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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… A DECOJovem regressa para mais um ano letivo recheado de atividades junto dos jovens consumidores!

A DECOJovem, com o objetivo de preparar os jovens consumidores para os desafios do futuro, desenvolve diversas atividades dirigidas às escolas de todo o país e que em muito têm contribuído para jovens mais informados, responsáveis e mais sustentáveis.

As escolas têm sempre uma excelente recetividade e só no ano passado, a DECO Algarve, realizou mais de 30 Consumers Talks (sessões informativas) para os alunos da região algarvia, tendo os temas dos direitos e deveres dos consumidores, alimentação, poupança e sustentabilidade sido os assuntos mais trabalhados.

Para este novo ano letivo, a DECOJovem regressa em força com:

  • As Consumer Talks: sessões informativas para alunos sobre alimentação, finanças pessoais, consumo sustentável, direitos dos consumidores, entre outros, que ajudam os alunos a refletir e a discutir sobre questões emergentes do consumo;
  • O concurso Sitestar.pt, que já conta com sete edições, que permite aos jovens criar sites com o domínio de topo de Portugal .pt, com o objetivo de divulgar as suas iniciativas e projetos e assim promover o desenvolvimento das suas competências digitais;
  • O Natal sem resíduos… de plástico que decorrerá na Semana Europeia de Prevenção de Resíduos e que se pretende sensibilizar para o problema do excesso do plástico e necessidade urgente de mudança de comportamentos;
  • A NET Viva e Segura que vai percorrer o país com 20 roadshows a decorrer em todos os distritos do país, em parceria com a Google Portugal, e que ajuda os jovens a aceder à internet de forma segura.

E ainda há mais … para conhecer todas as iniciativas visite o nosso site www.decojovem.pt e pode sempre contactar a DECO Algarve (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou telefone para 289 863 103) para prestar apoio às atividades a desenvolver.

Fonte: GPI DECO-AlgarveDECOJovem

A DECO INFORMA… As regras para pedir a reforma antecipada sem penalizações mudaram. Mantém-se a exigência dos 46 anos de contribuições, mas o acesso foi alargado a trabalhadores com, pelo menos, 60 anos de idade, que tenham começado a trabalhar antes de atingir os 17 anos.

Até agora, só abrangia quem tinha feito descontos durante, pelo menos, 48 anos ou tinha entrado no mercado de trabalho até completar 15 anos de idade e já havia atingido 46 anos de contribuições.

Quem contribuiu para diferentes regimes contributivos (regime geral de Segurança Social, função pública, estrangeiro, entre outros) poderá utilizar toda a carreira contributiva para aceder a este regime de pensão antecipada sem penalizações.

Desde que cumpram os referidos requisitos, deixa de ser aplicado o fator de sustentabilidade (14,67% em 2019) e o fator de redução por antecipação (0,5% por cada mês de antecipação em relação à idade normal de acesso à pensão) que penalizam as pensões antecipadas do regime geral de Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações.

Em certos casos, a antecipação pode originar uma penalização de 0,5% por cada mês de antecipação em relação à idade de reforma, mas sem que se aplique o fator de sustentabilidade. É assim para quem se reforme a partir do início de 2019, tenha, pelo menos, 63 anos de idade e aos 60 já apresentava um mínimo de 40 anos de contribuições. Desde 1 de outubro, o mesmo acontece a quem tenha 60 anos ou mais (e os 40 anos de descontos).

As pessoas que fizeram descontos no estrangeiro ou para caixas específicas têm a possibilidade de contabilizar todo o tempo contributivo para aceder à pensão antecipada ou beneficiar de eventual bonificação e não apenas para assegurar que é cumprido o chamado prazo de garantia. Atualmente, esse prazo é de 15 anos no regime geral.

Para os restantes beneficiários que peçam a reforma antes da idade legal, mantêm-se as penalizações. A idade normal de acesso à pensão é atualmente de 66 anos e 5 meses.

Fonte: GPI DECO-AlgarveReformaAntecipada

A DECO INFORMA… O objetivo das alegações dos cosméticos é informar os consumidores sobre as características e as qualidades dos produtos, para poderem diferenciá-los. São parte integrante dos produtos e devem ser claras e compreensíveis para o utilizador.

Alegações que passem a ideia de que um produto tem uma ação benéfica específica quando esta é, simplesmente, conforme com as exigências legais mínimas, não devem ser permitidas.

Também não devem ser permitidas as alegações que indiquem que o produto foi autorizado ou aprovado por uma autoridade competente da União Europeia (por exemplo: "este produto cumpre com o regulamento europeu sobre cosméticos”). Todos os produtos que se encontram no mercado têm de cumprir com as normas europeias.

Se um produto alega que contém um ingrediente específico, deve verificar-se a presença desse ingrediente. E vice-versa: um ingrediente não deve estar presente se o rótulo do produto alega que não o contém.

De acordo com as orientações da Comissão Europeia, as alegações relativas a produtos cosméticos, explícitas ou implícitas, devem basear-se em elementos que se possam comprovar. Mesmo que se trate de avaliações de peritos.

As alegações dos cosméticos devem ser objetivas e não devem depreciar os concorrentes, nem os ingredientes utilizados de forma legal. Também não devem criar confusão com um produto concorrente. 

Alguns parabenos, por exemplo, são seguros quando usados de acordo com as normas europeias. Como todos os cosméticos devem ser seguros, a alegação "sem parabenos" não pode ser utilizada, porque denigre os produtos que têm parabenos.

A alegação "hipoalergénico" só pode ser usada nos casos em que o produto cosmético tenha sido formulado para minimizar o seu potencial alérgico. Os responsáveis devem ter provas que suportem a alegação, verificando e confirmando um potencial alérgico muito baixo do produto através de dados cientificamente comprovados e fiáveis estatisticamente. Estes devem ser atualizados continuamente.

A alegação "hipoalergénico" não garante a ausência completa de risco de uma reação alérgica e o produto não deve dar a impressão de que o faz.

Fonte: GPI DECO-AlgarveProdutosCosmeticos

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

imagem 4

Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

A Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV) está a promover uma campanha que visa alertar para os principais mitos sobre a relação da prática de exercício físico com a saúde da coluna vertebral. Esta iniciativa surge no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Coluna, que se assinala hoje.

Segundo o presidente da SPPCV, Miguel Casimiro, procurou criar-se “uma campanha que tivesse como principal foco esclarecer a população sobre qual a importância do exercício físico para a saúde das nossas costas, e qual o seu impacto nas pessoas que sentem dores nas costas ou se encontram em recuperação de uma lesão na coluna”.

Para o neurocirurgião, “ainda existe a perceção de que a atividade física é prejudicial para a saúde da coluna quando existem dores e/ou lesões na coluna. Contudo, está comprovado cientificamente que o exercício físico pode ser bastante benéfico no alívio da dor ou até mesmo na prevenção da mesma, sempre que recomendado pelo médico”.

As dores nas costas atingem mais de 70 por cento da população portuguesa, sendo um dos problemas de saúde mais prevalentes no país. Uma das suas principais causas é o sedentarismo.

O Dia Mundial da Coluna assinala-se todos os anos a 16 de outubro, com a missão de consciencializar a população para a importância da saúde da coluna vertebral. Em 2019, o principal mote desta efeméride é “Mantenha a sua Coluna Ativa” (#GetSpineActive).

A nova campanha da SPPCV vai decorrer durante os meses de outubro e novembro nas redes sociais da Sociedade e de diversas instituições públicas, como centros de saúde, unidades de saúde familiar e câmaras municipais.

Sobre a SPPCV

A Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, fundada em 2003, é uma associação científica, sem fins lucrativos. Tem por objeto a promoção, o estudo, a investigação e a divulgação das questões inerentes à problemática da prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias da coluna vertebral. Para mais informações consulte: http://sppcv.org/

Fonte: MiligramaCampanhaDoresColunaCampanhaDoresColuna1CampanhaDoresColuna2CampanhaDoresColuna3CampanhaDoresColuna4

A plataforma SIP Portugal vai ser oficialmente apresentada, no próximo dia 18 de outubro, pelas 17 horas, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. A iniciativa assinala também as comemorações do Dia Nacional de Luta Contra a Dor.

“A nossa prioridade, para este primeiro ano de atividade, é identificar e combater os principais problemas relacionados com as pessoas com dor crónica, em contexto laboral/profissional, de forma a permitir o retorno e a manutenção da atividade laboral. Estamos empenhados no desenvolvimento de um conjunto de medidas de atuação que possam ser implementadas e que resultem numa melhoria efetiva da qualidade de vida das pessoas”, explica Ana Pedro, presidente da APED.

Em Portugal a prevalência da dor crónica permanece elevada, estimando-se que afete cerca de 36,7% da população, com um impacto significativamente negativo na vida não só do doente e família, mas também na sociedade em geral. A reforma antecipada, o absentismo laboral, as mudanças de emprego e as pensões por incapacidade são consequências frequentes da dor crónica e da incapacidade associada.

Na iniciativa, moderada por Isabel Stilwell, serão apresentados testemunhos de doentes relacionados com os obstáculos e desafios da empregabilidade, assim como boas práticas das empresas portuguesas.

“Pretende-se fomentar a partilha de experiências, promover o diálogo, com os participantes, para a necessidade do desenvolvimento de medidas de atuação urgentes que possam combater os principais problemas relacionados com as pessoas com dor crónica, em contexto laboral/profissional e debater soluções práticas que possam ser implementadas, no imediato, para os problemas identificados”, conclui Ana Pedro.

A SIP Portugal é uma plataforma nacional com a coordenação científica da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e o apoio da empresa Grünenthal, constituída por representantes de organizações, sociedades científicas e associações de doentes que, em conjunto, partilham a mesma missão: reduzir o impacto social da dor crónica nos portugueses.

Fonte: MiligramaImpactoSocialDOR

As doenças reumáticas (DRM) incluem mais de 150 doenças ou síndromes e cada vez mais portugueses são afetados por uma delas. Os custos para o Estado com doentes que sofrem de DRM ultrapassam os mil milhões de euros, de acordo com um estudo, adianta a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) no Dia Mundial das Doenças Reumáticas que se assinala a 12 de outubro. A SPR defende a criação de um novo plano nacional de saúde para fazer face a estas doenças.

As doenças reumáticas e músculo-esqueléticas (DRM) representam, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de metade da prevalência de doenças crónicas em pessoas com idade acima dos 50 anos e são a categoria mais destacada no grupo destas doenças não transmissíveis. Portugal não escapa a esta tendência já que os números associados a algumas das mais de 150 doenças ou síndromes de natureza reumática são significativos, quer ao nível do número de pessoas afetadas, quer no impacto provocado na economia da saúde pública, representando custos para o Estado acima dos mil milhões de euros.

Em Portugal, 51,8% da população não tem acesso à especialidade de reumatologia (de acordo com os dados da Rede Referenciação Hospitalar de Reumatologia relativos a 2015). Há necessidade de reforçar o número de unidades hospitalares com serviço de Reumatologia e de quadros técnicos e recursos humanos especializados. Sem esquecer a importância que atribui ao diagnóstico precoce das DRM, como é o caso da Artrite Reumatoide cujo diagnóstico precoce pode representar uma poupança média anual por cada novo caso de, aproximadamente, 30%.

De acordo com Luís Cunha Miranda, Presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), “a falta de planeamento e vontade política tem sacrificado a vida plena de milhares de doentes reumáticos que não têm acesso à especialidade”.

Apenas cinco hospitais no país têm o quadro completo de especialistas: Hospital de Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Oeste, Hospital Garcia da Orta, Ponte de Lima e S. João e 16 hospitais não têm sequer a especialidade.

Os custos para o Estado com doentes que sofrem de DRM ultrapassam os mil milhões de euros, só na vertente laboral e de segurança social. Mas os números são mais abrangentes uma vez que também envolvem, aproximadamente, 204 milhões de euros, anuais devido ao absentismo e 910 milhões de euros devido a reformas antecipadas. Estima-se que os doentes afetados com DRM tenham uma despesa individual com a doença na ordem dos 500 euros, por oposição aos 250 euros gastos com saúde pelos indivíduos que não sofrem de DRM.

A SPR defende que “a solução para o problema será a criação de um novo plano nacional de saúde para estas doenças, que decorreu de 2004 a 2016 e que deixou inexplicavelmente de existir e a implementação da Rede de Referenciação Hospitalar de reumatologia, atualizada em 2015, que carece de execução e que o deveria ser conforme propostas concretas que a Sociedade Científica fez ao Ministério da Saúde, ACSS e ARSs”.

Alguns highlights sobre as DRM

  • No caso da lombalgia, uma doença referenciada em todo o mundo, pelo menos em alguma fase da vida, por 80% das pessoas (1); da osteoporose do joelho que, estima-se, afeta 40% das pessoas com idade superior a 70 anos (2); ou da artrite reumatoide que está na origem do abandono do mercado de trabalho em mais de 50% dos doentes (3). 
  • No caso da Espondilite Anquilosante, por exemplo, um estudo desenvolvido pela Nova IMS e a SPR (no âmbito do projeto arEA) concluiu que o seu impacto económico total pode chegar aos 639 milhões de euros, e que esta doença em particular faz com que cada um dos doentes perca cerca de 110 dias de trabalho por ano. Ou ainda o exemplo da osteoporose que, em Portugal, é responsável, anualmente, por cerca de 950 fraturas do colo do fémur.
  • O estudo Produtividade, Empregabilidade e Saúde Social, de 2016 (4), revelou que o absentismo laboral que as DRM originam é superior a 9 horas semanais, dado que a dor, a rigidez e a dificuldade na locomoção levam a que muitos trabalhadores fiquem vários dias de baixa e, em casos limite, solicitem reforma antecipada. Aproximadamente 50% dos doentes reformados inquiridos admitiram ter sido esse o seu caso. Aliás, refira-se, que os custos indiretos anuais relacionados com as reformas antecipadas atribuídas devido a DRM anda na ordem dos 910 milhões de euros, e que 13,2% dos reformados entre os 50 e os 64 anos reportam doenças reumáticas. (5)
  • No caso português, a SPR tem vindo a alertar para o facto de 51,8% da população nacional não ter acesso à especialidade de reumatologia (de acordo com os dados da Rede Referenciação Hospitalar de Reumatologia relativos a 2015), e para a necessidade de reforçar o número de unidades hospitalares com serviço de Reumatologia e de quadros técnicos e recursos humanos especializados. Ainda de realçar a importância do diagnóstico precoce das DRM, como no caso da Artrite Reumatoide cujo diagnóstico precoce pode representar uma poupança média anual por cada novo caso de, aproximadamente, 30%. (6)
  • No seu todo, as patologias reumáticas e músculo-esqueléticas representam um problema de âmbito mundial que requer a intervenção urgente e concertada das instituições que devem zelar pela saúde pública, numa ótica global e nacional.

Sobre a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR):

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia foi fundada em janeiro de 1972, depois de, dois anos antes, um grupo de 1085 médicos portugueses, de todo o país e de diferentes especialidades, entre os quais se incluíam todos os reumatologistas, que lideraram o processo, ter solicitado à Ordem dos Médicos a criação da especialidade de reumatologia.

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia tem contribuído, ao longo dos anos, para o desenvolvimento da reumatologia portuguesa. Entre os muitos objetivos a que propôs estão a colaboração com os outros organismos internacionais de Luta Contra as doenças Reumáticas; promover a atualização dos conhecimentos reumatológicos; ser o centro de documentação e informação reumatológica; fomentar o ensino e a investigação em reumatologia; atribuir prémios científicos; defender o título de reumatologista, em colaboração com a Ordem dos Médicos e as Autoridades de Saúde; favorecer a criação de Centros Médicos de ensino, tratamento e investigação e profilaxia das doenças reumáticas e do Centro de Estudo e Investigação Reumatológica; Apoiar a ação da Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas; e, ainda, liderar o processo de criação, desenvolvimento e acompanhamento do Plano Reumatológico Nacional.

(1) WorldHealth Organization. The Burden of msuccuskeletal diseases at the start of the new miilenium. Report of a WHO Scientific Group. WHO Technical Report, 2003. Disponível em: http:/whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_919.pdf.

(2) Jacobson L, Lindgren B.Vad Kostar Sjukdomarna ? [What are the costs of illness?] Stockholm:Socialstyrelsen (National Board of Health and Welfare)1996 // Smolen J. Comating the Burden of musculoskeletal conditions. Ann Rheum Dis2004;63:329

(3) Brooks PM.MJA Practice Essentials-Rheumatology.Sydney:Australasian Medical Publishing Company Limited, 1997.

(4) Fonte: GPS REUMA-Garantir e Potenciar Serviços de Reumatologia- Sociedade Portuguesa de Reumatologia

(5) Dados com base no estudo EpiReumaPt (setembro 2011-dezembro 2013)

(6) Estudo APIFARMA/PwC

Fonte: SPRSocPortReumatologia