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Com a Covid-19 a deixar lastro na sociedade e na economia, o idealista realizou um estudo, onde analisou os municípios mais caros e procurados para comprar e arrendar casa em Portugal, na reta final de 2020.

Avançamos os pontos mais interessantes:

  • A liderar a lista dos preços mais altos surgem Lisboa e Cascais (Grande Lisboa)
  • É nos concelhos de Cascais e Loulé (Algarve) onde os imóveis para venda e arrendamento são mais caros
  • Algarve ocupa a 6ª, 7ª, 8ª, 9ª posições do ranking dos munícipios mais caros
  • Os municípios que recebem mais contactos: Loures (zona norte da Grande Lisboa) no mercado de venda de casas e Moita (margem sul do Tejo) no mercado de arrendamento
  • Os municípios de Lisboa e do Porto não se encontram no ranking dos mais pesquisados 

Tabelas com os rankings:

Mercado residencialCasasIdealista1CasasIdealista2E onde há maior procura de casas? 

CasasIdealista3CasasIdealista4

Estudo completo:

https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2021/01/27/46064-os-municipios-mais-caros-e-procurados-para-comprar-e-arrendar-casa-em-portugal

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Para quem já não dispensa a prática de exercício físico ou para os que estão motivados a começar, o MAR Shopping Algarve reforçou os “Healthy Days” em formato digital. Todas as terças e quintas-feiras, às 18h00, é possível acompanhar online, nas redes sociais, os treinos de fitness mais completos para manter o corpo saudável e a mente sã.

“Pilates”, “Tabata”, “ABS”, “Arms” e “treino localizado” são algumas das modalidades disponibilizadas duas vezes por semana, na página de Facebook e no IGTV do MAR Shopping Algarve. As personal trainers Rita Amaro e Graça Gomes lideram os treinos, que pretendem oferecer uma alternativa a todos aqueles que querem continuar a treinar e a praticar exercício físico em casa.

Os “Healthy Days” online do MAR Shopping Algarve adaptam-se a todos os gostos e níveis de exercício, mantendo a saúde física e mental como prioridades importantes na vida quotidiana. Convidando todos a participar numa rotina saudável, os “Healthy Days” online estão previstos, pelo menos, até meados de fevereiro.

Próximas sessões:

28/01 (quinta-feira): Arms (Rita Amaro)

02/02 (terça-feira): Tabata (Graça Gomes)

04/02 (quinta-feira): ABS (Rita Amaro)

09/02 (terça-feira): Localizada (Graça Gomes)

11/02 (quinta-feira): Tabata (Rita Amaro)

PureExercicioOnline2ExercicioOnline3ExercicioOnline1

Até ao dia 31 de março, estão abertas as candidaturas para o apoio ao movimento associativo cultural e recreativo da Câmara Municipal de Loulé, para o ano de 2021.

Podem beneficiar deste apoio todas as associações e outras instituições legalmente constituídas, sem fins lucrativos, sedeadas no concelho de Loulé e que nele desenvolvam atividades de natureza e interesse público com intervenção nas áreas cultural e recreativa.

O estatuto de utilidade pública, o historial associativo e cultural, o desenvolvimento de atividade regular, a valorização do património cultural do concelho, a realização de iniciativas com vista a inclusão ou o contributo para a formação e integração de novos públicos são alguns dos critérios na atribuição destes apoios financeiros.

Os candidatos deverão apresentar as suas propostas através do envio do formulário de candidatura, devidamente preenchido, e respetivos documentos anexos, à Câmara Municipal de Loulé, via e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Para a solicitação de documentação e mais informações, os interessados poderão contactar a Divisão de Cultura, Museu e Património pelo telefone 289 400885/914619229 ou pelo email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Com este apoio ao movimento associativo cultural e recreativo, que será posteriormente concretizado através da celebração de contratos-programa, a Câmara Municipal de Loulé tem por objetivo promover o desenvolvimento cultural e aumentar a participação da cidadania no concelho, dotar as associações da capacidade de desenvolvimento do Plano Anual de Atividades no que respeita à criação, produção e divulgação, e, ao mesmo tempo, permitir o acesso aos apoios de forma transparente e rigorosa.

Estes apoios têm sido determinantes para manter uma dinâmica e uma programação cultural de referência no concelho de Loulé e constituem um elemento de grande importância numa altura em que o mundo da cultura está a viver dias muito difíceis.

GAP da CM LouléCineTeatroLoule

O município de Vila Real de Santo António encontra-se a reparar e a requalificar os espelhos de água da Avenida da República, no centro da cidade.

A obra foi dividida em duas fases e prevê a substituição dos sistemas hidráulicos, assim como a reparação dos tanques e revestimentos.

Recorde-se que esta fonte ornamental foi desativada, há alguns anos, devido à existência de deficiências nos tanques, os quais careciam de impermeabilização adequada dada a presença de fissuras, o que implicava a perda e o consumo excessivo de água.

A empreitada deverá estar concluída no início do mês de março de 2021 e representa um investimento total de 36 400 euros, respondendo a uma antiga pretensão da população.

Com esta obra, o município devolve também à cidade um equipamento emblemático, contribuindo, em simultâneo, para a dignificação da frente ribeirinha da cidade.

GC do Mun VRSAEspelhoAguaVRSA1

A Câmara Municipal de Silves, reunida a 11 de janeiro último, deliberou prorrogar o prazo de elaboração do Plano de Pormenor (PP) da Feitoria Fenícia, por mais 365 dias úteis. A prorrogação, que mereceu publicação em Diário da República de 25 de janeiro, tem efeitos a partir de 21 de novembro de 2020.

De referir que a concretização deste plano de pormenor permitirá promover a implementação de um projeto de desenvolvimento turístico - num investimento global de 50 milhões de euros, com a criação de mais de uma centena de postos de trabalho diretos - que integrará um campo de golfe de 18 buracos, uma unidade hoteleira com 700 camas, um espaço relvado para a prática desportiva (apoiado por infraestruturas de apoio a estágios desportivos instalados no próprio hotel e em construções existentes que serão recuperadas e adaptadas ao novo uso), um percurso pedonal ao longo do Rio Arade e um espaço natural para observação de aves e educação ambiental, que integrará um conjunto de tanques que correspondem à “Tapada do Moinho do Valentim” e o próprio Moinho do Valentim que será objeto de intervenção de reabilitação e adaptação a centro de educação ambiental. 

Os interessados poderão acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos no portal do Município de Silves em https://www.cm-silves.pt/pt/menu/1070/plano-de-pormenor-da-feitoria-fenicia-elaboracao.aspx.

GRP do Mun SilvesFeitoriaFenicia

Os vales alimentares foram uma das medidas excecionais e temporárias implementadas pelo Município de Castro Marim, para responder à crise económica e social instalada pela pandemia COVID-19. 

As famílias que se encontrem em situação de fragilidade económica devido aos efeitos da pandemia, devem apresentar a sua candidatura ao Gabinete de Ação Social do Município de Castro Marim. Para isso só têm que preencher um formulário e reunir alguma documentação comprovativa da sua situação económica (disponível em https://cm-castromarim.pt/site/conteudo/acao-social-medidas-extraordinarias), para depois enviar para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Os vales serão atribuídos mensalmente e incluem a aquisição de bens alimentares e outros bens de primeira necessidade, sendo de uso exclusivo em superfícies comerciais do concelho. 

Procurando responder ao mesmo contexto de fragilidade económica, existem outras medidas em vigor, como o apoio ao arrendamento durante os 6 meses (suscetível de renovação) e a extensão dos benefícios do Cartão do Idoso (à exceção da aquisição de medicamentos) à franja populacional mais impactada pela crise económica trazida pela pandemia.   

Cada beneficiário/agregado só poderá usufruir de uma das medidas referenciadas, devendo também preencher uma declaração de honra onde garanta que não beneficia de apoio semelhante e para o mesmo fim. 

GI da CM Castro MarimValesAlimentaresCMarim

No dia 30 de janeiro, às 15h00, decorrerá através da plataforma ZOOM, a sessão de lançamento oficial da coletânea de contos «O Tempo das Palavras com Tempo», uma edição independente, coordenada pela autora algarvia Analita Alves dos Santos, com recurso à ESCRYTOS, da LEYA.

O evento online  contará com a presença de James McSill, um dos consultores literários mais bem-sucedidos e experientes do mundo e também, autor do prefácio.

«O Tempo das Palavras com Tempo» é uma coletânea de vinte contos inéditos escritos por pessoas de várias idades, profissões e portugalidades, com o interesse comum pela magia das palavras. A primeira edição estará disponível em formato ebook  nas principais livrarias online nacionais e na Amazon, a maior livraria do mundo.

A coletânea «O Tempo das Palavras com Tempo» é composta de vinte estórias baseadas em pura ficção ou em acontecimentos reais, «que prometem emocionar, evocar memórias, algumas boas, outras nem por isso, porque assim mesmo é viver: com altos e baixos, em permanente transformação e aprendizagem.». A capa e a paginação é da autoria da designer Isa Silva.

Esta obra pretende acima de tudo, enaltecer a literatura produzida de forma independente em Portugal, que não deve ficar esquecida, mesmo em tempos tão difíceis como estes em que vivemos.

Para aceder ao evento, em direto, via ZOOM, bastará usar este link: https://zoom.us/j/93039423334

No sábado, 13 de fevereiro, também às 15h00, a autora estará novamente em lançamento online, desta vez, na divulgação do seu conto «Por Fim o Amor», que deseja assinalar o dia dos namorados e celebrar o amor nestes tempos em que todos precisamos de palavras de alento, «um conto apaixonante e intenso, repleto de pureza, surpresa, intriga e engano, mas também de esperança, porque ainda podem existir finais felizes». Poderá assistir em direto a este lançamento na página de Facebook da autora em https://www.facebook.com/analitaalvesdossantos/. Este conto também estará disponível em formato ebook  nas principais livrarias online nacionais e na Amazon.

Analita SantosTempoPalavras1

 

 

O Governo decidiu suspender os voos de e para o Brasil, a partir das 00h00 do dia 29 de janeiro, tendo em conta a evolução da situação epidemiológica a nível mundial, o aumento dos casos de infeção por SARS-CoV-2 em Portugal e a deteção de novas estirpes do vírus.

Até ao dia 14 de fevereiro, estão suspensos todos os voos, comerciais ou privados, de todas as companhias aéreas, de e para o Brasil. As regras agora estabelecidas são igualmente aplicáveis aos voos de e para o Reino Unido.

Assim, estão permitidos apenas os voos de natureza humanitária para efeito de repatriamento dos cidadãos nacionais e membros das respetivas famílias, bem como de titulares de autorização de residência em Portugal.

Estes cidadãos têm de apresentar, no momento da partida, um comprovativo de realização de teste molecular por RT-PCR para despiste da infeção por SARS-CoV-2 com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores à hora do embarque, sob pena de lhes ser recusado o embarque e a entrada em território nacional. À chegada a território nacional têm de cumprir, obrigatoriamente, um período de 14 dias de quarentena no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde.

Nestes voos de caráter humanitário podem também embarcar cidadãos nacionais da União Europeia, nacionais de Estados associados ao Espaço Schengen e membros das respetivas famílias, bem como nacionais de países terceiros com residência legal num Estado-Membro da União Europeia, exclusivamente para efeitos de repatriamento.

Estes passageiros têm, também, que apresentar no momento da partida o comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por SARS-CoV-2 com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores à hora do embarque, sob pena de lhes ser recusado o embarque. Ao chegar aos aeroportos nacionais têm ainda, obrigatoriamente, de aguardar pelo voo de ligação aos respetivos países em local próprio no interior do aeroporto.

MAIMinisterioAdminInterna

Solução ganha especial relevância na situação de pandemia, pois possibilita que as empresas obtenham fundos até 1 dia útil, maximizando a liquidez a partir das faturas eletrónicas emitidas aos seus clientes.

A Caixa Geral de Depósitos e a Saphety disponibilizam, desde o início de janeiro, o serviço de Factoring digital, que permite às empresas clientes receber adiantamentos de fundos no prazo máximo de 1 dia útil, a partir das suas faturas eletrónicas. Esta solução vem ajudar na gestão da tesouraria das empresas, possibilitando receber antecipadamente o valor de faturas de forma ágil e através de um processo totalmente digital.

Rui Fontoura, CEO da Saphety, afirma: “Na situação atual de pandemia, em que a tesouraria das empresas está ainda mais pressionada, a solução de Factoring digital da Saphety, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, vem criar novas possibilidades de obtenção de liquidez e agilizar os processos associados, com ganhos de eficiência e produtividade para todos”.

O novo serviço é disponibilizado na plataforma Flexcash, uma solução inovadora de gestão de tesouraria desenvolvida com diferentes modalidades de antecipação/financiamento de faturas, nomeadamente o Confirming digital – lançado há aproximadamente dois anos - e o Factoring digital – que desde o início de janeiro vem reforçar a oferta para fornecedores. 

A disponibilização da funcionalidade de Factoring digital na plataforma Flexcash vem agora apoiar as empresas em aspetos fundamentais na gestão da relação com os seus clientes: a cobrança de faturas e o equilíbrio da gestão de tesouraria.

A sinergia entre a Faturação Eletrónica e Factoring Digital representa para as empresas fornecedoras a capacidade de melhor gestão de tesouraria e acesso a maior liquidez. Destacam-se como vantagens principais neste ecossistema inovador: a automatização de todo o processo, desde a emissão até ao recebimento, a eliminação da carga administrativa inerente ao processo de cobrança de faturas, o aumento do poder negocial junto dos clientes e racionalização da gestão de tesouraria e, por fim, a redução de prejuízos com incobráveis.

O serviço Flexcash, fruto da parceria entre a Caixa Geral de Depósitos e a Saphety, proporciona um modelo competitivo e atrativo para empresas fornecedoras, através do qual podem usufruir das modalidades de factoring nacional, com recurso, com ou sem adiantamento de fundos, num ecossistema totalmente digital e inovador.

DCM da CGD  CGDFlexcash

A Guarda Nacional Republicana (GNR) empenhou, desde 2007 até 2020, mais de 800 militares em diversas operações combinadas da Agência Europeia de Fronteira e Guarda Costeira (FRONTEX), que visaram prevenir, detetar e reprimir casos de imigração ilegal, tráfico de seres humanos e outros crimes fronteiriços, contribuindo, fundamentalmente, para a salvaguarda de vidas humanas. 

Só no ano de 2020, provenientes de diversas valências policiais, foram destacados 114 militares da Guarda por toda a Europa, entre os quais 18 peritos designados como seconded Team Members (sTM), em países como a Bulgária, Croácia, Espanha, Grécia, Hungria, Itália e Polónia, que desempenharam inúmeras missões e tarefas na FRONTEX, tais como:

  • Vigilância da fronteira externa da União Europeia e operações de busca e salvamento, onde se inclui:

o   Vigilância marítima e operações de busca e salvamento, com a utilização de embarcações;

o   Vigilância terrestre e apoio ao controlo das fronteiras, através de binómios cinotécnicos e de patrulhamento com recurso a veículos todo-o-terreno, dotados de câmaras de visão térmica (Thermo Vision Vehicle) e de sistemas de vigilância e deteção através de radar e de câmaras diurnas e noturnas, de alta resolução e alcance (Posto de Observação Móvel);    

  • Deteção de crimes graves com dimensão transfronteiriça, incluindo tráfico de migrantes, tráfico de seres humanos e terrorismo;
  • Investigação criminal, através de diversos militares, com formação na área, desempenhando tarefas de tratamento de dados pessoais, para efeitos de registo e asilo de migrantes, verificação e controlo de viaturas suspeitas em zonas de fronteira e processamento de informação policial e criminal.

Durante o ano de 2020, destacam-se ainda os seguintes grandes números:

  • 1 382 patrulhas realizadas;
  • Mais de 10 500 horas de empenhamento;
  • Cerca de 89 mil quilómetros (em terra) e 9 200 milhas náuticas (no mar) percorridos;
  • Cerca de mil migrantes auxiliados, dos quais 473 foram resgatados de seis embarcações intercetadas;
  • Mais de 6 300 veículos fiscalizados;
  • Cerca de 7 100 pessoas controladas, tendo sido impedidas 13 entradas ilegais no espaço Schengen.

Hoje, dia 27 de janeiro, inicia-se o ano operacional de 2021, encontrando-se previstas 16 operações FRONTEX com missões e tarefas distintas, tendo já sido destacados 30 militares da Guarda para integrar a Operação "Poseidon Sea 2021" na Grécia para iniciar funções nesta mesma data. A participação da Guarda em Operações deste tipo no presente ano merece um especial destaque, tendo em conta que Portugal assumiu, pela quarta vez, a Presidência Portuguesa da União Europeia (PPUE).

GNR-DCRPGNRFrontex2020

Pagamento dos pedidos de Lay-off Simplificado – A Segurança Social informa que todos os pedidos de Lay-off Simplificado que deram entrada até ao dia 21 de janeiro e foram considerados válidos serão pagos já no próximo dia 28 de janeiro. A partir de 2021, a Segurança Social assegura o pagamento de um apoio adicional para garantir que os trabalhadores abrangidos por este regime recebem 100% da sua remuneração (até ao limite de 1.995 euros). Contudo, o apoio adicional relativo às remunerações do mês de janeiro será pago apenas em fevereiro. Consulte o Site AHRESP.

Lay-off Simplificado Vs Apoio à Retoma Progressiva – Para empresas com quebras de faturação a partir de 75%, é possível que o Apoio à Retoma Progressiva seja mais vantajoso que o Lay-off Simplificado. É importante que cada empresa analise a sua situação individual, de forma a tirar o máximo partido dos apoios à manutenção dos postos de trabalho disponíveis. A AHRESP salienta os principais aspetos diferenciadores, aplicáveis a empresas com quebras de faturação mínimas de 75%. Consulte o Site AHRESP.

Prazo de entrega da Declaração Anual da Atividade e da Declaração Trimestral dos trabalhadores independentes – Até 1 de fevereiro, os trabalhadores independentes devem proceder à entrega da Declaração Anual da Atividade e à entrega da 4.ª Declaração Trimestral, na Segurança Social Direta. A Declaração Anual é destinada a todos os trabalhadores independentes que no ano civil de 2020 entregaram, pelo menos, uma Declaração Trimestral, e tem como objetivo corrigir ou efetuar Declarações Trimestrais do ano anterior (2020). A 4.ª Declaração Trimestral é destinada a todos os trabalhadores independentes com obrigação de declarar os rendimentos respeitantes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2020. Consulte o Site AHRESP.

Novo Webinar sobre apoios financeiros dia 28 de janeiro  – Na sequência do webinar promovido pela AHRESP e o Turismo de Portugal no passado dia 22 de janeiro, que esgotou as inscrições, vai decorrer um novo webinar esta quinta-feira dia 28 de janeiro sobre o tema: “Apresentação Novos Apoios Financeiros à Restauração, Similares e Alojamento Turístico”. O acesso é gratuito, mas a inscrição obrigatória. Para mais informações, consulte o Site AHRESP.

Reconhecidos testes antigénio e necessidade de certificados de vacinação - Na reunião da semana passada do Conselho Europeu foram reconhecidos os testes antigénio, que facilitarão a confiança de todos na liberdade de circulação dentro da União Europeia, e foi ainda decidido que todas as pessoas que são vacinadas devem ter um documento que o comprove, para efeitos médicos. Ainda não foi, porém, tomada qualquer decisão sobre a utilidade futura desses certificados de vacinação, designadamente para condicionar o acesso a qualquer país, ou para garantir a não necessidade de exigência de testes para entrada num país que exija testes à entrada. Consulte o Site AHRESP.

Comissão Europeia endurece regras para viajantes - Face à evolução do novo Coronavirus e ao crescimento das infeções em vários países, a Comissão Europeia (CE) recomendou ao Conselho Europeu que se desincentivem as viagens não essenciais, especialmente de e para os países com risco mais elevado, como é o caso de Portugal. Consulte o Site AHRESP.

Abertas as candidaturas às Escolas do Turismo de Portugal - Estão abertas as candidaturas às Escolas do Turismo de Portugal, até 24 de fevereiro, através de um processo exclusivamente online e gratuito, para alunos nacionais e estrangeiros, disponível em: http://escolas.turismodeportugal.pt/. Cozinha, Pastelaria, Restauração e Bebidas, Turismo de Natureza e Aventura, Hotelaria/ Alojamento e Gestão de Turismo são alguns dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET - nível 5) disponíveis para esta fase de candidaturas, nas 12 escolas do Turismo de Portugal que apostam num programa formativo abrangente, focado no talento das pessoas, no desenvolvimento de soft skills, na inovação e na internacionalização dos profissionais do turismo, como base do sucesso do setor em Portugal. Consulte o Site AHRESP.

MEDIDAS AHRESP

Apoios à manutenção dos postos de trabalho – Em resposta a um pedido de clarificação da AHRESP, relativo aos apoios disponíveis para a manutenção dos postos de trabalho, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social concedeu os seguintes esclarecimentos, os quais transcrevemos na íntegra:

  1. O Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial, em qualquer uma das suas modalidades, condiciona o acesso imediato ao Lay-off Simplificado?

Qualquer empresa com a atividade encerrada ou suspensa no âmbito do estado de emergência pode aceder de imediato ao lay-off simplificado sem condicionantes.

  1. Podem aceder ao Apoio à Retoma Progressiva as empresas que, em 2020, requereram o Incentivo Extraordinário à normalização da Atividade Empresarial (IEFP), na modalidade de 1 RMMG, de forma imediata?

As empresas que tenham requerido o Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial na modalidade de 1 RMMG já ultrapassaram o prazo previsto para a aplicação dessa medida (60 dias), podendo aceder ao Apoio à Retoma Progressiva  de forma imediata.

  1. No caso das empresas que optaram pela modalidade de 2 RMMG do Incentivo Extraordinário, poderão aceder ao Apoio à Retoma Progressiva a partir de fevereiro de 2020?

Conforme resulta do disposto no artigo 15.º, n.º 3, do Decreto-Lei n.º 46-A/2020, na redação que lhe foi dada pelo Decreto-lei n.º 8-B/2021, o acesso ao Apoio à Retoma Progressiva pode ser feito a partir de fevereiro.

  1. As empresas que tenham beneficiado do Incentivo Extraordinário em 2020, em qualquer uma das suas modalidades, poderão aceder ao Apoio Simplificado para Microempresas, de forma imediata?

As empresas poderão aceder ao Apoio Simplificado para Microempresas a partir de fevereiro.

  1. Existem empresas de restauração coletiva que prestam serviços de alimentação e bebidas nas escolas, através de uma concessão. Uma vez que as escolas encerraram por diploma legal, podem aceder ao Lay-off Simplificado, mesmo que essas empresas tenham outros estabelecimentos no setor privado que eventualmente possam estar a laborar?

As empresas podem aceder ao lay-off simplificado relativamente a parte ou à totalidade das atividades que tenham sido suspensas ou encerradas por efeitos do decreto de emergência.

  1. Com a obrigatoriedade de adoção do regime do teletrabalho as empresas, inevitavelmente, suspenderão ou reduzirão, de forma substancial, os serviços que até agora vinham a adquirir como sejam, serviços de fornecimento de refeições, de limpeza ou de segurança. Assim, estas empresas prestadoras de serviços verão a sua atividade parada ou substancialmente reduzida em virtude da suspensão ou redução substancial por parte dos seus clientes das aquisições de serviços. Esta situação é em tudo, idêntica à da suspensão de atividades ou encerramento de empresas ou estabelecimentos determinada por ato legislativo ou administrativo. Por essa razão podem recorrer ao «lay-off simplificado» com fundamento na paragem total ou parcial da sua atividade por força da suspensão/cancelamento dos serviços por parte dos seus clientes que é consequência direta do teletrabalho obrigatório determinado também por via legislativa?

O acesso ao lay-off simplificado está previsto para as situações de encerramento ou suspensão da atividade determinada pelo decreto de emergência. Empresas podem recorrer ao Apoio à Retoma Progressiva em função da quebra de faturação.

  1. Os trabalhadores das empresas do alojamento turístico, que estejam afetos a secções encerradas por imposição legal, podem ser incluídos no mecanismo de lay-off simplificado. Complementarmente, os restantes trabalhadores podem ser incluídos no apoio à retoma progressiva. Porém, o Decreto-Lei n.º 46-A/2020, no artigo 15.º, define que "o empregador não pode beneficiar simultaneamente dos apoios previstos no presente decreto-lei e no Decreto-Lei n.º 10-G/2020, de 26 de março, na sua redação atual". Permite-se que uma mesma empresa recorra aos dois apoios e para as mesmas datas, embora se destinem a  trabalhadores diferentes? Os nossos associados não estão a conseguir fazê-lo.

As empresas só podem recorrer em cada momento a um dos mecanismos.

Apoios urgentes para empresas com quebras de faturação inferiores a 25% - A AHRESP defende que os atuais mecanismos de apoio às empresas devem abranger empresas com quebras mínimas de 15% de faturação, ao invés dos atuais 25%. Esta alteração deve ser aplicada no âmbito do Programa Apoiar, bem como, e acima de tudo, nos atuais apoios à manutenção do emprego (apoio à retoma progressiva e apoio simplificado para microempresas). 

AHRESPAHRESPLogotipo

O número de votos no estrangeiro para a eleição do Presidente da República duplicou face à última eleição presidencial. Os dados provisórios apontam para 27.615 votos em relação aos 14.150 de 2016. Este aumento, a confirmar-se uma vez concluído o escrutínio provisório, ainda pendente em três postos consulares, verifica-se também em relação ao número de votantes na eleição para o Parlamento Europeu em 2019, que registou 13.816.

Os votantes no estrangeiro correspondem a cidadãos nacionais que, residindo fora de Portugal e estando recenseados na Comissão Recenseadora da sua área de residência (correspondente à morada constante do Cartão de Cidadão), votaram nos dias 23 e 24 de janeiro em 164 secções de voto em cerca de 145 serviços consulares da rede externa portuguesa.

O número de locais de voto, o mais elevado de que há registo e para onde foram enviadas 15 toneladas de material eleitoral, bem como o número de secções de voto, representa um aumento de cerca de 30% face à eleição presidencial de 2016.

Assinala-se ainda neste ato eleitoral o uso, pela primeira vez, de cadernos eleitorais desmaterializados disponibilizados aos consulados pela plataforma da Administração Eleitoral da Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna.

Os postos consulares onde se registou um maior número de votantes foram, por ordem decrescente, Londres, Luxemburgo, Paris e Macau. Em termos globais, por país, a Suíça foi o país onde se registou o maior número de votantes. Seguiram-se o Brasil, a França e o Reino Unido.

Recorda-se que, na votação antecipada no estrangeiro, que decorreu entre os dias 12 e 14 de janeiro, votaram, em 117 postos consulares, 5.429 cidadãos nacionais, o que corresponde ao maior número de que há registo. O voto antecipado é dirigido aos eleitores recenseados em território nacional e temporariamente deslocados no estrangeiro.

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  • Com uma potência instalada de 590 MW e um investimento de 300 milhões de euros, Francisco Pizarro evitará a emissão de mais de 245.000 toneladas de CO2 por ano e contribuirá para a transição energética do país

  • Os fornecedores da Danone Espanha, Graham Packaging e Salvesen Logística, aderiram também a este contrato

  • A aliança reforça a estratégia de desenvolvimento de projetos renováveis da Iberdrola em Espanha através de contratos bilaterais que promovem o fornecimento de energia a preços competitivos e estáveis com grandes clientes comprometidos com o consumo sustentável

  • O acordo reforça o compromisso da Danone de ter emissões líquidas zero até 2050, uma vez que toda a energia elétrica renovável utilizada pela marca nas suas empresas e fábricas virá deste acordo.

A Iberdrola e a Danone juntaram forças para o cumprimento dos seus compromissos de sustentabilidade com o contrato de compra e venda de energia a longo prazo (PPA – Power Purchase Agreement), que impulsionará o desenvolvimento da maior central fotovoltaica da Europa.

A iniciativa consolida a estratégia renovável da Danone a longo prazo e permite que 100 % da energia elétrica renovável usada nas suas empresas e fábricas provenha deste projeto solar. O acordo alcançado garantirá o fornecimento de eletricidade a longo prazo a todas as unidades de produção da Danone, localizadas nas Astúrias, Barcelona, Girona, Guadalajara, Granada, Madrid e Valência, bem como aos centros de logística e escritórios. Esta aliança foi complementada pelos fornecedores da Danone, Graham Packaging e Salvesen Logística.

O acordo alcançado entre as duas empresas estipula que a Iberdrola forneça energia limpa aos 29 pontos de abastecimento da Danone em Espanha durante um período de 10 anos, a partir de abril de 2022. O volume de energia fornecido por este PPA alcançará 73 GWh/ ano. A Danone complementará o seu consumo com mais um contrato anual de energia verde com a Iberdrola de até 104 GWh / ano.

A energia elétrica 100% renovável fornecida virá do projeto Francisco Pizarro – a maior central fotovoltaica projetada na Europa, com 590 MW de capacidade – que a Iberdrola está a construir entre os municípios da Estremadura de Torrecillas de la Tiesa e Aldeacentera, em Cáceres. A operar em 2022, evitará a emissão para a atmosfera de mais de 245.000 toneladas de CO2 por ano, reforçando a competitividade desta tecnologia para a proteção do meio ambiente e para a mitigação do aquecimento global.

A sua construção contribuirá para a geração de emprego, prevendo-se o envolvimento de mais de 1.200 profissionais nos momentos de pico da sua execução, dinamizando o tecido industrial da comunidade. O projeto representa um investimento superior a 300 milhões de euros.

Francisco Pizarro insere-se na ambiciosa estratégia da Iberdrola em projetos de geração de energias renováveis, bem como no seu compromisso com contratos bilaterais, como forma de promover o fornecimento de energia a preços competitivos e estáveis a grandes clientes empenhados com o consumo responsável.

“Através dos PPA abrem-se muitas oportunidades para o desenvolvimento de projetos renováveis que estão a transformar o presente e o futuro da energia e a contribuir para a recuperação económica. Os contratos de compra e venda de energia a longo prazo proporcionam estabilidade aos investimentos e constituem uma ferramenta ideal para a gestão do fornecimento de energia elétrica a grandes consumidores empenhados com um consumo limpo e sustentável. Estes acordos demonstram a competitividade das energias renováveis e a sua capacidade de fornecer energia a preços acessíveis e estáveis”, explica Ángeles Santamaría, CEO da Iberdrola Espanha.

Para a Danone, a saúde das pessoas e do planeta estão intimamente ligadas, o que se reflete na sua visão “One Planet, One Health”. “Queremos avançar para uma nova forma de fazer negócios que tenha em conta não só a demonstração de resultados, mas também o impacto económico e social da nossa atividade”, afirma Paolo Tafuri, CEO da Danone Ibéria. “Esta iniciativa ajuda-nos a cumprir os nossos ambiciosos compromissos ambientais, objetivos que fazem parte da nossa estratégia global e que afetam toda a nossa cadeia de valor”, conclui.

Renováveis para uma recuperação verde

A Iberdrola tem uma vasta experiência na área de PPA em todo o mundo e gere contratos de compra e venda de energia a longo prazo em mercados como Espanha, o Reino Unido, Estados Unidos, México e Austrália, em projetos eólicos e fotovoltaicos de mais de 6.500 MW. Em Espanha, a empresa é pioneira nesta modalidade com empresas de diversos setores: banca, telecomunicações, setor cervejeiro, distribuição, marcas desportivas e farmacêuticas.

Mais informações: Saber o que é um PPA e as suas principais vantagens https://www.iberdrola.com/quem-somos/acordos-ppa-energia

A Iberdrola está convicta de que a transição energética pode atuar como um agente fundamental para a transformação do tecido industrial e recuperação verde da economia e do emprego. Para tal, a empresa lançou um plano de investimento histórico de 75.000 milhões de euros para o período 2020-2025 com o objetivo de duplicar a sua capacidade renovável e aproveitar as oportunidades da revolução energética enfrentadas pelas principais economias do mundo.

Sobre Iberdrola

Iberdrola https://www.iberdrola.com/ é líder do setor energético global, primeira geradora eólica e uma das maiores empresas de energia elétrica em valor de mercado do mundo. O grupo fornece energia para aproximadamente 100 milhões de pessoas em vários países, tais como Espanha, Reino Unido (ScottishPower), Estados Unidos (AVANGRID), Brasil (Neoenergia), México, Alemanha, Portugal, Itália ou França. Com um quadro de pessoal de 35.000 pessoas e ativos superiores a 122 milhões de euros, teve uma faturação de 36,438 milhões de euros e um lucro líquido de 3,406 milhões de euros em 2019. A Iberdrola lidera a transição energética rumo a um modelo sustentável através de investimentos em energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia em larga escala e transformação digital, oferecendo os produtos e serviços mais avançados aos seus clientes. Graças ao compromisso com as energias limpas, é uma das empresas com menores emissões e uma referência internacional devido ao contributo na luta contra a mudança climática e em prol da sustentabilidade.

Sobre Danone

Com a missão de levar saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas possível, a Danone está entre os líderes globais na indústria de alimentos e ocupa posições de liderança nas suas três áreas de negócios: laticínios e produtos à base de plantas, águas e nutrição especializada. Em linha com a visão “One Planet. Saúde Única “, a Danone acredita que a saúde das pessoas é indissociável da do planeta e tem como objetivo promover hábitos de alimentação e hidratação mais saudáveis e sustentáveis. A empresa está presente em mais de 120 países e possui mais de 100.000 funcionários. O portfólio da Danone inclui marcas líderes internacionais como Actimel, Activia, Alpro, Aptamil, Danet, Danonino, entre outras. Em 2018, a Danone atingiu uma faturação de 24,7 milhões de euros. Em Espanha, a Danone emprega 2.000 trabalhadores, tem fábricas e instalações de produção em nove Comunidades Autónomas e abastece 40.000 empresas e mais de 11 milhões de consumidores diariamente. Desde 2016, a divisão de laticínios da Danone Espanha foi certificada como uma empresa B Corp por atender aos mais altos padrões de desempenho social e ambiental, transparência e responsabilidade e aspirar a usar o poder do negócio para resolver problemas sociais e ambientais.

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Cerca de 5.400 cidadãos nacionais votaram antecipadamente no estrangeiro para a eleição do Presidente da República, segundo dados preliminares. Este é o número mais elevado de votos antecipados no estrangeiro de que há registo. A votação decorreu entre os dias 12 e 14 de janeiro, em 115 postos da rede consular portuguesa localizados em 73 países. Daquele total, mais de 400 correspondem a votos expressos pelas forças militares e forças de segurança destacadas em vários teatros de operação no Mundo, incluindo no Afeganistão e República Centro-Africana. 

Assinala-se um aumento significativo do número de cidadãos que exerceram o voto antecipado no estrangeiro, comparativamente com os dados verificados nos últimos atos eleitorais, designadamente para o Parlamento Europeu (844) e Assembleia da República (4413), ambos em 2019.

O voto antecipado no estrangeiro é dirigido aos cidadãos recenseados em território nacional mas temporariamente deslocados no estrangeiro, desde que se encontrem nas seguintes condições:

a) Quando deslocados no estrangeiro, por inerência do exercício de funções públicas;

b) Quando deslocados no estrangeiro, por inerência do exercício de funções privadas;

c) Quando deslocados no estrangeiro em representação oficial de seleção nacional, organizada por federação desportiva dotada de estatuto de utilidade pública desportiva;

d) Enquanto estudantes, investigadores, docentes e bolseiros de investigação deslocados no estrangeiro em instituições de ensino superior, unidades de investigação ou equiparadas reconhecidas pelo ministério competente;

e) Doentes em tratamento no estrangeiro;

f) Que vivam ou que acompanhem os eleitores mencionados nas alíneas anteriores.

Recorda-se que o direito de voto é exercido presencialmente e diretamente pelos eleitores, nos termos da Lei Eleitoral do Presidente da República e da Constituição da República Portuguesa.

No estrangeiro a eleição decorre nos dias 23 e 24 de janeiro, podendo votar os cidadãos portugueses que residem fora de Portugal e que estão recenseados na Comissão Recenseadora (CR) da sua área de residência (correspondente à morada constante do Cartão de Cidadão).

Esta eleição no estrangeiro terá cerca de 170 mesas de voto em 150 serviços consulares, número que representa um aumento de perto de 30% relativamente ao número de mesas de voto constituídas em 2016 (121). A lista está disponível em:

https://www.sg.mai.gov.pt/AdministracaoEleitoral/EleicoesReferendos/PresidenciaRepublica/Documents/

20210111_pr2021_locais_de_voto_no_estrangeiro-corepe-atualizado.pdf

MAIMinisterioAdminInterna

Começa esta segunda-feira a conferência online “ASSEMBLE Plus Conference 2021 - Marine biological research at the frontier”, organizada pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), no âmbito do projeto ASSEMBLE Plus em parceria com a infraestrutura europeia EMBRC-ERIC.

A conferência decorre entre 18 e 29 de janeiro, juntando quase 400 participantes, entre cientistas, representantes da indústria e decisores políticos, numa partilha de experiências, conhecimentos e oportunidades para se estabelecerem parcerias. O programa inclui convidados de peso, palestrantes que participaram no programa ASSEMBLE Plus, mesas redondas e demonstração dos serviços prestados pelas várias infraestruturas marinhas da rede ASSEMBLE Plus.

As demonstrações incluem os mais recentes avanços em termos de biologia marinha e ecologia, tecnologias state-of-the-art disponíveis nas estações marinhas e institutos, explicação de como aceder a recursos biológicos e infraestruturas, como melhorar os serviços prestados e qual o impacto dos mesmos na indústria e sociedade. Esta será igualmente uma oportunidade para realçar a investigação levada a cabo pelo ASSEMBLE Plus nas áreas de observatórios de genómica, bancos de criopreservação de organismos marinhos, genómica funcional, instrumentação e mergulho científico.

Os participantes nesta Conferência terão ainda oportunidade de participar em encontros business-to-business (b2b) de forma a fomentar o networking, para além de acesso a uma plataforma de marketplace, onde podem apresentar os seus próprios produtos e serviços, procurar parceiros estratégicos para projetos e/ou investimentos.

A “ASSEMBLE Plus Conference 2021” vai decorrer online, sendo um grande desafio para todos os participantes e comunidade científica. No entanto, "é uma oportunidade que nos permite chegar a uma audiência mais ampla e que tem um impacto menor no ambiente, pois não se realizam viagens", afirma Nicolas Pade, diretor executivo do EMBRC e coordenador do projeto ASSEMBLE Plus. No decorrer da conferência irão ser partilhadas "novas ferramentas desenvolvidas para organismos-modelo, sistemas experimentais inovadores, técnicas de investigação e o apoio à ciência desenvolvida dentro do campo biológico marinho. Também mostraremos ao longo do evento muitas das instalações que podem ser acedidas em várias organizações de investigação em toda a Europa", explica.

Este evento permite não só discutir sobre o futuro das infraestruturas da Europa, mas também alargar as relações dos investigadores com os decisores políticos, que muito têm contribuído com dados científicos para melhorar a tomada de decisões, acrescenta Nicolas Pade.

Oradores da Conferência:ConferenciaMAR1ConferenciaMAR2CCMAR - UAL

 

A Plataforma Portuguesa das ONGD apresentou hoje as prioridades identificadas pelas organizações da Sociedade Civil nacionais para a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, num evento virtual que contou com as presenças, entre outros, de Renaud Savignat, do Gabinete da Comissária Europeia para as Parcerias Internacionais Jutta Urpilainen, do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Francisco André, da Representante da Comissão Europeia em Portugal, Sofia Colares Alves, de Tanya Cox, Diretora da CONCORD Europe (Confederação Europeia das ONG de Ação Humanitária e Desenvolvimento), e de Anke Kurat, Chefe de Departamento da VENRO (organização alemã homóloga à Plataforma Portuguesa).

Iniciado o semestre em que Portugal assume a liderança da UE, a Plataforma Portuguesa das ONGD apela a uma maior abertura do Governo nacional para ouvir e dialogar com os diversos intervenientes da Sociedade Civil. Numa altura em que crescem, na Europa e em todo o mundo, movimentos de tendências autocráticas e populistas, a participação ativa e democrática da Sociedade Civil – em temas tão globais e relevantes como os Direitos Humanos, a Ação Climática e a relação com os países em desenvolvimento – é vital para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Todavia, aponta a Plataforma Portuguesa das ONGD, no programa recentemente apresentado pela Presidência Portuguesa para este primeiro semestre de 2021, o papel da Sociedade Civil é pouco relevado.

Para Rita Leote, Diretora Executiva da Plataforma Portuguesa, “a Presidência Portuguesa deve assumir o compromisso de tornar as discussões sobre a União Europeia mais abertas à participação e intervenção por parte da Sociedade Civil organizada. Desafiamos o Governo português – que instituiu como lema para a sua Presidência “agir em prol de uma Europa mais justa, verde e digital” – a promover participação e envolvimento da Sociedade Civil neste momento tão importante para o nosso futuro coletivo. As Organizações da Sociedade civil estão preparadas para ser parte deste processo, têm um contributo a dar, e podem e devem ser intervenientes nas temáticas abordadas durante a Presidência, estar presentes e ser voz ativa nas cimeiras e nos encontros programados.”

Para a responsável, “a identificação e divulgação destas prioridades – que resultaram de um processo participado que envolveu a auscultação de Organizações da Sociedade Civil portuguesa – é uma oportunidade para a Presidência Portuguesa ouvir e dialogar com a Sociedade Civil, fazendo refletir nas decisões e políticas que vão ser adotadas neste semestre aquele que é o sentir da cidadania num conjunto alargado de temas. Na sua quarta Presidência da UE, Portugal pode fazer a diferença, num conjunto de temas que são determinantes para que a Comunidade possa, enquanto ator global, dar resposta à situação difícil que a humanidade atravessa de forma aberta, justa e sustentável. Lançamos este apelo ao Governo para dialogar com as organizações da Sociedade Civil portuguesa, nomeadamente as ONGD, para ouvi-las neste conjunto de prioridades que hoje apresentamos”, afirma Rita Leote.

No seguimento da consulta realizada, a Sociedade Civil considera que o semestre da Presidência Portuguesa deve consagrar como prioridades:

1 – Afirmar uma Europa solidária e respeitadora dos compromissos para o Desenvolvimento Global, priorizar o Desenvolvimento Humano e a resposta equitativa à pandemia de Covid-19

Face às consequências socioeconómicas que a pandemia provocou, os países da UE aprovaram o maior pacote financeiro da história da Comunidade para dar resposta às necessidades mais urgentes e para encaminhar a recuperação para as transformações necessárias. A Sociedade Civil portuguesa entende que a Presidência Portuguesa deve prestar especial atenção às camadas da população mais afetadas pelas consequências da pandemia, sobretudo nos países em desenvolvimento.

No plano interno, tal significa, entre outras medidas, a aposta na boa gestão e distribuição dos fundos de recuperação, de forma a garantir que os apoios/incentivos chegam àqueles/as que mais precisam. No plano externo, é fundamental que Presidência Portuguesa contribua para a afirmação da solidariedade global para o reforço da luta contra a pobreza e as desigualdades, e garanta que ninguém é deixado/a para trás, nomeadamente no que concerne ao acesso de todos os países em condições de igualdade à vacina da Covid-19 e a uma recuperação justa e sustentável pós-pandemia.

2 – Garantir a implementação da Agenda 2030, a promoção da Democracia e do Estado de Direito e a proteção do espaço de ação da Sociedade Civil

O ano de 2015 ficou para a história com a aprovação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O documento definiu um conjunto de objetivos, prevendo que os esforços globais contribuam para a sua concretização no espaço de década e meia. Um dos aspetos chave para o sucesso tem a ver com a capacidade de articulação entre os vários elementos da Agenda. Sendo verdadeiramente global, a realização da Agenda 2030 depende da coerência entre as ações desenvolvidas em várias dimensões – ambiental, social e económica. Assim, a Sociedade Civil defende que a Agenda 2030 esteja no centro da abordagem da Presidência Portuguesa da UE. Tal permitirá uma coordenação mais efetiva dos esforços dos atores públicos, privados e da Sociedade Civil em torno da implementação dos ODS. Para isso, é necessário dar prioridade às questões da proteção e promoção da Democracia, dos Direitos Humanos e do Estado de Direito. Igualmente importante é que a Presidência Portuguesa se abra aos/às cidadãos através da criação de fóruns de discussão regulares entre decisores e Sociedade Civil. Na medida em que a coerência das políticas para o desenvolvimento sustentável depende da efetiva articulação entre os vários atores envolvidos, é fundamental que se canalize a atenção necessária à participação da Sociedade Civil.

3 – Implementar o Pacto Ecológico Europeu, combater a crise ecológica e promover uma transição climática justa

Num momento em que se discutem amplamente os planos de recuperação pós-pandemia, é impossível ignorar a importância que as questões climáticas devem ter na definição das abordagens para os próximos anos. A Presidência Portuguesa da UE acontece num momento determinante para a aprovação das várias medidas/iniciativas ao abrigo do Pacto Ecológico Europeu (Green Deal). Contudo, é importante que a preocupação com as questões ambientais seja considerada noutras áreas de intervenção – nomeadamente na dimensão comercial, onde a UE terá de tomar uma decisão relativamente ao acordo com a Mercosul, o que poderá constituir uma ameaça real para as metas ambientais. Tal como acontecerá internamente, onde a UE prevê a criação de um fundo de transição para apoiar os países mais afetados pela transição energética, é fundamental que a Presidência Portuguesa considere o impacto das políticas ambientais europeias na sua relação com os países em desenvolvimento e mobilize os recursos necessários para apoiar estas regiões.

4 – Adotar políticas migratórias centradas no respeito pelos Direitos Humano

Nos últimos anos, a abordagem da UE às migrações tem sido fortemente afetada por dinâmicas de securitização que, muitas vezes, colocam em causa os direitos humanos das pessoas migrantes. Enquanto Estado-Membro que possui uma política migratória mais aberta, Portugal poderá desempenhar um papel importante no debate que tem sido alimentado sobre o assunto. O contributo de Portugal surge numa altura particularmente importante em que as propostas que têm surgido ameaçam aprofundar a lógica securitária e restritiva advogada por vários países e favorecem a perpetuação dos abusos. Urge, por isso, adotar uma abordagem que tenha na proteção dos direitos humanos a sua principal motivação. Também nesta questão, a Sociedade Civil pode desempenhar um papel importante. Em virtude do seu grau de especialização em questões migratórias e de direitos humanos, a Sociedade Civil adquire, também aqui, o estatuto de parceiro crucial.

5 – Combater as desigualdades, as discriminações e a exclusão social

O combate às desigualdades e a promoção dos direitos humanos terão de ser preocupações transversais a todas as ações da Presidência Portuguesa da UE. Tendo em conta que o período em que Portugal ocupará o cargo será de apenas seis meses, a Sociedade Civil entende que a prioridade deve ser colocada na afirmação da importância que é dada aos direitos humanos e à justiça social nos processos de definição das políticas europeias. Ao mesmo tempo, e uma vez que Portugal é apontado como um exemplo a seguir na área, é fundamental assinalar a importância da aposta na Educação para o Desenvolvimento e a Cidadania Global. Num momento marcado pelo crescimento de dinâmicas de desinformação, combater a discriminação pela raiz e promover um melhor entendimento dos desafios globais que enfrentamos exige que se estabeleçam mecanismos de reflexão crítica de forma consistente. Para a Sociedade Civil, a aposta nestas políticas é fundamental para proteger os direitos humanos, combater a exclusão social, garantir a vitalidade das democracias e proteger o espaço cívico.

A apresentação das prioridades da Sociedade Civil para a Presidência Portuguesa da UE e o seminário virtual promovido pela Plataforma Portuguesa das ONGD marcam o arranque do Projeto Presidência – Por uma Europa aberta, justa e sustentável no Mundo em Portugal, 4 "Towards an open, fair and sustainable Europe in the world – EU Presidency Project 2020-2022" que visa aproveitar o potencial da Sociedade Civil e criar sinergias, unindo as Plataformas nacionais dos países do atual Trio de Presidências da UE nomeadamente: VENRO (Alemanha), Plataforma Portuguesa das ONGD (Portugal) e SLOGA (Eslovénia) e, a nível europeu, a CONCORD.

Documento relativo à consulta pública aqui.

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Líder no segmento de neobank em França e dona da terceira maior rede de distribuição de contas-correntes com 1.9 milhões de contas abertas, a NiCKEL continua a exportar o modelo inovador que está na base do seu sucesso.  Totalmente operacional no mercado espanhol, onde a abertura das primeiras contas tem vindo a acontecer de forma continuada desde dezembro de 2020, a NiCKEL pretende acelerar o seu crescimento na Península Ibérica e na Europa com planos para expandir a sua atividade em Portugal e na Bélgica, a partir do início de 2022.

Abertura em Espanha com grande sucesso

Em conformidade com as suas ambições de crescimento para os próximos anos, a NiCKEL abriu oficialmente a sua filial, NiCKEL Espanha, em dezembro de 2020. Para apoiar a sua entrada neste mercado, fechou uma parceria única com associações de lotaria e tabacarias numa rede nacional de mais de 20.000 postos de vendas em Espanha.

Para apoiar os seus primeiros clientes em Espanha, a NiCKEL anuncia hoje que o seu negócio está totalmente operacional, com 72 postos de vendas já ativos e uma expectativa de ultrapassar os 1.000 postos até ao final do ano. A equipa local de 30 funcionários está sediada em Madrid, sob a responsabilidade de Javier Ramirez Zarzosa, CEO Espanha, e tem como objetivo atrair 700.000 clientes e 3.000 postos de venda até ao fim de 2024, em Espanha.

Thomas Courtois, CEO da NiCKEL, afirmou: "Estamos extremamente orgulhosos por ver a NiCKEL crescer para além das nossas fronteiras iniciais em França com o anúncio da nossa abertura oficial em Espanha. Expandir um neobank de forma transversal nos mercados europeus representa um enorme desafio operacional e o nosso esforço internacional não tinha sido possível sem a dedicação e o trabalho árduo da nossa equipa, dos nossos parceiros e do apoio do BNP Paribas, o nosso acionista. A resiliência do modelo de negócio da NiCKEL permitiu-nos manter toda a estratégia e objetivos apesar da enorme incerteza do ambiente económico em 2020 e, desta forma, o nosso ambicioso plano de crescimento internacional em 2019 mantém-se firme e em curso".

Em 2022, a NiCKEL irá entrar nos mercados Português e Belga

Como previsto no seu plano estratégico, a ambição da NiCKEL é tornar-se líder Europeia no segmento comercial de contas corrente e tem como objetivo expandir-se para seis novos países Europeus até 2024, depois de França e Espanha. A NiCKEL irá iniciar o seu negócio em Portugal e na Bélgica no primeiro trimestre de 2022. Em alinhamento com este esforço internacional, permanecerá fiel aos seus valores de transparência, universalidade e simplicidade. O neobank permite a todos, sem quaisquer pré-requisitos de rendimentos, abrir uma conta corrente e possuir um cartão internacional Mastercard® em 5 minutos, através de uma rede de postos de venda que já está profundamente enraizada na rotina dos seus clientes.

No seguimento do lançamento bem-sucedido em Espanha, a NiCKEL irá implementar o mesmo modelo de distribuição para estimular o seu desenvolvimento em Portugal e Bélgica. A NiCKEL irá procurar uma abordagem totalmente local, com a criação de uma equipa no terreno e uma oferta totalmente adaptada às necessidades do cliente (IBAN local, interface de produto e atendimento ao cliente disponível no seu idioma local, etc). Thomas Courtois conclui: "Em 2021, daremos prioridade às fases de pré-lançamento de entrada nos mercados Português e Belga, onde vemos uma forte procura no mercado bancário de retalho. A nossa proximidade a grandes redes de distribuição e o nosso serviço totalmente centralizado no cliente - dois fatores cruciais na expansão em Espanha – também serão aplicados nesses dois países. No prazo dos próximos 5 anos, pretendemos abrir 300.000 contas na Bélgica e 450.000 em Portugal."

Sobre a NiCKEL

A NiCKEL, que integra o grupo BNP Paribas, disponibiliza uma conta-corrente aberta a todas as pessoas, sem pré-requisitos  de rendimentos, sem condições de depósito, sem custos de gestão associados, sem concessão de crédito e emissão de cheques. A conta pode ser aberta em 5 minutos, numa tabacaria ou num posto de venda NiCKEL e oferece, por 20€ por ano, um cartão internacional Mastercard®, extratos bancários em nome do titular da conta e ferramentas para seguir todas as operações bancárias em tempo real (Web, mobile, SMS). Até ao momento, já foram abertas mais de 1.9 milhões de contas NiCKEL através de uma rede de distribuição com mais de 5.900 postos.

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A Eurocidade do Guadiana irá activar a partir deste ano um instrumento de participação cidadã através do qual se pretende que os principais grupos sociais, económicos e cidadãos possam contribuir directamente no processo de coesão que os municípios de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António estão a desenvolver.

O Observatório Transfronteiriço do Guadiana procura promover a participação activa dos cidadãos na concepção das políticas públicas que já se articulam no território da fronteira sul hispano-lusa.  O Observatório será um instrumento de participação e análise global que se complemente com os mecanismos de participação e controlo já existentes no Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, e se integrará com os projectos que este organismo desenvolve.

Para a implementação do Observatório existe um financiamento concedido pela Junta de Andalucía, que este ano incluiu os Agrupamentos Europeus de Cooperação Territorial - AECTs- entre as possíveis entidades beneficiárias de ajudas à entidades da Euro-região Alentejo-Algarve-Andaluzia.

Este ano está previsto o desenvolvimento da metodologia de trabalho, a realização de, pelo menos, dois encontros e a criação de uma exposição itinerante com um tema relacionado com a cooperação e laços comuns entre os três municípios.

Por parte da Eurocidade do Guadiana destaca-se que “é importante aumentar a participação dos cidadãos no desenvolvimento das políticas para o espaço social em que vivem, e ainda mais no caso de uma experiência inovadora como a articulação do espaço transfronteiriço com o planeamento , estruturas e projetos que promovam a coesão, abordando a Eurocidade como unidade territorial ”.

O Observatório Transfronteiriço do Guadiana pretende ser um modelo rigoroso, inovador e adequado de avaliação das políticas de coesão, medindo o impacto e a incidência das diferentes ações que se desenvolvem. Nas próximas semanas, diferentes reuniões começarão a ser realizadas com chefes de outros observatórios existentes com o objetivo de conhecer suas diretrizes de funcionamento.

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Lagoa foi, mais uma vez, escolhida pelo Sport Lisboa e Benfica (SLB) como o local para a realização dos estágios dos escalões da formação de futebol, desde sub -13 até sub-16, zona sul, entre os meses de janeiro e julho de 2021. 

Face à previsão de ausência de competições para os escalões de formação, a segunda metade da época, o Benfica decidiu prolongar a realização de estágios dos atletas que, em condições normais, estariam no Benfica Campus - Centro de Estágio e Formação. Lagoa volta, assim, a ser o local escolhido para a concentração semanal dos atletas oriundos do Algarve e Alentejo. 

A qualidade das instalações desportivas e das unidades hoteleiras existentes no concelho de Lagoa, a estratégia de desenvolvimento desportivo municipal, a que se junta o excelente clima da região, justificam a escolha do clube, como a de outros de nível regional, nacional e internacional, que encontram em Lagoa excelentes condições para a pratica desportiva nas mais variadas modalidades. 

Lagoa já tinha acolhido, nos últimos quatro meses de 2020, durante os fins-de-semana, os jovens atletas da formação do Benfica que agora darão continuidade ao seu processo de desenvolvimento individual, com a realização de treinos no Estádio Municipal da Bela Vista e no Complexo Desportivo Municipal de Estômbar.  Recorde-se que que no atual contexto de pandemia (Covid-19) o SLB desenvolveu um Plano de Intervenção que transfere a realização dos estágios de formação para duas zonas do país: uma a Norte e outra a Sul. 

Luís Encarnação, presidente da Câmara de Lagoa, volta a congratular-se com a escolha do SLB, que só demonstra a qualidade das nossas instalações desportivas e a capacidade para recebermos clubes com a dimensão do S.L e Benfica. 

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A equipa júnior da Academia Joaquim Agostinho / UDO reuniu-se para um primeiro estágio de pré-época depois de ter revelado através das redes sociais os atletas que a vão representar na temporada 2021.

As saídas de Carlos Jorge, Daniel Gonçalves e João Ferreira, que sobem ao escalão Sub-23 e de Paulo Pereira, que vai dedicar-se exclusivamente à sua formação académica, são colmatadas com as entradas de Renato Silva (ex-Efapel), Daniel Jorge (ex-GDM Alenquer) e com as promoções de Afonso Hermenegildo e Mário Domingos, que sobem mais um degrau na pirâmide da academia torriense, onde têm evoluído desde as "escolinhas".

Num plantel com um total de 9 elementos, transitam da época anterior Diogo Dias, Gonçalo Fino, Diogo Pinto, Diogo Sousinha e Tiago Costa.

Célio Apolinário, o treinador que se mantém no cargo pelo 5º ano consecutivo, reuniu os atletas durante 2 dias no Restaurante Residencial Braga, no Vimeiro, com o objetivo de reativar o espírito de grupo e transmitir os objetivos definidos para a nova época. Para além dos treinos nas estradas da região oeste, o programa incluiu uma caminhada pelas escarpas da Maceira e praias de Santa Cruz, que contou com a participação de alguns pais e amigos.

Segundo o calendário já definido pela Federação Portuguesa de Ciclismo, a atividade competitiva no escalão terá início a 13 de março, data para a qual está agendada a prova de abertura, o "Troféu Cidade de Fafe".

Academia Joaquim AgostinhoCiclismoJuniores

A instituição do Parchal acaba de somar 3 novos títulos ao honroso palmarés que a distingue no badminton podendo voltar a crescer já este fim de semana.

Luís Encarnação, o presidente do Município e responsável pelo pelouro do desporto, felicitou a ACD- CHE Lagoense, os atletas e todos os que contribuíram direta ou indiretamente para os títulos alcançados, pelos resultados obtidos durante o fim de semana de 5 e 6 de dezembro, na final do Campeonato Nacional de Seniores organizado pela Federação Portuguesa de Badminton. 

O autarca expressou ainda os seus votos de novos sucessos nas próximas provas do calendário oficial da modalidade, a disputar no próximo fim de semana no Centro de Alto Rendimento das Caldas da Rainha.

Os três títulos do Campeonato nacional 2019/20 já arrecadados pela Associação Cultural e Desportiva- CHE Lagoense pertencem ao atleta Bernardo Atilano na categoria de seniores singulares masculinos; ao mesmo atleta em pares mistos com Mariana Chan; a Tomás Nero e Bruno Carvalho na categoria de pares homens.

José Armando, presidente da ACD-CHE Lagoense, agradecendo as felicitações do presidente do município, não escondeu as esperanças que deposita em futuros resultados desportivos em badminton.  Para além do Campeonato Nacional de Não Seniores que se disputa a 19 e 20 de dezembro de novo nas Caldas da Rainha, o dirigente associativo continua com os olhos postos num possível apuramento de Bernardo Atilano nos próximos jogos Olímpicos do Japão. 

De recordar que o «Desporto de Competição» é um dos três eixos estratégicos definidos pelo Município de Lagoa. Mas também o badmington é uma modalidade estratégica para o concelho tendo já contribuído para 3 presenças de Lagoa nos Jogos Olímpicos de 2012 e de 2016, através dos atletas da ACD- CHE Lagoense, Pedro Martins e Telma Santos.

GC do Mun Lagoa(Algarve)BadmintonLagoense

A Junta de Freguesia de Ferreiras apoia o desporto regional, e nesse sentido ofereceu ao clube da terra 300 coletes para que os jovens possam dispor dos equipamentos necessários para os treinos, e com isso terem mais motivação para treinar, para jogar e para ganhar, enaltecendo o nome do Futebol Clube de Ferreiras, e levando ainda mais longe o nome da Freguesia.

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O CAR Badminton, em Caldas da Rainha, foi palco, de 9 a 12 de dezembro, do Grupo 6 de Qualificação para o Campeonato Europeu de Equipas Mistas a disputar-se no próximo mês de fevereiro na Finlândia. Além da Seleção Nacional, integraram este grupo as Seleções de Escócia, Espanha, Letónia e Ucrânia. As cinco equipas defrontaram-se ao longo dos quatro dias de competição com o vencedor do grupo a garantir a presença na fase final do Europeu. Um evento interdito a público e que respeitou todas as regras de segurança sanitárias implementadas no contexto pandémico atual, entre as quais se destacam a obrigatoriedade de todos os participantes no certame apresentarem teste COVID negativo e de seguirem todas as estipulações de isolamento definidas pela Federação Portuguesa de Badminton em articulação com a Badminton Europe e as autoridades locais.

Portugal partia para o evento com o objetivo de tentar, pelo menos, repetir o terceiro lugar conseguido na qualificação de 2018 (num grupo de quatro equipas). Para o efeito a equipa técnica liderada por Jorge Cação, Fernando Silva e Diogo Silva convocaram os atletas Adriana Gonçalves, Ana Fernandes, Catarina Martins, Mariana Chang, Mariana Neves, Sónia Gonçalves, Bernardo Atilano, Bruno Carvalho, Daniel Mendes, Duarte Anjo, Gabriel Rodrigues e Tomás Nero. Esperavam-se encontros de alto grau de dificuldade e tal veio a confirmar-se.

Na primeira jornada, Portugal derrotou a Letónia por 5-0. Uma exibição séria e competente da Seleção Nacional que não permitiu veleidades à equipa letã e garantiu uma entrada forte na competição. Os singulares Bernardo Atilano e Sónia Gonçalves e os pares Bruno Carvalho/Tomás Nero, Adriana Gonçalves/Sónia Gonçalves e Bernardo Atilano/Mariana Chang, todos eles campeões nacionais das respetivas provas no fim-de-semana anterior, venceram tranquilamente não perdendo qualquer set no encontro.

A Escócia foi a adversária que se seguiu para as cores portuguesas. A equipa escocesa revelouse demasiado forte para a turma nacional mostrando estar um nível acima nas provas de pares e com um singular feminino classificado em 27º lugar do ranking mundial que também confirmou o seu poderio. Bernardo Atilano viria a conseguir que Portugal pontuasse para o marcador do encontro ao vencer o seu singular terminando o encontro com uma derrota de Portugal por 4-1.

O terceiro encontro de Portugal foi um duelo com o país vizinho, Espanha. Antevia-se um encontro complicado mas com fortes possibilidades de equilíbrio em várias das partidas e tal prognóstico veio a verificar-se apesar do resultado final de 4-1 favorável a Espanha. Duarte Anjo e Adriana Gonçalves não conseguiram converter em vitórias duas prestações em singulares com bons momentos exibicionais. A partida mais disputada e equilibrada de todo o encontro esteve a cargo do par masculino de Bruno Carvalho e Tomás Nero que num jogo repleto de emoções e de trocas constantes no marcador acabariam derrotados no terceiro set depois de 55 minutos em campo. O ponto português foi conquistado pelo par misto de Bernardo Atilano e Mariana Chang que derrotaram os adversários espanhóis numa partida sem sobressaltos.

A última jornada colocou Portugal frente a frente com a sua congénere ucraniana num jogo que decidia o terceiro posto do grupo de qualificação. Portugal partiu para este encontro sabendo do ligeiro favoritismo dos adversários, mas determinado a vencê-los. A equipa técnica portuguesa terminou como começou e escolheu os mesmos titulares que defrontaram a Letónia na jornada inaugural. Sónia Gonçalves, apesar de todo o seu esforço, não conseguiu a vitória no singular senhora. Bernardo Atilano entrou em campo sabendo da importância de uma vitória sua para as ambições nacionais e não desapontou ao ganhar o seu jogo de singulares depois de estar em campo três sets e mais de uma hora. As irmãs Gonçalves partiram embaladas para o jogo de pares femininos apresentando-se a alto nível durante dois sets mas acabariam por ceder e ser derrotadas no terceiro set. Seguiu-se a partida de par homem que se saldou em novo jogo decidido apenas no terceiro set. Bruno Carvalho e Tomás Nero, aguentaram a pressão dos seus adversários e mantiveram Portugal na luta pela vitória no encontro ao ganharem este jogo após uma exibição de grande qualidade. Tudo se decidia no jogo de par misto. Bernardo Atilano e Mariana Chang tudo fizeram e tentaram para conseguir a vitória para Portugal e, apesar da sua boa prestação, os oponentes ucranianos foram mais fortes e com uma grande exibição selaram a vitória final para a Ucrânia por 3-2.

Na última ronda do grupo de qualificação, Espanha e Escócia, invictas até esta fase, defrontaram-se para decidir o apurado para a fase final do Campeonato da Europa. Apesar de «nuestros hermanos» serem os primeiros cabeças de série deste grupo, a equipa escocesa foi impressionando ao longo da semana pela sua competência e qualidade e partia com mais possibilidades para o encontro final. Sem surpresas a Escócia ganhou a partida de par misto mas viria a perder o singular senhora após a sua representante se ter retirado no início do segundo set devido a lesão. O singular masculino espanhol rapidamente colocou a sua seleção na frente por 2-1 encostando os congéneres escoceses às cordas. Foi então que, no melhor jogo do torneio, a Escócia venceu a partida de pares senhoras, num drama de uma hora e onze minutos, decidido apenas num 23-21 no terceiro set. No último jogo, o par homem escocês confirmou o seu favoritismo ao ganhar com facilidade e carimbando o bilhete da Escócia para a Finlândia no próximo mês de Fevereiro.

Mais uma vez, a organização da FPB demonstrou a competência habitual promovendo um evento de excelência para todos os envolvidos. Portugal classificou-se no quarto posto e deu bons sinais nos duelos com os oponentes que viriam a classificar-se à sua frente. Num evento sem público é de destacar o espírito de equipa e o forte apoio na bancada dado por todos os elementos da seleção nacional, transmitindo toda a energia e ânimo necessários aos seus representantes em campo, e ainda por todos os que acompanharam a transmissão online dos encontros de Portugal. A força do badminton português está bem viva e a seleção nacional deixou uma boa imagem do seu valor.

Este foi o último compromisso internacional de Portugal em 2020. No próximo fim-de-semana realiza-se a última competição nacional da época, o Campeonato Nacional de Não Seniores, encerrando uma temporada que já leva um ano e seis meses de duração. O fim aproxima-se, mas um novo ano e uma nova época estão à porta, com algumas novidades e o desejo de que todos possamos retomar alguma normalidade e praticar a modalidade que nos apaixona com a liberdade a que nos habituámos.

FPBBadminton1

 

 

Equipa sénior masculina do CTPF sagrou-se campeã da 1ª Divisão Nacional de Ténis, depois de bater na final a equipa do Clube Ténis do Porto por 3-2.

A Câmara Municipal de Faro saúda o Centro de Ténis e Padel de Faro (CTPF), que esta semana se sagrou Campeão Nacional de Equipas Séniores Masculinos da 1ª Divisão.

Na final do campeonato nacional que decorreu, durante cinco dias, no Centro de Alto Rendimento da Federação Portuguesa de Ténis no Jamor, a equipa do CTPF derrotou a equipa do Clube Ténis do Porto por 3/2 no total dos cinco encontros disputados ao longo de seis horas. 

Antes, a equipa de Faro derrotou o Clube Escola de Ténis de Oeiras (CETO) por 5/0 e o Clube de Ténis da Foz também por 5/0, garantindo assim o acesso à final onde acabou por garantir o título nacional frente à equipa do Porto. 

A Câmara Municipal de Faro endereça assim as maiores felicitações aos atletas que deram tudo para alcançar este título nacional - José Ricardo Nunes (capitão), João Graça, Francisco Silvestre, Tiago Pereira, Tiago Cação, Neils Desein, Zapata Moralles, Terence Das e André Nunes -, além dos restantes atletas, técnicos e dirigentes deste clube por onde já passaram mais de 15 mil praticantes e vários atletas que integraram as seleções nacionais desta modalidade.

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