Rubricas

magda_folgadoCom Magda Folgado...

magda_folgadoCom Magda Folgado...

magda_folgadoCom Magda Folgado...

monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

monica_pinho

monica_pinhoCom Mónica Pinho...

A DECO INFORMA… Há as incorretas, mas sem intenção de causar dano, as propositadamente falsas e com o objetivo de prejudicar, e as verdadeiras, ainda que divulgadas de forma a provocar pânico. A complexidade das fake news é tal que alguns especialistas lhes rejeitam o nome e falam em “poluição informativa”, que conduz a uma information disorder. Não existe uma tradução perfeita, mas podemos chamar-lhe “distúrbio provocado pela informação”.

Se algumas informações, ainda que absurdas, são benignas, outras podem ter consequências funestas. As alegações dos movimentos antivacinas, de que causam autismo, já foram mais do que desmontadas pela ciência. Mas os seus seguidores preferem acreditar numa falácia, com isso arriscando a segurança da comunidade. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde classificou a recusa das vacinas como uma das 10 ameaças globais mais graves.

Em 2018, a Comissão Europeia promoveu um acordo entre aquelas e a indústria publicitária, para que fosse adotado um código de boas práticas. Facebook, Twitter, Google e YouTube assinaram. Contudo, não passámos das boas intenções. Por exemplo, ainda é possível promover uma página ou conteúdos antivacinas no Facebook.

A comunicação social tradicional é também parte da solução. Mais rigor a redigir as notícias, uso de títulos que não sejam apenas armadilhas para levar o leitor a abrir um conteúdo e serviços de verificação de factos, como o Polígrafo, são armas na construção de confiança.

Apresentamos algumas recomendações que podem ajudar a identificar as fake news:

  • Pesquise a fonte, saia da notícia e procure mais sobre o site;
  • Verifique quem é o autor, existe mesmo? É credível?
  • Verifique a data da publicação, pois por vezes circulam noticias antigas que perderam relevância na atualidade;
  • Confirme se existem fontes extra de informação, por exemplo, outros links para estudos científicos, e verifique se são credíveis;
  • Leia mais, por vezes os títulos são bombásticos apenas para nos fazer abrir a notícia, leia a mesma na integra;
  • Questionar-se, coloque de parte as suas crenças e tente avaliar a informação factualmente;
  • Fale com quem sabe, se ficou com dúvidas procure a opinião de um médico ou um serviço de verificação de factos, uma entidade oficial ou até mesmo uma universidade.

Pode consultar o artigo na integra na nossa página em www.deco.proteste.pt.

GPI DECO-Algarve

FakeNews

A DECO INFORMA… Os stocks de medicamentos eram já limitados antes da crise do novo coronavírus e, agora, a situação tende a agudizar-se. Assim, e porque a ordem é ficar em casa para prevenir a covid-19, a Associação Nacional de Farmácias disponibiliza um número gratuito (1400), através do qual é possível saber em que farmácia pode obter um medicamento que lhe foi prescrito e de que necessita com urgência.

No contexto da covid-19, os doentes crónicos que precisem de adquirir os medicamentos que tomam habitualmente podem fazê-lo sem prescrição médica, caso não a tenham, desde que comprovem sofrer da doença e que os fármacos lhes foram receitados anteriormente. Caso não tenha uma cópia, aceda aos seus dados na área do cidadão, no portal do SNS. Nestas circunstâncias, o utente paga o custo total do medicamento, mas pode pedir ao farmacêutico uma “venda suspensa”, que permite a entrega da prescrição mais tarde com o reembolso do valor relativo à comparticipação do Estado.

Numa altura em que todos são vivamente incentivados a permanecer em casa e as compras online se afiguram como opção mais acertada, o Infarmed e a Agência Europeia do Medicamento alertam os consumidores para não adquirirem fármacos em sites não autorizados a vendê-los, dado o risco de serem falsificados. Estes podem não incluir substância ativa ou tê-la em quantidade desadequada, incluir um princípio ativo diferente do que anunciam ou, mesmo, substâncias tóxicas.

Em alternativa às compras online, existem as entregas ao domicílio. Ligue para as farmácias mais próximas e pergunte se disponibilizam este serviço.

Neste período de pandemia, os doentes que, por norma, vão buscar a sua medicação aos hospitais, como os transplantados e que sofrem de esclerose múltipla, podem levantá-la nas farmácias, se o farmacêutico hospitalar considerar que os próprios ou os cuidadores não têm condições para se deslocar à unidade de saúde. Se for o caso, é o próprio hospital que contacta a farmácia da conveniência do utente.

Nos restantes casos, a cedência de medicamentos hospitalares a doentes não internados decorre normalmente, de acordo com lei, estando prevista a dispensa de maior quantidade aos utentes que deles necessitem, de modo a reduzir as deslocações.

GPI DECO-Algarve

MedicamentoDECO

A DECO INFORMA… Fizemos os cálculos para um casal e dois filhos, com uma potência contratada de 6,9 kVA e que tinham o cuidado de ter 40% dos consumos nas horas de vazio. Ao estimarmos que, não só deixa de ser possível manter 40% do consumo nas horas de vazio, como a família irá gastar mais eletricidade diariamente (cerca de 20% mais), constatámos que a fatura pode subir 25 euros por mês.

Se só existisse transferência de consumo para fora de vazio, a fatura subiria cerca de 10 euros. Mas como se acaba por lavar mais vezes a loiça, ter mais luzes acesas, abrir-se com maior frequência o frigorífico, por exemplo, irá haver um aumento no consumo total que estimamos que se possa traduzir em cerca de 25 euros mensais.

Para não penalizar quase um milhão de famílias que aderiram à tarifa bi-horária, propomos que, durante este período de crise, se estabeleça a possibilidade de estes consumidores pagarem como se tivessem a tarifa simples.

Mesmo os consumidores com tarifa simples irão sentir o aumento na fatura. Uma família com uma potência contratada de 3,45 kVA e um consumo anual de 1900 kWh, irá pagar mais cerca de 6 euros mensais, com um aumento de 20% do consumo.

O consumo de gás, natural ou de botija, também irá aumentar porque, por exemplo, haverá mais refeições a serem feitas em casa e um maior número de banhos. Se o consumo de gás natural subir 20%, a fatura mensal de um casal que gaste 138 m3 anuais (de Lisboa e com tarifa regulada) aumentará cerca de 2 euros. Já no caso de um casal com dois filhos com consumo anual de 292 m3 e a mesma tarifa, a fatura, subirá 4 euros. Uma solução para aliviar o orçamento, passa por esticar o limite do primeiro escalão até aos 500 m3 por ano, atingindo o segundo escalão: uma medida que ajudaria mais de 90% das famílias.

Ao aplicarmos o mesmo aumento de 20% no gás de botija, uma família que precise de uma garrafa de butano por mês, irá precisar de comprar uma segunda, antes do final do mês. Pode traduzir-se numa despesa adicional de 5 euros mensais. Para podermos monitorizar os preços, aconselhamos que os comuniquem na plataforma "Poupe na Botija". Ao acompanharmos a evolução dos preços, conseguimos estar atentos a eventuais aproveitamentos por parte dos operadores. Claro que é fundamental que a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) se mantenha atenta e atue caso haja aumentos de preços. Afinal, numa altura em que o petróleo está a desvalorizar, qualquer aumento é pura especulação.

GPI DECO-AlgarveTarifaBiHoraria

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

imagem 4

Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

O Registo Nacional de Doenças Reumáticas – Reuma.pt – desenvolveu uma plataforma específica de registo de doentes reumáticos com Covid-19 para melhor estudar estes doentes que apresentam riscos e particularidades específicos.

Perante a pandemia causada pelo SARS-CoV-2 a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), através do Reuma.pt, deu prioridade à compreensão de como é que este vírus afeta os doentes reumáticos e em particular se as terapêuticas imunomoduladoras (corticoides, csDMARDs, bDMARDs, tsDMARDs) influenciam a evolução da infeção.

Assim, o Reuma.pt desenvolveu em tempo recorde um formulário específico para registo da infeção por SARS-CoV-2 em colaboração com a EULAR-COVID-19 Database. Este formulário contém os mesmos campos que o registo europeu e os casos serão partilhados, de forma segura e anonimizada, com a plataforma europeia que por sua vez irá alimentar o registo global de doentes reumáticos COVID-19 Global Rheumatology Alliance (rheum-covid.org).

“Os dados têm de sair das salas da Direção-Geral da Saúde para a comunidade científica e com isto a SPR garante dados nacionais de qualidade relativamente a doentes reumáticos com Covid- 19”, afirma Luís Cunha Miranda, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia.

O conhecimento dos dados nacionais e a partilha com os outros países europeus, no âmbito da EULAR (European League Against Rheumatism), tem sido desde sempre uma estratégia da reumatologia portuguesa, através do Reuma.pt. “Neste caso pudemos, em um curto espaço de tempo, responder às dúvidas clínicas e à necessidade de informação que esta pandemia nos impõe”, explica o Dr. Luís Cunha Miranda.

CF

RegistoDoencasReumaticas

Artigo de Opinião de Rui Osório Valente. Núcleo de Estudos de Prevenção e Risco Vascular da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.

A doença cardiovascular, como enfartes agudos do miocárdio ou acidentes vasculares cerebrais (AVC) continua a ser a maior causa de morte em Portugal e no mundo, estando à frente de doenças como o cancro e correspondendo a quase 50% de todas as causas de morte.

As pessoas com diabetes, colesterol elevado, excesso de peso / obesidade ou hipertensão arterial apresentam um risco elevado de desenvolver doença cardiovascular. O número de pessoas com pelo menos um destes factores de risco tem vindo a aumentar de forma dramática, em Portugal e no mundo. Actualmente quase um terço dos portugueses são hipertensos ou apresentam excesso de peso e 15% dos doentes são diabéticos.

Estes factores de risco são, muitas vezes, silenciosos, e é importante estarmos atentos e controlarmos o peso, a tensão arterial e o açúcar no sangue regularmente. O acumular de factores de risco vai levar ao desenvolvimento de aterosclerose, ou seja, as nossas artérias ‘envelhecem’ precocemente, tornando-nos mais susceptíveis de sofrer um enfarte ou um AVC. Uma pessoa com mais de 60 anos, que fume e apresente hipertensão arterial ou colesterol elevado apresenta um risco superior a 10% de ter um enfarte em 10 anos.

Como podemos melhorar a nossa saúde vascular?

A actividade física é um dos elementos que mais contribui para a redução de risco vascular, principalmente nas pessoas que apresentam outras doenças.

A ideia de que para o exercício físico ser eficaz as pessoas têm que treinar como atletas de alta competição deve ser posta de parte, assim como a ideia do ‘para fazer só isto, mais vale não fazer nada’. Qualquer exercício é mais eficaz do que nenhum exercício. Actividades tão simples como levantar-se da cadeira de trinta em trinta minutos podem ter um impacto significativa na nossa saúde cardiovascular.

A actividade física deve ser adaptada a cada pessoa, e deve ser iniciada de forma gradual, para que seja bem tolerada e não um instrumento de tortura. Não vale a pena pedir a uma pessoa que nunca fez exercício para ir correr a maratona, mas talvez uma caminhada de 30 minutos três vezes por semana não pareça assim tão complicado.

Está documentado também, que a actividade física regular, reduz eficazmente a pressão arterial e a sensibilidade à insulina (que é o primeiro passo para controlar a diabetes).

Qual é a quantidade de exercício ideal para reduzir o risco?

O mais recomendado pelas sociedades europeias e internacionais que se dedicam ao estudo da doença cardiovascular é a realização de 150 minutos de actividade física moderada por semana. O que pode corresponder a uma caminhada diária, acompanhada ou não de treino de musculação (força) ou outras actividades como natação, ioga ou desportos colectivos.

Qual o tipo de exercício mais eficaz?

Todos os tipos de exercício são eficazes para reduzir o risco cardiovascular, mas o ideal parece ser a conjugação de exercício aeróbico (corrida, caminhada) com exercício de força (musculação).

Não perder peso significa que não estou a ser eficaz?

Não. Está comprovado que mesmo não havendo perda de peso, o exercício reduz a percentagem de massa gorda e aumenta a percentagem de massa magra (músculo), pelo que o peso de pode manter, apesar de nos tornarmos metabolicamente mais saudáveis.

Que outras medidas podem ser tomadas?

O exercício só por si já apresenta uma elevada eficácia na redução de risco, no entanto, a conjugação com uma dieta equilibrada, preferencialmente acompanhada por um nutricionista, traz benefício adicional. Não esquecer que a prevenção é o caminho a seguir, para não correr atrás do prejuízo quando a doença já está instalada. Se formos eficazes na prevenção evitamos ou atrasamos a necessidade de intervenções médicas, sejam elas na forma de comprimidos ou cirurgias.

Nesta fase de contingência o que posso fazer?

Com as limitações impostas pelo isolamento social temos que ser mais criativos no que toca ao exercício físico. Numa era de redes sociais, em que estar em casa não significa estar isolado, existem inúmeros programas de exercício online que podemos seguir. Exercício simples como saltar à corda, agachamentos, abdominais, pranchas, burpees, ioga ou alongamentos podem facilmente ser feitos em casa e em família.

É importante dizer também, que quando estamos doentes, com sintomas de COVID-19 ou outros, o importante é descansar e manter a hidratação adequada, não sendo o momento adequado para iniciar um programa de exercício.

O que devo reter deste artigo?

O importante é não estar parado à frente da televisão e do computador, o sedentarismo é o que nos faz perder mais anos de vida, existem alternativas simples para tornar a nossa vida menos sedentária, por isso levante-se e ande, pela sua saúde.

Miligrama 

RuiOValenteDr

APED apresenta recomendações e guia de exercícios simples para aliviar a dor possíveis de fazer em casa. 

A dor pode servir de sinal de aviso para algo errado com o nosso organismo, como uma lesão, iminente ou real, desempenhando um papel importante de prevenção e recuperação das funções normais do organismo. No entanto, também pode ocorrer depois de a lesão estar tratada, e aí estamos perante uma dor crónica. Para além do sofrimento e do decréscimo da qualidade de vida, a dor crónica provoca alterações fisiopatológicas que vão contribuir para o aparecimento de comorbilidades e alterações orgânicas e psicológicas.

A manutenção da mobilidade desempenha um papel bastante relevante no alívio de diversos tipos de dor. No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, que se assinala a 6 de abril, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) apresenta um guia de exercícios simples de fortalecimento e alongamento da região cervical e lombar, que o doente pode realizar em casa neste período de “isolamento social”.

Segundo Ana Pedro, Presidente da APED, “os exercícios e recomendações mencionados, feitos na medida permitida pela dor e sempre aconselhados por um médico, ajudam a fortalecer a musculatura e a manter a mobilidade articular, com o objetivo de ajudar o doente a manter a sua qualidade de vida e funcionalidade.”

Exercícios para a região cervical

Para fortalecimento do pescoço e ombros

  1. Flexão do pescoço contra resistência: sentado numa cadeira, com o corpo direito e a palma da mão contra a testa, pressione ligeiramente a mão durante 3 a 5 segundos. Realize este exercício 5 vezes;
  2. Inclinação lateral: coloque a mão acima da orelha e pressione durante 3 a 5 segundos, descanse e repita 5 vezes no mesmo lado, e de seguida 5 vezes no outro;
  3. Potenciação dos ombros: sentado numa cadeira com as costas direitas e os braços ao longo do corpo, levante os ombros de forma alternada, como se quisesse tocar com eles nas orelhas. Aguarde uns segundos e baixe-os lentamente. Repita 10 vezes;
  4. Rotação dos ombros: sentado numa cadeira, faça rotações lentas com os ombros para a frente e de seguida para trás, mantenha as costas direitas e realize pelo menos 5 rotações em cada sentido, lentamente. 

Para alongamento da musculatura, evitar encurtamentos e melhorar contraturas

  1. Alongamento da região posterior do pescoço;
  2. Alongamento lateral do pescoço com a ajuda da mão;
  3. Rodar a cabeça para a direita e para a esquerda até chegar ao limite natural, manter a posição durante 5 segundos em cada lado e voltar ao centro;
  4. Flexão lateral, inclinando a cabeça para um lado, de modo a tocar no ombro com a orelha. 

Recomendações e exercícios para a região lombar

  1. Evitar posturas forçadas;
  2. Utilizar calçado com sola que absorva o impacto;
  3. Não efetuar rotações da coluna com objetos pesados nos braços;
  4. Ao sentar, manter sempre as costas direitas e bem apoiadas.

Além disto, é importante fortalecer, tonificar e alongar a musculatura lombar realizando exercícios diários, como:

  1. Deitar de barriga para cima, com as pernas fletidas e as mãos na nuca, e levantar a cabeça e os ombros do chão;
  2. Deitar com uma almofada debaixo da barriga, levantar uma perna afastando-a ligeiramente do chão e levantar logo de seguida a outra perna;
  3. Com as mãos e os joelhos apoiados no chão, esticar a perna levantando-a para trás;
  4. Manter as mãos e os joelhos apoiados no chão, com as costas direitas. Começar por curvar as costas com a barriga para dentro e depois para baixo;
  5. Deitar de barriga para cima, com as pernas fletidas, os pés apoiados no chão e os braços ao longo do corpo. Levantar os glúteos do chão, mantendo essa posição durante 3 segundos e baixar;
  6. Deitar de barriga para baixo, arquear as costas para trás, ajudando com os cotovelos ou com as mãos, o quanto for possível;
  7. Deitar de barriga para cima, levar os joelhos ao peito, segurando-os com as mãos e mantê-los o mais próximo possível do corpo;
  8. Deitar de barriga para cima, levar os joelhos ao peito e, de seguida, deixá-los cair para um lado enquanto vira a cabeça para o lado contrário.

Sobre a APED

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) tem como objetivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor em Portugal, de acordo com os parâmetros estabelecidos pela International Association for the Study of Pain e pela Organização Mundial de Saúde. Para mais informações: www.aped-dor.org.

Atrevia

AssociacaoPortEDOR