Cova da Piedade Vs Farense

0
1213
CD_Cova_Piedade
Cova da Piedade 1 – Sporting Clube Farense 1, 6 – 12 – 2009.

Estádio: Municipal José Martins Viera (Sintético), Cova da Piedade

Arbitro: Luís Brás, AF de Lisboa
Auxiliado: Graciano Gomes e Miguel Libório 

CD_Cova_PiedadeCova da Piedade: Osvaldo; Tralhão, Nuno Ferreira (Sulves 83′), Bráulio e Marcelino; Sampaio, Ruben Ferreira (Cunha 61′), Josué e Bruno Cruz; Sérgio e Dias (Jardel 82′).
T: Alfredo Almeida

logo_farenseSporting Clube Farense: Gonçalo; Róró (Alvarinho 90 + 2′), Idalécio, Luís Lopes e Filhó; Luís Afonso, Rodrigo, Norberto (Hernâni 86′) e Alemão; Davide Justo e Pintassilgo (Bruno 76′).
T: Edinho

Ao Intervalo  0-0

Golos: Róró 71′; Suelves 88′;

Cartões Amarelos: 17′ Norberto, 21′ Josué, 32′ e 40′ Alemão, 38′ Bruno Cruz, 42′ Tralhão, 48′ Davide Justo, 55′ Róró, 66′ Luís Afonso, 72′ Filhó e 83′ Marcelino.

Cartões Vermelhos: 40′ Alemão e 90’Marcelino

“E tudo o árbitro levou…”

Cova da Piedade e Farense proporcionaram uma boa partida de futebol, num jogo em que o árbitro Lisboeta Luís Brás foi a figura do jogo mas pela negativa Quanto à partida o Farense entrou melhor na partida e foi a primeira equipa a criar perigo, com Pintassilgo a rematar forte, mas a bola passou por cima da baliza defendida por Osvaldo.

Na resposta foi a formação do Cova da Piedade a criar perigo por intermédio de Dias, mas a bola saiu perto da baliza de Gonçalo. Com a partida a ser disputada num ritmo elevado, foi o Farense a criar mais uma situação clara de golo, decorria o minuto 10, David Justo em boa posição atirou para a defesa de Osvaldo e na recarga Pintassilgo permitiu que o seu remate fosse cortado por Sampaio mesmo sobre a linha de golo.

O Farense ia desperdiçando oportunidades de golo e Norberto ao minuto 27 não aproveitou um deslize de Osvaldo, que levou muito tempo a aliviar a bola da sua grande área. Num espaço de 8 minutos o Farense viu Alemão ser expulso, por acumulações de amarelos, onde a dualidade de critérios não foi coerente por parte do juiz de Lisboa. O intervalo chegava com um nulo, resultado injusto pela forma com que o Farense desperdiçou três oportunidades claras para poder inaugurar o marcador, frente a uma Cova da Piedade que apenas fez um remate á baliza de Gonçalo, por Dias, mas com a bola a passar muito longe da baliza.

Na segunda parte foi a vez de Luís Brás entrar em acção. Num espaço de cinco minutos amarelou Davide Justo e Róró, em lances perfeitamente normais de um jogo de futebol. Mesmo com dez o Farense voltou a pegar na partida e Pantassilgo voltou de novo a criar perigo, mas o remate saiu ao lado da baliza de Osvaldo. Os da casa só criaram perigo ao minuto 58. A bola é colocada nas costas da defesa do Farense, com Dias, em posição irregular, a rematar para boa defesa de Gonçalo. Quatro minutos volvidos foram a vez de Cunha rematar forte à entrada da grande área. A bola embate ainda num defesa do Farense mas Gonçalo atento desvia para canta. Até que ao minuto 71 surge o golo do Farense. Numa jogada de insistência de Pintassilgo a formação de Faro ganha um pontapé de canto. No canto executado por Norberto, Róró aparece em plena pequena área a marcar para os Algarvios e a colocar justiça no marcador. Carregou então a formação da casa mas Josué e Cunha atiraram ao lado da baliza de Gonçalo. Quando toda a gente já esperava pela vitória do Farense, surgiu então o empate ao minuto 88. Jardel vai até à linha final e cruza a bola para o interior da pequena área do Farense, onde aparece Suelves a encostar para o fundo das malhas.

No tempo de compensação o Farense ainda viu uma grande penalidade ser perdoada ao Cova da Piedade, numa falta claríssima sobre Bruno. No lance que antecedeu esta jogada, Marcelino viu o vermelho directo, por uma entrada violenta sobre Róró. No final o empate foi um resultado “amargo” e injusto para o Farense, que foi a melhor equipa sobre o terreno. Sobre o árbitro da partida nem o Cristo Rei quis ver (está de costas para Almada) a vergonha de arbitragem efectuada pelo senhor Luís Brás, que ao longo dos 90` prejudicou e muito os Algarvios, amarelando praticamente toda a equipa e não marcando uma grande penalidade contra o Cova da Piedade mesmo sobre o apito final. Esteve também muito mal no critério da amostragem dos cartões, não sendo coerente. Numa tarde ventosa e com alguma chuva à mistura, o Farense mais uma vez pode-se queixar da arbitragem, podendo-se mesmo dizer “E tudo o árbitro levou…“

Carlos Encarnação

{sharethis}

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.