ComparaJá | Crédito habitação e energia mantêm orçamento das famílias pressionado

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Os portugueses continuam a enfrentar pressões no orçamento familiar em várias frentes, com destaque para o crédito habitação e a energia, segundo a análise mensal do ComparaJá referente a abril de 2026.

No mercado do crédito habitação, mantém-se a transformação observada nos últimos meses. A taxa fixa ganha expressão, a EURIBOR a seis meses concentra a maior parte das escolhas, os prazos alongam-se e o montante médio financiado volta a subir, ultrapassando os 200 mil euros. Neste enquadramento, comparar propostas continua a fazer diferença nas condições contratadas.

“Com montantes médios acima dos 200 mil euros, comparar pode ajudar a conseguir melhores condições e a reduzir o impacto do crédito ao longo do contrato”, afirma Rita Sogalho, Team Leader de Crédito Habitação do ComparaJá.

No segmento da energia, a instabilidade geopolítica e a volatilidade dos mercados internacionais mantêm os preços sob pressão. Os futuros apontam para uma subida de 45% nos próximos meses, o que reforça a importância de avaliar as ofertas disponíveis. A diferença entre a tarifa mais cara e a mais barata pode atingir cerca de 588 euros por ano.

“Fixar o preço por 12 meses pode ajudar a garantir maior previsibilidade na fatura e a reduzir a exposição a eventuais subidas nos mercados grossistas“, explica José Trovão, Head of Consumer Credit and Utilities do ComparaJá.

Num contexto em que cada euro conta, comparar propostas em verticais como o crédito habitação e a energia surge como uma ferramenta acessível para mitigar o peso destas despesas no orçamento das famílias.

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