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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… No quadro de Pandemia provocada pela COVID-19 muitos consumidores e suas famílias ficaram com o seu rendimento reduzido, nalguns casos drasticamente, por força do encerramento ou redução da atividade empresarial, de situações de lay-off, desemprego, quebra de rendimento da atividade como profissionais liberais ou outra. Logo, as dívidas começam a acumular-se.

Frequentemente o consumidor, muito pressionado para pagar, acaba por aceitar uma renegociação mal feita que mais tarde não conseguirá cumprir. Esta será uma solução a evitar.

Face à perspetiva de incumprimento e demonstrando boa-fé, o primeiro passo a dar será o de procurar uma solução conjunta, no novo quadro orçamental.

Ao tomar consciência do risco de incumprimento, o credor deverá dar início a um procedimento legal, o PARI – Plano de Ação para o Risco de Incumprimento e propor ao devedor um plano de pagamento que se ajuste às circunstâncias que vivência. Se porventura já houver incumprimento deverá proceder à abertura do PERSI – Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, não podendo o credor, desde logo, avançar para via judicial.

O que deve evitar?

Deve evitar acumular dívidas e evitar ofertas milagrosas de crédito fácil, como por exemplo “limpe o seu nome sem pagar as dívidas” ou “resolvemos o seu problema financeiro, mesmo com o seu nome sujo”, pois estamos perante práticas ilegais e fraudulentas em que não deverá incorrer.

Não ceda também à tentação de pedir dinheiro a agiotas, que costumam fazer uso de meios ilegais para cobrar os juros exorbitantes que aplicam.

Procure o Gabinete de Proteção Financeira da DECO, que poderá ajudar na mediação com os credores e a procurar o equilíbrio das suas finanças pessoais, ou na informação e orientação económica sobre os créditos.

GASDECO: contactos telefónicos: 213 710 238 / 22 339 19 ou email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.. 

GPI DECO AlgarveDividasDECO

Neste mês de maio, a NET Viva e Segura está em força nas escolas para alertar os mais jovens para os desafios do mundo digital.

A NET Viva e Segura, uma parceria da DECOJovem e DECO PROTESTE com a Google, é um projeto que promove a literacia digital e incentiva os jovens com idade escolar a aceder à internet de forma segura sendo reconhecido como um importante contributo para a promoção da literacia digital.

A DECOJovem volta a trazer esta iniciativa para as escolas, agora no formato digital, mostrando sempre uma preocupação sobre temas tão atuais e presentes na vida dos jovens, como seja a segurança, privacidade e respeito na sua presença no mundo digital.

Com esta quarta edição do projeto NET Viva e Segura, a DECOJovem está a realizar um roadshow em várias escolas, 8 conferências regionais com atividades dirigidas a toda a comunidade educativa, num formato dinâmico, interativo e divertido, com a presença de especialistas para informar, discutir e refletir sobre temas do mundo digital.

A DECOJovem conta com vários animadores para acompanhar estas atividades, procurando incentivar os mais novos a pensar sobre temáticas que fazem parte da sua realidade virtual e vida social, nomeadamente segurança, privacidade e respeito na sua presença no mundo digital.

Um dos assuntos debatidos nesta conferência será o “Phishing”, fenómeno em que os dados bancários são alvo de roubo, quando estes são disponibilizados online.

No Inquérito Kids Online, os participantes foram questionados quais os outros riscos que se podem encontrar no mundo online: riscos comerciais, como ser vítima de burla; riscos técnicos (o caso de vírus) e riscos que decorrem do mau uso de dados pessoais foram algumas respostas.

No que se refere a riscos relativos à privacidade: 7% dos jovens referem que alguém usou a sua informação pessoal de um modo que não lhes agradou e 8% referem que alguém usou a sua password para aceder a informação e fingir a sua identidade.

Esta realidade está cada vez mais presente na vida dos jovens e, é preciso tomar precauções e debater com eles na primeira pessoa o que pode e deve ser feito para não sermos alvos deste perigo online. Nunca sabemos quais as intenções de todos os utilizadores por isso há regras para cumprir e as quais iremos partilhar.

Este e outros temas vão estar em discussão e reflexão com as conferências NET Viva e Segura.

GPI DECO AlgarveNetVivaSegura1

 

A DECO PROTESTE, organização de defesa do consumidor, avaliou a resposta da rede pública de carregamento elétrico com um teste que consistiu em percorrer três mil quilómetros em Portugal, Espanha, Itália e Bélgica, em carros 100 por cento elétricos. Apesar de o consumidor poupar no combustível e na manutenção, a tecnologia ainda levanta dúvidas junto dos consumidores e as soluções são desiguais nos diferentes países. No geral, falta uma visão comum e integrada a nível europeu, com postos mais rápidos e melhorias a fazer na lei.

Segundo Alexandre Marvão, especialista em Mobilidade da DECO PROTESTE, “o legislador, os construtores de carros, as empresas e os operadores de postos ainda têm muito trabalho pela frente para tornarem o carro elétrico uma opção apelativa para os consumidores”.

Como ponto de partida, a DECO PROTESTE considera necessário reforçar a lei ou dar acesso a financiamento para que se possam instalar postos de carregamento privados nos edifícios antigos e nas novas construções, uma vez que a melhor forma de carregar um carro elétrico é fazê-lo durante os longos períodos em que está estacionado. Com esta melhoria, a rede pública fica disponível para fazer carregamentos no caso de viagens longas, necessidades pontuais ou quando o consumidor não tem outra forma de carregar o carro.

Na rede pública em meio urbano, o principal receio dos consumidores é o tempo de carregamento, que não pode ser longo ou um momento perdido. A DECO PROTESTE verificou que apenas 7% dos carregadores têm potência superior a 42 kWh, defendendo a conversão da rede pública para carregadores com mais de 22 kWh e a criação de pontos de carregadores rápidos. No caso das autoestradas, a organização de defesa do consumidor propõe que as principais rotas tenham carregadores rápidos e ultrarrápidos em todas as estações, com postos suficientes para os veículos que ali circulam.

Outra das limitações verificadas no teste à resposta da rede pública de carregamento elétrico foi a distância entre carregadores. Fora das localidades, a DECO PROTESTE considera fundamental garantir distâncias inferiores a 50 quilómetros entre postos. O pagamento também deve ser facilitado para os turistas, os utilizadores ocasionais e quem se esquecer do telemóvel. Nestas situações, deve ser possível pagar com cartão de crédito ou débito, dinheiro ou um cartão pré-pago. Portugal é um bom exemplo de um sistema de pagamento universal, em que o consumidor pode contratar o fornecedor à sua medida e usar o mesmo cartão em todos os postos.

Para a DECO PROTESTE falta, também, regulamentar e harmonizar os critérios das tarifas e das taxas extra. A tarifa tem de ser justa e estar indicada, com informação clara sobre o preço da energia, a par da criação de um protocolo de comunicação comum entre as estações. Só desta forma as apps podem exibir dados fiáveis, como o local, a disponibilidade, o preço e a reserva.

O teste à mobilidade elétrica dos carros realizou-se entre outubro de 2020 e janeiro de 2021.

BCWMobilidadeEletrica

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

A Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL) e a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) estão a promover a segunda edição do maior prémio de investigação, em Portugal, na área da nefrologia.

O Prémio “ANADIAL-SPN” é atribuído anualmente e tem como objetivo incentivar a realização de estudos clínicos e avaliações epidemiológicas na área da doença renal crónica. Na edição 2021, o tema do prémio é "Uma Perspetiva Integrada do Tratamento da Doença Renal no Sistema de Saúde Português – Interação e complementaridade entre os diferentes intervenientes e modalidades de tratamento".

“Pretendemos, com este Prémio, encorajar a realização de trabalhos científicos que contribuam para o estudo e diminuição da grande prevalência de portugueses com doença renal crónica, sobretudo nos estádios mais avançados. Por outro lado, queremos ajudar a colmatar a ausência de investigações clínicas e estudos epidemiológicos nesta área”, explica Jaime Tavares, presidente da ANADIAL.

“Esta iniciativa acontece num momento de particular importância para todos aqueles que lidam com a doença renal crónica, uma doença em crescimento em Portugal. Esperamos que este Prémio, o maior na área da nefrologia, possa estimular a investigação científica e distinguir os investigadores portugueses que estão dedicados a encontrar resposta para os problemas que estamos a enfrentar”, defende Aníbal Ferreira, presidente da SPN.

A doença renal crónica é uma doença provocada pela deterioração lenta e irreversível da função renal. Como consequência da perda de função, existe retenção no sangue de substâncias que normalmente seriam excretadas pelo rim, resultando na acumulação de produtos metabólicos tóxicos no sangue (azotemia ou uremia). São várias as doenças que podem provocar lesões nos rins e provocar a insuficiência renal crónica, nomeadamente a hipertensão arterial, a diabetes mellitus, as glomerulonefrites crónicas e algumas doenças hereditárias. Nas fases mais avançadas os portadores desta doença necessitam de realizar regularmente um tratamento de substituição da função renal que poderá ser a hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.

Para mais informações e consulta do regulamento: http://www.anadial.pt

MiligramaPremioAnadial

Informar e desmistificar sobre a Doença Hemorroidária é o objetivo da Servier Portugal com o lançamento da plataforma "Hemorroidas – Sem Vergonha & Sem Dor", o primeiro website português totalmente dedicado a esta patologia. Na plataforma, e também nas redes sociais Facebook e Instagram, os portugueses vão poder encontrar informação clara, de compreensão simples e validada cientificamente. 

A Doença Hemorroidária ainda é uma doença tabu, sobre a qual muitos doentes não falam com o seu médico. Não tratar as hemorroidas por vergonha de falar com o médico pode levar ao aumento da dor, desconforto e consequente agravamento da doença", explica Margarida Santos, Interna de Medicina Geral e Familiar. "Este projeto da Servier Portugal vem permitir um maior acesso a informação para o doente, que encontra nos conteúdos disponíveis um complemento útil ao acompanhamento médico, que não deve ser descurado. É essencial desmistificar a doença hemorroidária, que para além de prevalente, interfere muito com a qualidade de vida do doente", conclui a médica. 

A procura online de informação sobre esta patologia é um ato frequente na jornada destes doentes. Esta iniciativa pretende dar ao doente o acesso a conteúdo digital fidedigno sobre doença hemorroidária para que, com mais informação, possa sem vergonha e de forma mais confiante abordar a sua condição de saúde junto do seu médico ou farmacêutico. 

Uma em cada três pessoas vai sofrer de doença hemorroidária pelo menos uma vez na sua vida e, embora seja mais frequente nas faixas etárias entre os 45 e os 65 anos, esta doença pode acontecer em qualquer faixa etária. Apesar de ser uma patologia frequente e que pode comprometer profundamente a qualidade de vida de quem com ela convive, o tabu torna-a numa doença sub-diagnosticada e, por isso, sub-tratada.  

A plataforma, que será atualizada frequentemente, conta já com diversa informação sobre Hemorroidas – o que são, que fatores de risco podem contribuir para o seu aparecimento, como se pode prevenir e tratar – e dá ao utilizador a possibilidade de testar o seu conhecimento, com um Quizz sobre mitos comuns associados à Doença Hemorroidária.

Hemorroidas – Sem Vergonha & Sem Dor 

Website www.ashemorroidas.pt  

Facebook www.facebook.com/ashemorroidas

CFHemorroidas

O estudo “A Saúde dos Portugueses: um BI em nome próprio", retrato sociológico sobre a saúde em Portugal, realizado no âmbito dos 25 anos da Médis, revela alguns dos impactos que a pandemia está a ter na saúde dos portugueses. A investigação teve a coordenação da Return On Ideas e o acompanhamento da Professora Doutora Maria do Céu Machado, Presidente do Conselho Disciplinar da Ordem dos Médicos, Professora Catedrática Jubilada da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e ex-Presidente do Infarmed.

Durante este período pandémico, milhares de doentes ficaram sem consultas, tratamentos ou cirurgias de que necessitavam. O adiamento destas intervenções e das que ficaram por diagnosticar, sugere um agravamento dos indicadores de saúde a curto prazo. Desta forma, 30% dos portugueses inquiridos que sofre de uma doença grave, acusa a pandemia de prejudicar a sua saúde, nomeadamente por “piorar o acompanhamento médico de doenças ou problemas”.

No geral, o estudo não reconhece implicações expressivas da pandemia no estado de saúde dos portugueses. 69% dos inquiridos indicam que a pandemia não teve qualquer impacto na sua saúde. Por outro lado, dos 28% dos inquiridos que reconhecem algum efeito negativo, 62% atribuem ao “sedentarismo” e 52% à “ansiedade”. No entanto, a ameaça da doença introduziu mudanças na relação dos portugueses com a saúde, levando um em cada quatro portugueses inquiridos a reconhecer que “procurou mais informação sobre saúde” e um em cada cinco inquiridos a admitir que “reduziu o recurso a médicos por rotina ou prevenção”. 

Segundo o estudo, acredita-se que ainda estão por revelar as piores marcas da Covid-19, ao nível da saúde física e mental. 13,5% dos inquiridos reconhece que o contexto de pandemia está na base de uma sensação de descontrolo sobre a sua própria saúde, estando mais relacionado com a instabilidade ou fragilidade emocional do que física.

Mais informações em www.saudes.pt

Sobre o Estudo

“A SAÚDE DOS PORTUGUESES – UM BI EM NOME PRÓPRIO” é o primeiro estudo do projeto Saúdes.

Foi seguida uma metodologia quali-quanti: num primeiro momento, com recurso a 22 entrevistas individuais aprofundadas (4 das quais a profissionais de saúde), observou-se o impacto que a vivência pessoal tem na saúde; a metodologia quantitativa que se seguiu, com entrevistas a 1.209 portugueses, numa amostra representativa da população portuguesa, permitiu mapear e aprofundar a realidade encontrada.

O trabalho de campo decorreu em out/nov 2020 (qualitativo) e, posteriormente, janeiro de 2021 (quantitativo).

AtreviaSaudePortugueses