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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… Jovens ou idosos, pessoas saudáveis ou portadoras de doenças crónicas, praticamente todos são elegíveis para uma viagem de avião.

No entanto, há que ter em consideração que, nos voos comerciais, a cabine atinge uma pressão atmosférica inferior à do nível do mar e, assim, a quantidade de oxigénio é mais reduzida.

Apesar de causarem desconforto, estes efeitos não perturbam os indivíduos saudáveis. Até podem ser obrigados a completar mais ciclos respiratórios por minuto, mas o processo não implica um esforço acrescido. Em suma, respiram mais depressa, embora não se cansem particularmente. Com os doentes crónicos, a história pode, contudo, conhecer outro desfecho.

Se sofre de algum problema de saúde, informe-se das regras junto do serviço de reservas da companhia aérea que o vai levar ao destino. Trata-se de um cuidado ainda mais importante face a problemas cardíacos, pulmonares, gastrointestinais ou psicológicos, ou no caso de cirurgia ou internamento recente.

Nestas situações, podem existir restrições para voar durante um certo período ou ser exigido o acompanhado por médico ou enfermeiro.

No que respeita aos equipamentos médicos a bordo, inaladores de asma podem ser transportados na bagagem de mão. Seringas e canetas para diabéticos, por exemplo, também podem viajar na cabine, mas convém serem acompanhadas de uma declaração médica.

E se durante a viagem se aperceber que não tem o inalador de asma, saiba que os aviões levam na bagagem alguns fármacos e equipamentos médicos, e o pessoal de bordo tem formação para responder a certas situações. A administração de fármacos injetáveis já exige a presença de um médico ou enfermeiro.

Se prefere viajar de comboio, transporte os medicamentos e as seringas nas embalagens originais e, à cautela, leve uma declaração médica, sobretudo se viajar para fora da União Europeia.

Fonte: DECO-Delegação Regional do Algarve

A DECO INFORMA… O esquecimento do código PIN do cartão ou o depósito de moedas podem levar o seu banco a cobrar-lhe comissões “bizarras”. Não faltam exemplos de encargos injustificados. É urgente que o Banco de Portugal ou o legislador clarifique o que pode ser considerado serviço bancário. 

Cobrar pela prestação de um serviço faz parte de uma actividade comercial. E, desde Outubro de 2015, por lei só é permitida a cobrança de uma comissão bancária quando existe um serviço associado.

Mas como a lei não clarifica o que se entende por serviço bancário, os bancos fazem uma livre interpretação da mesma. E cobram mesmo quando não existe qualquer serviço prestado ou exigem um valor totalmente desproporcional ao serviço. O presidente da Associação Portuguesa dos Bancos considera que cobrar comissões é “legítimo e normal”. Não concordamos quando não existe um serviço prestado.       

Por exemplo, não há qualquer serviço prestado quando se cobra uma prestação de um crédito. Apenas se cumpre o que foi contratualmente previsto aquando da cedência do financiamento. Ceder o nosso capital ao banco para que o mesmo possa emprestá-lo a outros clientes ou efectuar outras operações financeiras, e obter rentabilidade, também não consiste em nenhum serviço.

É urgente que o Banco de Portugal ou o legislador esclareça o que é um serviço bancário e limite as subidas das comissões, principalmente nos produtos bancários imprescindíveis para os consumidores, evitando aumentos que em nada correspondem à evolução dos preços na economia.

Observámos a cobrança de comissões bancárias inesperadas ou desproporcionadas nas várias instituições bancárias e opomo-nos fortemente a esta prática. Por isso, já enviámos ao Banco de Portugal e à Assembleia da República as conclusões deste estudo.

Veja as 10 comissões mais estranhas que encontrámos: Depósito de moedas; Declarações; Informação por escrito; Engano no IBAN; Esquecer o PIN; Renegociar crédito; Alterar a titularidade; Pedir dinheiro ao balcão; Cancelamento de cheques; Cheques carecas.

Na página www.decoproteste.pt poderá consultar com mais detalhe a informação sobre cada uma destas taxas.

Fonte: DECO-Delegação Regional do Algarve

A DECO INFORMA… O que é preparado fora de casa não é barato. Mas é tão cómodo: não ter de cortar a fruta, não ter de arranjar a couve-galega e o agrião...

Abrir a embalagem, retirar o produto e dar-lhe um uso imediato é um alívio enorme, sobretudo para quem, diariamente, tem de cozinhar para toda a família. É uma solução tentadora, até porque a conservação, a higiene e a frescura recomendam-se na maioria das amostras do nosso teste. Porém, é uma solução pouco económica como regra quotidiana.

Fizemos contas, e a diferença de preço entre as versões a granel e embaladas são, sobretudo na fruta fresca, assinaláveis.

A fruta e os legumes pré-embalados que analisámos são, globalmente, frescos. No entanto detectámos algumas bactérias que denunciam falhas na conservação. O surgimento de microrganismos pode dever-se a vários fatores: manipulação excessiva, desinfeção inadequada, contaminação cruzada através de vegetais contaminados ou utensílios incorretamente lavados. Por isso, cozinhe bem os legumes.

A data de validade destes legumes é curta, logo respeite o prazo indicado no rótulo.

A maioria das marcas analisadas apresenta, em geral, a informação exigida por lei: ingredientes, peso, data de validade, conselhos de conservação e produtor.

A indicação do estado de lavagem do produto nem sempre é clara. No expositor de legumes frescos embalados, encontrámos produtos com o mesmo tipo de preparação e embalamento, já lavados e prontos a consumir, lado a lado com outros não lavados. Para os distinguir, antes da confeção, o consumidor precisa de estar atento à embalagem. A menção deveria ser clara, mas encontrámos apresentações distintas.

Mesmo nos casos em que os produtos não são lavados, mas que já têm algum tipo de preparação, como é o caso do caldo verde, seria interessante ter a informação a alertar para “produto não lavado”. Na dúvida, lave os ingredientes antes de os usar na preparação da sua sopa.

Fonte: DECO-Delegação Reg do Algarve

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

org frigorificoDepois de realizadas as compras de géneros alimentícios, é de salientar a importância da conservação dos mesmos.

Deve ter sempre em atenção o modo de conservação indicado na embalagem, bem como o prazo de conservação depois de aberta.

A partir dos 40 anos, os níveis de testosterona diminuem progressivamente nos homens.

O hipogonadismo de início tardio ou “menopausa masculina” geralmente não interrompe totalmente a produção de espermatozoides, mas pode afetar a fertilidade.

Disfunção erétil, diminuição da libido, fadiga e aumento de peso são alguns dos sintomas.

LISBOA, 20 DE JUNHO DE 2017

O hipogonadismo de início tardio ou défice androgénico caracteriza-se por uma diminuição dos níveis de testosterona nos homens a partir dos 40 anos. Este processo, semelhante à menopausa, não implica o fim da fertilidade como esta, apesar de poder provocar disfunção erétil e perda de libido, entre outros sintomas.

“É um processo progressivo, de forma que, aos 70 anos, os homens têm aproximadamente 30% menos de testosterona, a hormona encarregada de manter o tónus muscular, a massa óssea e a função sexual”, explica o Dr. Carlos Balmori, urologista do IVI Madrid.

Outros dos sintomas mais facilmente detetáveis são a debilidade muscular, fadiga, aumento de peso e perda de cabelo, ainda assim, podem ser acompanhados de perda de massa muscular e de doenças como a osteoporose e a osteopenia. “O resultado deste quadro sintomático é uma perda progressiva de qualidade de vida”, assegura o Dr. Balmori.

Além disso, muitos homens apresentam o chamado síndrome metabólico, uma doença relacionada com o hipogonadismo que se caracteriza por sintomas como obesidade, hiperglicemia, altos níveis de ácido úrico, hipertensão e hipercolesterolemia.

Viver esta nova etapa com saúde

Ainda que o hipogonadismo afete a todos os homens a partir de uma determinada idade – e aqueles que tenham removido um ou ambos os testículos- há certos hábitos saudáveis que se podem adotar para minimizar os seus efeitos. “Em alguns casos, mediante uma vida sexual ativa, os níveis de testosterona podem voltar à normalidade”, explica o Dr. Balmori. Mediante um exame detalhado dos pacientes aumentamos a efetividade de qualquer tratamento médico”.

Neste sentido, destaca-se que os “controles preventivos são muito importantes para avaliar os níveis hormonais, de glucose, colesterol e ácido úrico.”

“Para queles pacientes que não podem repor esta hormona de forma natural, existem tratamentos à base de testosterona, tanto injetáveis como em gel”, comenta o Dr. Balmori, que destaca que esta terapia de substituição hormonal não é prejudicial sempre que for supervisionada por um médico e que não se superem os níveis estabelecidos.

“É importante reforçar que se trata de um processo inerente ao avançar da idade. Um estilo de vida exigente e menos saudável poderá acelerar a manifestação destes sintomas”, explica a Dra. Susana Alves, diretora do Laboratório de Andrologia do IVI Lisboa.

Sobre IVI - RMANJ

O IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica em Espanha especializada em reprodução humana. Desde então ajudou a nascer mais de 160.000 crianças, graças à aplicação das últimas tecnologias em procriação medicamente assistida. No início de 2017, ocorre a fusão entre o IVI e a RMANJ, e o grupo converte-se no maior em Medicina Reprodutiva do mundo. Atualmente conta com mais de 70 clínicas em todo o mundo e é líder em medicina reprodutiva. https://ivi.pt/ - http://www.rmanj.com/

Fonte: IVI

 

''As minhas análises ao sangue indicam que o magnésio está ótimo por isso o médico disse para não me preocupar. Não percebo porque tenho cãibras se o meu magnésio está ótimo.''
 
Estas são questões que ouço tantas vezes, e que me levam a escrever este pequeno artigo, na tentativa de esclarecer mais um pouco sobre o assunto. Não é que de facto nos tenhamos que preocupar demasiado, mas também não é assim tão simples descartar a possível carência de magnésio. Isto porque na maioria dos casos, a medição do magnésio dá-nos pouca ou nenhuma informação sobre aquilo que realmente queremos saber.
 
O Magnésio
O magnésio é realmente muito importante e interfere com centenas de reações bioquímicas no nosso organismo, incluíndo a nossa expressão genética e capacidade de absorção de muitos outros nutrientes.
E a maioria de nós tem possivelmente algum nível de carência, que pode ser sentida através de dezenas de sintomas: cãibras, insónias, retenção de líquidos, irritabilidade, osteoporose, dores articulares, arritmias, prisão de ventre, quistos, má regulação da glicose sanguínea e lista continuaria.
Quando conhecemos todos os possíveis sintomas da carência de magnésio ficamos com a ideia que está na causa de tudo. E, na verdade, uma suplementação bem orientada pode resolver e evitar muitos problemas de saúde. Mas existem várias formas de magnésio e dosagens a respeitar para cada caso.
Além de outros factores, a carência de magnésio deve-se sobretudo a problemas intestinais (disbiose – desregulação da microbiota) e falta da ingestão desse mineral através alimentação. Os alimentos hoje são muito pobres em magnésio devido à má qualidade dos solos em que são cultivados.
 
A medição do Magnésio
O problema, ou dificuldade em "medir" magnésio, deve-se ao facto de que o magnésio a que se referem a maioria das análises, será provavelmente o magnésio presente no soro (ionograma sérico) ou da urina (ionograma urinário).
Contudo, as nossas reservas de magnésio não se encontram no soro (apenas 0,3%) pelo que estas análises não indicam se estamos carentes ou não de magnésio, para que este possa desempenhar as suas funções onde realmente é necessário. Dão sim outras pistas sobre a função renal, microbiota e capacidade de absorção do Mg, relação com o potássio e cálcio, desidratação, etc.
O magnésio que deveria ser medido ou doseado (tal como por exemplo também o zinco) chama-se Mangésio Eritrocitário, e que é aquele que se encontra dentro dos eritrócitos (hemácias). Este dá-nos uma ideia muito mais abrangente sobre as reservas de magnésio e a possibilidade de identificar possíveis carências
É uma análises que peço muitas vezes para ser feita, mas que muitos médicos se o pedem, na maioria dos casos é com relutância.
Entretanto, vamos continuar a ingerir alimentos ricos em magnésio como sementes de abóbora, girassol, sésamo, espinafres, couves, oleaginosas, quinoa, entre outros.
 
Autor do artigo - Dr Miguel Figueiredo
Facilita consultas de Coaching Alimentar - Casa Sakra (Lagos)
 
Fonte: Casa Sakra
 

No âmbito do ciclo de sessões práticas e informativas sobre Acidente Vascular Cerebral dirigido a cuidadores e familiares, promovido entre os meses de fevereiro e junho pelo NeuroSer, a terapeuta ocupacional do centro dedicado às doenças neurológicas, Ana Matias, avança algumas questões que serão esclarecidas na sessão sob o tema “Como regressar ao dia-a-dia passo a passo”.

A sessão tem lugar no próximo dia 19 de junho, das 18H às 19H, em Lisboa.

De que forma é que um AVC pode afetar a vida ocupacional da pessoa?

Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre de forma súbita e tem uma recuperação com duração significativa, que dependendo de caso para caso deixará sequelas ao longo da vida do utente. Ou seja, não é uma patologia na qual a pessoa vai perdendo gradualmente as suas competências, trata-se sim de uma rutura abrupta, que provoca um momento emocionalmente delicado de perda de papéis ocupacionais.

Com a ocorrência de um AVC, a pessoa irá enfrentar a perda de competências cognitivas e/ou físicas, bem como uma alteração no seu estado emocional. Estas alterações poderão provocar dificuldades no trabalho, na gestão das finanças, nas atividades domésticas, nos cuidados pessoais, nas atividades de lazer, entre outros.

Assim sendo, uma pessoa que antes do AVC era completamente autónoma, poderá ver-se afastada das suas ocupações mais significativas; perder as suas anteriores responsabilidades, o que poderá provocar um sentimento de frustração; e depender de um cuidador.

Como é que estas alterações cognitivas e físicas podem influenciar o envolvimento em ocupações?

Antes de mais é importante compreender que o envolvimento em ocupações não depende apenas da pessoa, depende também das exigências da ocupação em si e do ambiente no qual esta se desenvolve. Quando fazemos algo, ocorre sempre a interação do que somos (pessoa), do que a tarefa exige (ocupação) e do que o ambiente proporciona (ambiente).

Por exemplo, cozinhar não depende apenas das competências cognitivas (como funções executivas e memória) e competências físicas (como força e coordenação), depende também do que a ocupação exige (neste caso, conseguir planear os ingredientes e utensílios; conseguir distinguir os vegetais; conseguir cortar frutas; reconhecer quando os alimentos estão cozinhados; entre outros) e do ambiente (neste caso, a altura da bancada da cozinha, o ruído na divisão; o apoio de um ajudante; entre outros).

Todos estes aspetos podem atuar como agentes facilitadores ou limitadores, sendo essencial que um Terapeuta Ocupacional identifique cada um deles e os adeque às necessidades da pessoa, facilitando assim o seu envolvimento ocupacional. Trata-se de equilibrar a balança pessoa-ocupação-ambiente, colocando mais ênfase num aspeto e retirando a outro.

O que é que pode ser feito para promover a ocupação após AVC?

Uma vez identificados os agentes facilitadores e limitadores, devemos aproveitar os facilitadores ao máximo e tentar encontrar estratégias para superar os limitadores.

Utilizando ainda o exemplo da cozinha: se compreendemos que a pessoa tem facilidade em memorizar os passos, podemos sugerir uma receita mais elaborada. Isto irá fazer com que a pessoa se sinta desafiada e mais realizada ao alcançar o sucesso. Já no caso de nos apercebermos que a pessoa não consegue cortar os legumes por défices ao nível da força muscular, podemos sugerir a utilização de um produto de apoio (faca adaptada e/ou tábua de corte adaptada) que facilite a tarefa. Esta é uma forma de aproveitar uma facilidade para aumentar a motivação para a ocupação e de eliminar uma dificuldade, utilizando produtos de apoio. Existem diversas graduações e adaptações que devem ser utilizadas de acordo com cada caso.

Será realmente importante promover a participação ocupacional da pessoa após AVC?

Os Seres Humanos são definidos por aquilo que fazem ao longo do seu dia e ao longo das suas vidas, por isso é que existe a ideia de que nós somos aquilo que fazemos. Eu posso ser uma professora, uma dona de casa ou uma mãe. Essas responsabilidades, esses papéis ocupacionais definem quem eu sou. É portanto crucial que qualquer pessoa (com ou sem sequelas de AVC) se envolva em ocupações que preenchem as suas necessidades e os seus desejos.

Sabe-se que o envolvimento em ocupações é essencial para a qualidade de vida e saúde de qualquer pessoa e que contribui de forma significativa para a forma como a própria e outros a veem na sociedade.

Fonte: CC