Após a estreia no Coliseu do Porto, no passado dia 28 de Abril, e da passagem a 1 de Maio pelo Teatro Maria Matos, em Lisboa, o CANTO NONO apresentará, no próximo dia 13, o espectáculo “A força (o poder) da palavra – Um canto a José Mário Branco” no sul do país, no Cineteatro Louletano.
Concebido pelo grupo a capella como celebração da cumplicidade construída ao longo de duas décadas com José Mário Branco, tem na obra do cautautor a base de todo o espectáculo. Personalidade marcante da nossa música e da nossa cultura, a sua presença em “A força (o poder) da palavra” é constante, seja como compositor ou arranjador.
Ao legado que o CANTO NONO e José Mário Branco tiveram oportunidade de construir em conjunto, o grupo somou agora uma série de temas emblemáticos para cujos arranjos chamou alguns dos que com José Mário Branco mais colaborou: Amélia Muge, António José Martins, Filipe Raposo, José Manuel David ou Tomás Pimentel deram ao seu contributo para o carácter singular que esta homenagem dinâmica contém.
É difícil escolher os melhores momentos destes espectáculos, mas deixamos alguns dos mais aclamados: a abertura, com a sequência “As canseiras desta vida”, “Cantiga de trabalho”, “Do que um homem é capaz” e “Canção dos torna-viagem”; o medley de encerramento com “Travessia do deserto”, “Emigrantes da quarta dimensão”, “A cantiga é uma arma” e “O charlatão”, que despertaram enormes ovações do público, ou o repertório mais popular, como sejam a marcha “S. João do Porto” ou o clássico “Tiro-no liro”, que teve na Invicta uma participação mais activa e ruidosa.
Com a data no Cineteatro Louletano no próximo sábado, o CANTO NONO conclui a jornada de estreia deste novo conceito, que incluiu ainda o lançamento de um single digital com gravações de “A ronda do soldadinho” e “Do que um homem é capaz”.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteira local, em BOL.PT e nos locais habituais.
MV







