Deste modo, salienta a autarquia em comunicado, “os 10 funcionários que estavam exclusivamente adstritos a essa tarefa serão redistribuídos por serviços em que a sua colaboração seja mais útil e profícua. Não faz sentido persistir em manter 10 colaboradores – cujos encargos remuneratórios ascendem a 150.000 €/ano – para assegurar a portaria 24/24 de um serviço que se encontra encerrado ao turismo desde 2002”.
Neste sentido, a Câmara promoveu uma reunião com a Associação de Utentes e Amigos do Parque de Campismo da Praia de Faro, em que foram traçadas as linhas mestras de gestão do espaço do Parque de Campismo e que se sintetizam na deslocação da gestão da Câmara para a Associação, por um período transitório, sem encargos de qualquer natureza para a autarquia.
Trata-se, defende a Câmara, “de uma solução justa, inevitável e ponderada. A Câmara liberta funcionários para outras missões e tarefas, desembaraça-se de custos operacionais improdutivos e a Associação assume a gestão do espaço e todos os encargos daí resultantes”.


