ano consecutivo, o projeto Loulé Criativo associa-se à empresa Medronho J.R. e propõe uma atividade de colheita de medronho, em plena serra algarvia, no dia 17 de novembro, sábado, das 9h00 às 15h00.

Nesta segunda edição, os participantes poderão testemunhar e participar na tradicional apanha do medronho numa zona conhecida pela abundância e qualidade deste fruto, em plena serra do interior do Concelho de Loulé.

O programa começa com um agradável passeio no campo, seguido de uma atividade de apanha do medronho, assim como de uma visita à destilaria tradicional da empresa Medronho J.R., passando pela zona de armazenamento e fermentação dos frutos, pela caldeira em cobre aquecida a lenha culminando na degustação das aguardentes produzidas no local. Por fim, os participantes poderão desfrutar de um almoço preparado no Grupo Desportivo Serrano, no Monte Ruivo.

O Workshop, ministrado em Inglês e Português, tem um custo de 25 euros por pessoa (almoço incluído). As inscrições podem ser feitas em http://loulecriativo.pt/pt/turismocriativo/experiencias/84-a-apanha-do-medronho

Refira-se que o Município de Loulé, através da iniciativa Loulé Criativo, convida ainda todos os locais e visitantes a tirar partido do outono ao participar em atividades repletas de tradição e saberes milenares. A programação é variada e conta com workshops de bombons com sabores do Algarve, de figos com amêndoa, de olaria e muitas mais atividades que, certamente, irão agradar a miúdos e graúdos.

Mais informações em Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou 289 400 894.

Fonte: GAP da CM Loulé

Loulé | Debate sobre "Programação nas Periferias"

“Programar nas periferias: o quê? Para quem? Com quem?” são os temas do debate promovido pela associação Acesso Cultura, que terá lugar no próximo dia 20 de novembro, terça-feira, pelas 18h30, no Cine-Teatro Louletano.

Pretende-se refletir sobre as periferias. O que são as “periferias”? Haverá outras, para além das geográficas? Existirão também no centro das nossas cidades? E uma periferia poderá também ser um centro? O que se programa nessas periferias? Quem programa e para quem? São estas algumas das questões sobre as quais se discutirá.

Com moderação de Paulo Pires, programador cultural na Câmara Municipal de Loulé, debaterão o tema os seguintes convidados: Carolina Santos (atriz), Associação Mákina de Cena, João de Mello Alvim (diretor de teatro), Folha de Medronho - Associação de Artes Performativas, de Loulé, Jorge Pereira (artista plástico) e LAC - Laboratório de Artes Criativas, de Lagos.

O debate “Programar nas periferias: o quê? para quem? com quem?” ocorrerá em simultâneo nas cidades de Évora, Funchal, Lisboa, Loulé, Porto e Vila Nova de Famalicão. De realçar que, no âmbito das iniciativas promovidas pela associação Acesso Cultura, já tiveram lugar no Algarve, em 2018, os seguintes debates: “Acessibilidade: o que impede as boas práticas?”, “Podem as organizações culturais fazer política. Devem?” e “Design de comunicação. Elitista?”.

A entrada é livre e sujeita à lotação das salas.

Fonte: GAP da CM Loulé

 

35 por cento dos fumadores tentam deixar de fumar

Artigo de opinião do Dr. Rui Alves, médico de Medicina Geral e Familiar do Centro de Saúde de Sete Rios. O consumo de tabaco é a principal causa evitável de cancro, doença respiratória crónica e doenças cardiovasculares.

O tabagismo continua a ser um dos principais causadores de perda de qualidade de vida e mortalidade prematura. A promoção da cessação tabágica é a melhor forma para reduzir o número de mortes por doenças associadas ao tabaco nos próximos vinte a trinta anos.

Estudos indicam que cerca de 80 por cento dos fumadores expressam vontade de deixar de fumar, no entanto, apenas 5 por cento consegue deixar com êxito e sem ajuda médica. Todos os anos, 35 por cento dos fumadores tentam deixar de fumar, contudo a taxa de sucesso é reduzida.

Deixar de fumar é difícil. Tratando-se de um hábito com dependência física e psíquica, os sintomas de privação do tabaco nem sempre se conseguem ultrapassar sem ajuda. No entanto, sabemos que é quatro vezes mais fácil deixar de fumar com ajuda médica, pois permite controlar e diminuir os níveis de ansiedade durante o processo.

Planear a decisão calmamente e recorrer a ajuda junto do médico de família é essencial, assim como envolver família, amigos e colegas de trabalho em todo o processo. Anunciar a decisão de deixar de fumar vai reforçar e tornar mais simples de cumprir o compromisso que estabeleceu.

Atualmente existem consultas de cessação tabágica nos centros de saúde e hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Recomenda-se assim, que o processo de fumar seja apoiado por uma equipa multidisciplinar, de forma a que seja feito um maior controlo e preparação de todas as situações novas que a pessoa terá de experienciar. É também aconselhado que durante os primeiros 3 meses de cessação, o fumador se concentre apenas na cessação tabágica e melhore ou modifique os seus hábitos de vida, alimentação e higiene do sono, promovendo ainda o exercício físico.

As pessoas que deixam de fumar vivem em média mais 10 anos, reduzem para metade o risco de sofrer de doença cardiovascular, assim como o risco de sofrer de cancro e de doenças respiratórias. Quanto mais cedo for tomada a decisão, maiores serão os benefícios em termos de saúde.

Fonte: Miligrama

Lagos | "Urban Art Experience"

Realiza-se na antiga Cadeia de Lagos a "Urban Art Experience" Momentos Fantásticos com Património, dia 24 de novembro, ás 10h00 | 12h00 - 15h00 | 17h00.
 

A partir de um emblemático edifício histórico, outrora espaço de inibição de liberdade (cadeia), hoje espaço cultural e de experimentação artística, é iniciada uma viagem de descoberta do que se faz ao nível da arte urbana na cidade de Lagos. Através de uma visita guiada a obras de alguns dos artistas mais representativos do panorama contemporâneo da arte urbana o participante é convidado a desvendar possíveis mensagens implícitas nos murais desta cidade tela, ao mesmo tempo que procura outras particularidades reveladoras da sua importância cultural, histórica e artística.

O programa  integra a atividade “Stencil Experience - Aprender Fazendo” orientada por um artista convidado. Inclui materiais: disponibilização de stencil, tintas -spray, papel entre outros. No final o participante fica com o resultado do seu trabalho criativo.

Duração: 4 horas

Classificação etária: s/ classificação

Fonte: 365 Algarve

Abertas candidaturas para participação na "Feira de Verão de Quarteira"

Decorre até ao dia 15 de dezembro o período de receção das candidaturas para expositores e vendedores ambulantes na Feira de Verão de Quarteira 2019.

Depois de uma primeira edição promissora, a Feira de Verão de Quarteira regressa em 2019 para voltar a animar a cidade no novo polo de centralidade urbana. O Jardim Joaquim Filipe Jonas e áreas adjacentes, junto à Avenida Francisco Sá Carneiro, recebe entre 14 de junho e 15 de setembro de 2019 um certame que pretende atrair mais turistas a esta cidade, criando aqui um espaço de dinamização de iniciativas recreativas, bem como uma zona de carácter comercial, com dezenas de expositores nas áreas do artesanato ou produtos agroalimentares.

A Feira volta a integrar três áreas distintas: espaços de venda, espaço de divertimentos infantis e espaço com palco para atuações. A organização irá promover durante estes três meses um vasto e diversificado programa de animação, com espetáculos de música, teatro, dança ou exposições. Entre 2 e 28 de agosto, o certame será reforçado com o espaço temporário que aliará expositores em representação das mais importantes editoras e livreiros com o que de melhor há para oferecer em termos de artesanato nacional.

A Feira de Verão de Quarteira tem entrada livre e decorrerá no seguinte horário: das 19h30 às 00h00, durante o período de 14 de junho a 11 de julho e de 1 a 15 de setembro, e das 19h30 às 01h00, durante o período de 12 de julho a 31 de agosto.

Os interessados poderão consultar as regras de funcionamento da Feira e processo de candidatura em www.cm-loule.pt

Recorde-se que, logo no ano inaugural, a organização fez um balanço bastante positivo do evento dada não só a numerosa afluência de visitantes à Feira de Verão de Quarteira mas também ao facto da generalidade dos expositores terem manifestado interesse em voltar a participar na próxima edição.

Para os responsáveis municipais, “este ano foram lançadas as bases para este evento mas acreditamos que, já em 2019, o evento se consolide e se torne, cada vez mais, uma referência para os milhares de turistas nacionais e estrangeiros que nesta altura do ano nos visitam. Para além disso, a nossa aposta é aliviar a carga urbanística no espaço do ‘Calçadão’, criando uma nova centralidade num espaço com melhores condições não só para o público mas também para os expositores e vendedores ambulantes e esse objetivo foi já alcançado nesta primeira edição”.

Fonte: GAP da CM Loulé