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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… Se decidir reservar online através de uma plataforma, tenha em atenção a origem do site e as críticas relativamente ao hotel. Procure sites fidedignos, e com facilidade no reembolso, caso algo corra mal.

Antes de reservar, confirme o preço, as datas da reserva, a localização do hotel e suas características e se existem outros encargos, nomeadamente, uma taxa turística a ser cobrada no local.

Dê preferência a alojamentos que permitam o cancelamento gratuito, até próximo da viagem.

Depois da reserva, confirme que a recebeu no seu e-mail, e contacte o hotel para evitar surpresas.

Qualquer que seja a forma como fez a sua reserva, leve sempre consigo um documento escrito com a confirmação de reserva e o mais detalhado possível. Estes problemas podem ser evitados se, ao efetuar a reserva, pedir o respetivo comprovativo e exigir que o mesmo confirme os pormenores essenciais para si.

Caso não obtenha o quarto que reservou, tente resolver a questão com o responsável do hotel. Se a substituição não for possível, exija uma compensação: redução do preço ou outros serviços, por exemplo.

Se o seu destino for no estrangeiro, antes de reservar o hotel, verifique se existe alguma regulamentação no país de destino que o proteja além das condições estabelecidas pelos empreendimentos.

Se encontrar este ou outros problemas, reclame no hotel e diretamente no local onde reservou, caso seja diferente do hotel. Contacte também a DECO para melhor esclarecer os seus direitos e ter ajuda na resolução do conflito.

Informe-se sobre os seus direitos.

Fonte: GPI DECO AlgarveReservaHotel

A DECO INFORMA… Recorra apenas a empresas autorizadas. O portal do IMT indica quais são.

É importante que o consumidor saiba que fazer contrato é obrigatório, pode fazê-lo ao balcão da empresa de aluguer de viatura, junto de uma agência de viagens ou de outro operador que tenha acordo com a empresa de aluguer, mas também por telefone ou através da Internet, podendo, neste último caso, ser celebrado em suporte eletrónico.

Do contrato devem constar vários elementos, nomeadamente, a identificação do carro, o preço total, serviços complementares e informações sobre o aluguer.

Na entrega do carro deve receber toda a documentação necessária para apresentar às autoridades: o documento único automóvel, o comprovativo da apólice de seguro, a cópia do contrato de aluguer e, se aplicável, a ficha de inspeção do carro.

Quando o carro lhe for entregue inspecione-o cuidadosamente e, se for o caso, peça à empresa uma declaração com a identificação dos problemas detetados, tais como riscos, amolgadelas ou outros.

Aquando da entrega do carro, verifique também o nível de combustível, pois caso não o devolva com o mesmo nível, poderá ser-lhe cobrado um montante.

As condições de devolução do carro devem ser combinadas com a empresa de aluguer antes de assinar o contrato e devem constar do mesmo. No entanto, antes de devolver, peça à empresa uma declaração de conformidade. Tenha em conta que algumas cobram um extra quando a entrega e receção são feitas fora das suas instalações.

Em caso de acidente a empresa de rent-a-car deve assegurar gratuitamente um serviço de assistência 24 horas com que possa comunicar.

Caso a rent-a-car não cumpra as suas obrigações use o Livro de Reclamações e, se o problema ocorrer na Europa e quiser resolvê-lo já depois do regresso a casa, dirija-se ao Centro Europeu do Consumidor. Em Portugal, contacte a DECO.

Informe-se sobre os seus direitos.

Fonte: GPI DECO-AlgarveAluguerAutomovel

A DECO INFORMA… Antes de viajar para fora do país, nomeadamente para o espaço europeu, deve solicitar o Cartão Europeu de Seguro de Doença, que lhe permite o acesso aos cuidados de saúde do setor público (médico, farmácia, hospital ou centro de saúde) nas mesmas condições dos residentes do país de acolhimento: medicamentos, tratamentos, urgências, taxas moderadoras ou outras despesas em caso de acidente, doença. É válido nos 28 países da União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Pode solicitar o cartão através da internet, no portal da Segurança Social Direta, ou presencialmente num dos serviços de atendimento da Segurança Social, nas lojas do cidadão ou junto dos serviços do subsistema de saúde de que beneficie (por exemplo, a ADSE). Deve fazê-lo com alguma antecedência, mas em caso de atraso, é emitido um certificado provisório.

O cartão, válido por três anos, é gratuito e remetido para casa do titular num curto espaço de tempo. Se os cuidados de saúde não forem gratuitos, e estiver previsto o reembolso de parte ou total das despesas deve reclamar as mesmas diretamente no país onde os cuidados foram prestados.

Ninguém negará assistência médica ao consumidor se ele não tiver cartão, mas pode ter de pagá-la. Deve guardar todos os comprovativos das despesas para pedir o reembolso à Segurança Social ou, por exemplo, à ADSE, conforme o regime em que esteja inscrito, quando regressar a Portugal.

Informe-se sobre os seus direitos.

Fonte: GPI DECO-AlgarveCartaoSaudeEuropeu

 

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

imagem 4

Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Sentir necessidade urgente de ir à casa de banho mais de oito vezes por dia ou acordar várias vezes durante a noite para urinar são sinais que podem indicar que se sofre de bexiga hiperativa, uma síndrome que se caracteriza por contrações involuntárias que criam uma necessidade urgente de urinar, diminuindo o controlo que a pessoa tem sobre a sua bexiga.

Viver com bexiga hiperativa pode ser um desafio, levando, muitas vezes, quem sofre deste síndrome a isolar-se e a deixar de frequentar os sítios de que mais gosta. No verão, a bexiga hiperativa pode tornar-se um desafio ainda maior, uma vez que as roupas são finas e claras e os eventos sociais frequentes muitas vezes não têm acesso fácil à casa de banho. No entanto, esta estação traz também oportunidades, tais como a possibilidade de fazer exercício físico ao ar livre.

Para além de diminuir o risco de doenças, promover a saúde e bem-estar e contrariar os sinais de envelhecimento, a prática regular de exercício físico ajuda a proteger o pavimento pélvico, conduzindo a uma melhoria no controlo da bexiga e reduzindo o risco de problemas como a síndrome de bexiga hiperativa e incontinência urinária. O site Comece Hoje – plataforma criada pela Astellas Farma para ajudar as pessoas a ter uma bexiga mais saudável – destaca alguns exercícios e conselhos que podem ajudá-lo a controlar esta síndrome e a aproveitar melhor o seu verão:

1. Aconselhe-se com um fisioterapeuta – No caso de já ter o diagnóstico de bexiga hiperativa, é muito importante aconselhar-se com um fisioterapeuta para que este possa avaliar a musculatura pélvica e indicar qual a melhor forma de a proteger.

2. Faça alongamentos – Os alongamentos promovem a flexibilidade e o equilíbrio do pavimento pélvico, ajudando a trabalhar a funcionalidade muscular.

3. Pratique Pilates – Esta é uma atividade física que fortalece os músculos, ajudando a manter os órgãos internos na posição correta, o que poderá facilitar o controlo da vontade de ir à casa de banho.

4. Experimente praticar Yoga – Este é um exercício que ajuda no controlo da ansiedade e, consequentemente no relaxamento do pavimento pélvico.

5. Aposte nas caminhadas, na natação e nos passeios de bicicleta – São atividades físicas que podem ajudar a reforçar o pavimento pélvico.

6. Aproveite para dançar – Esta é uma ótima forma de se divertir e cuidar do corpo em simultâneo. Dançar ajuda a reforçar os músculos que suportam os órgãos da região abdominal inferior. Durante as aulas de dança aprende a contrair os músculos do pavimento pélvico, um exercício que pode ir repetindo durante as tarefas do dia a dia.

7. Faça exercícios de Kegel sempre que possível – Estes exercícios consistem na contração e no relaxamento muscular do pavimento pélvico, realizados em ciclos variáveis de cinco a dez segundos. Fazendo-os sempre que possível estará a tonificar os músculos, favorecendo um melhor controlo da uretra.

Para além destes exercícios é muito importante seguir todas as indicações dadas pelo seu médico, nomeadamente no que diz respeito à medicação prescrita. No caso de ter algum sintoma associado a bexiga hiperativa consulte o seu médico de família ou urologista, de forma a que este possa fazer o diagnóstico, indicar o melhor tratamento e melhorar a sua qualidade de vida.

Mais sobre a Bexiga Hiperativa

A bexiga hiperativa consiste numa contração ou aperto involuntário e repentino do músculo da parede da bexiga, mesmo quando esta contém um volume reduzido de urina.

As contrações involuntárias criam uma necessidade urgente de urinar, diminuindo o controlo que a pessoa tem sobre a sua bexiga.

Estas contrações dão origem a sintomas associados à bexiga hiperativa, tais como necessidade urgente de urinar, necessidade frequente de ir à casa de banho (oito ou mais vezes por dia, ou uma ou mais vezes por noite) e, em alguns casos, perdas acidentais de urina, por não se conseguir chegar a tempo à casa de banho.

“Na bexiga mando eu”

Uma plataforma online que conta com o apoio da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia  (http://www.nabexigamandoeu.pt/) que vem colmatar a falta de informação que existe sobre esta doença e o seu impacto na qualidade de vida dos doentes, bem como alertar a população para os sintomas com o intuito de reduzir o subdiagnóstico da doença. O portal dedicado a esta patologia é dirigido a doentes, familiares e todas as pessoas que sejam afetadas direta ou indiretamente por este síndrome que é um dos problemas de saúde mais comuns por todo o mundo.

Sobre a Astellas Farma  

A Astellas Farma é uma companhia farmacêutica comprometida com a melhoria do estado de saúde, a nível mundial, fornecendo as mais recentes e inovadoras terapêuticas. O foco da organização está na disponibilização de terapêuticas, ao nível de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e da comercialização de tratamentos eficazes, que melhorem a vida dos doentes, continuando a crescer de forma sustentada no seu setor. É uma das maiores empresas farmacêuticas, que emprega cerca de 17 mil colaboradores em todo o mundo. 

A Astellas está em Portugal desde 1967 e foca-se nas seguintes áreas terapêuticas: Oncologia, Urologia, Transplantação, Anti-infecciosos. 

Para mais informações sobre a Astellas visite http://www.astellas.com.pt/

Fonte: HK StrategiesExerciciosPelvicos1

 

 

 

 

 

Sentir necessidade urgente de ir à casa de banho mais de oito vezes por dia ou acordar várias vezes durante a noite para urinar são sinais que podem indicar que se sofre de bexiga hiperativa, uma síndrome que se caracteriza por contrações involuntárias que criam uma necessidade urgente de urinar, diminuindo o controlo que a pessoa tem sobre a sua bexiga.

Viver com bexiga hiperativa pode ser um desafio, levando, muitas vezes, quem sofre deste síndrome a isolar-se e a deixar de frequentar os sítios de que mais gosta. No verão, a bexiga hiperativa pode tornar-se um desafio ainda maior, uma vez que as roupas são finas e claras e os eventos sociais frequentes muitas vezes não têm acesso fácil à casa de banho. No entanto, esta estação traz também oportunidades, tais como a possibilidade de fazer exercício físico ao ar livre.

Para além de diminuir o risco de doenças, promover a saúde e bem-estar e contrariar os sinais de envelhecimento, a prática regular de exercício físico ajuda a proteger o pavimento pélvico, conduzindo a uma melhoria no controlo da bexiga e reduzindo o risco de problemas como a síndrome de bexiga hiperativa e incontinência urinária. O site Comece Hoje – plataforma criada pela Astellas Farma para ajudar as pessoas a ter uma bexiga mais saudável – destaca alguns exercícios e conselhos que podem ajudá-lo a controlar esta síndrome e a aproveitar melhor o seu verão:

1.      Aconselhe-se com um fisioterapeuta – No caso de já ter o diagnóstico de bexiga hiperativa, é muito importante aconselhar-se com um fisioterapeuta para que este possa avaliar a musculatura pélvica e indicar qual a melhor forma de a proteger.

2.      Faça alongamentos – Os alongamentos promovem a flexibilidade e o equilíbrio do pavimento pélvico, ajudando a trabalhar a funcionalidade muscular.

3.      Pratique Pilates – Esta é uma atividade física que fortalece os músculos, ajudando a manter os órgãos internos na posição correta, o que poderá facilitar o controlo da vontade de ir à casa de banho.

4.      Experimente praticar Yoga – Este é um exercício que ajuda no controlo da ansiedade e, consequentemente no relaxamento do pavimento pélvico.

5.      Aposte nas caminhadas, na natação e nos passeios de bicicleta – São atividades físicas que podem ajudar a reforçar o pavimento pélvico.

O peso excessivo das mochilas associado a más posturas e a hábitos de vida pouco saudáveis, estão na base dos problemas de costas mais frequentes na população infantil. Neste regresso às aulas, a campanha “Olhe pelas suas costas” diz-lhe como os prevenir.

“As posturas inadequadas à secretária, bem como o excesso de carga na coluna, causam desequilíbrios musculares, mais graves na infância, uma vez que os músculos das crianças não estão preparados para suportar pesos excessivos”, explica Bruno Santiago, neurocirurgião e coordenador da campanha nacional “Olhe pelas suas costas”.

Estudos recentes indicam que a prevalência de lombalgias ou dores lombares, embora mais baixa nas crianças (1-6%), dispara consideravelmente nos adolescentes (18-51%), aproximando-se da prevalência nos adultos. Nos últimos anos, a prevalência de lombalgia na população infantil tem apresentado um aumento significativo, crescendo de 2-11% para 27-51%, dependendo da idade e da população avaliada. Há também estudos que indicam que a prevalência ao longo da vida em indivíduos até aos 20 anos se situa aproximadamente em 70 a 80%.

“Sabemos que as crianças que desenvolvem lombalgia em idade precoce estão mais propensas a sofrer de lombalgia crónica mais tarde”, alerta o neurocirurgião, acrescentando que “é muito importante combater o sedentarismo instalado no dia a dia das crianças e jovens.”.

“O excesso de peso contribui também para as dores nas costas, devido ao aumento da carga que a coluna tem que suportar” refere o especialista. Apesar da obesidade infantil mostrar uma tendência decrescente em Portugal, os mais recentes dados do estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI), da Organização Mundial da Saúde, revelam que 32% das crianças (7 anos) do sexo feminino apresentavam excesso de peso (incluindo obesidade), o mesmo acontecendo em 29% das crianças do sexo masculino, dados referentes a 2015-2017. “Os hábitos de vida saudáveis devem ser incutidos desde a infância, através da educação para a saúde com o controlo da alimentação e promoção do exercício físico”, conclui o neurocirurgião.

As doenças especificas da coluna da criança e do adolescente, como a escoliose idiopática e espondilólise podem afetar até 5 pessoas em cada 100, sendo por isso necessário estar alerta e consultar um especialista se as dores nas costas se prolongarem no tempo ou forem incapacitantes. Para um regresso às aulas com uma coluna saudável, a campanha “Olhe pelas suas costas” partilha quatro recomendações a ter em conta:

  1. Evitar sobrecarregar a mochila escolar

É o principal “inimigo” das crianças na escola: o peso das mochilas escolares não deve exceder 10% do peso corporal da criança. A mochila deve estar bem adaptada nos ombros e à região lombar e o seu tamanho tem de corresponder à idade da criança.

  1. Adotar uma postura adequada na sala de aula e enquanto estuda

É na escola que crianças e jovens passam a maior parte do dia. Quando sentados, a postura deve ser: pés a tocar no chão, joelhos em ângulo de 90º e costas bem apoiadas contra o encosto da cadeira. Quando ao computador, é importante que os ecrãs estejam ao nível dos olhos. À medida que a criança cresce é necessário adequar a altura da cadeira. Os pais devem estar alerta também à postura que adotam a jogar videojogos.

  1. Praticar exercício físico de forma regular

Combater o sedentarismo é essencial para a saúde da coluna, principalmente na infância. As recomendações internacionais apontam para a prática de 60 minutos diários de atividade física moderada e para a prática de atividade física intensa três vezes por semana, no caso das crianças e jovens entre os cinco e os 17 anos.

  1. Controlar o peso

Existe uma ligação entre obesidade e lombalgia, daí que seja necessário controlar o peso. A obesidade e o excesso de peso limitam a qualidade de vida e são fatores de risco para problemas de coluna e outros problemas de saúde, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares ou problemas de natureza emocional.

Campanha Olhe pelas suas costas

A campanha “Olhe pelas suas costas”, lançada em 2009, é uma iniciativa que visa sensibilizar a população para a problemática das dores nas costas, alertar para as suas consequências na vida pessoal e profissional dos portugueses e educar sobre as formas de prevenção e tratamento existentes. A iniciativa tem a chancela da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia, da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia, da Associação Para o Estudo da Dor, da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e conta com o apoio da Medtronic. Para mais informações, consulte a Página de Facebook da Campanha Olhe pelas suas costas.

Fonte: HK StrategiesRegressoAulas

O Núcleo de Estudos de Doença Vascular Pulmonar (NEDVP) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) alerta a população para o aumento do risco de sofrer tromboembolismo venoso durante e após viagens de avião de longa distância. Estima-se que, anualmente, 3,2 em cada 1000 pessoas expostas a este cenário sofram deste problema.

“Sabe-se que o risco de desenvolver um tromboembolismo venoso é maior quando a viagem tem uma duração superior a quatro horas e nas duas semanas imediatamente a seguir à viagem, reduzindo progressivamente até às oito semanas seguintes”, destaca Ana Oliveira Gomes, membro do secretariado do NEDVP.

Segundo a internista, “as viagens longas favorecem esta condição, que inclui a embolia pulmonar e a trombose venosa profunda. A trombose venosa profunda ocorre quando se forma um trombo ou coágulo sanguíneo nas veias das pernas. Se esse coágulo se desprende ou fragmenta pode deslocar-se até aos pulmões e provocar uma embolia pulmonar”.

São fatores de risco para este problema de saúde história de tromboembolismo venoso prévio, neoplasia ativa, cirurgia ou trauma recentes, mobilidade reduzida, idade avançada, trombofilia, gravidez e período pós-parto, uso de medicação com estrogénios, como a pílula ou terapêutica hormonal de substituição na menopausa, altura maior a 1,85 metros ou inferior a 1,65 metros, e obesidade.

Para prevenir o desenvolvimento de um tromboembolismo venoso, o NEDVP deixa algumas recomendações que devem ser adotadas durante uma viagem de avião: “levantar-se e caminhar a cada uma ou duas horas; exercitar-se ou esticar as pernas com regularidade; evitar roupa apertada; beber água e evitar o consumo de álcool ou comprimidos sedativos”.

O Núcleo de Estudos de Doença Vascular Pulmonar tem desenvolvido nos últimos anos diversos materiais de educação sobre o tromboembolismo venoso dirigidos à população. Estes podem ser consultados em: https://www.spmi.pt/nucleo-estudos-doenca-vascular-pulmonar/

Fonte: MiligramaTromboembViagem