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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

monica_pinho

monica_pinhoCom Mónica Pinho...

A DECO INFORMA… Em Portugal, o consumo de açúcar, gordura e sal, está bastante longe do ideal. Por ano, os portugueses consomem em média 31,5kg de açúcar, o equivalente a 89,5g/dia (cerca de 15 pacotes de açúcar) e a ingestão média diária de sal é de 10,7kg, o que vai muito além do recomendado, que é de 5 a 6g por dia.

As nossas escolhas alimentares têm um enorme peso na nossa saúde e no nosso rendimento físico e intelectual do dia-a-dia. No entanto, fazer escolhas alimentares mais equilibradas nem sempre é uma tarefa fácil nos dias que correm, já que a oferta de produtos no mercado é muito diversificada e complexa.

O veículo privilegiado para o consumidor obter as informações certas e poder fazer a melhor escolha sobre os alimentos disponíveis é, sem dúvida, a sua rotulagem. A leitura e interpretação dos rótulos é a forma mais prática, rápida e acessível de obter informações dos produtos alimentares relativamente à sua composição, qualidade e validade.

Aliás, com a nova legislação sobre a prestação de informação aos consumidores, passou a ser obrigatório incluir nos rótulos essa declaração nutricional.

Por tudo isso, a DECO lançou a campanha De olho no rótulo, pela sua saúde!, pretendendo esta iniciativa precisamente ajudar os consumidores na leitura e interpretação dos rótulos dos produtos alimentares para uma correta interpretação da informação nutricional dos alimentos.

Assim, no âmbito deste projeto preparámos dois cartões que tornam aquela interpretação simples e rápida. Descarregue-os no sítio da internet da DECO, imprima, e leve-os sempre carteira porque na hora de ir às compras vai ser-lhe útil.

A nossa ação ajuda-o a ver os rótulos com outros olhos e a comer melhor, e isso pode ser o passaporte para uma vida mais saudável.

Transportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

A DECO INFORMA… As contas poupança-reformado tratam-se de produtos financeiros disponíveis para reformados ou pensionistas cuja pensão mensal não exceda, na subscrição, o equivalente a três salários mínimos (1671,00€).

No caso das contas conjuntas, basta o primeiro titular reunir as condições referidas e os restantes titulares serem um dos cônjuges.

A principal vantagem destas contas, para além da possibilidade de efetuar reforços ao valor constituído, é a isenção de tributação dos juros nos montantes até €10.500,00, podendo constituir estas contas com pagamento juros semestral ou anual.

Os titulares podem utilizar as quantias depositadas em qualquer altura e para qualquer fim. No entanto, à semelhança do que acontece com os depósitos a prazo, é preferível esperar pela data de vencimento (seis ou doze meses) para evitar penalizações nos juros.

No caso de ser uma conta conjunta e o primeiro titular falecer, o dinheiro pode ser recuperado pelo segundo titular, sem grandes entraves burocráticos. Caso se trate de uma conta individual, os herdeiros podem ter dificuldades para aceder aos montantes depositados. Terão de apresentar no banco a certidão de óbito do falecido, a escritura de habilitação de herdeiros e a relação de bens.

Se o titular da conta falecer, a isenção fiscal mantém-se até ao final do prazo contratado. Findo esse prazo, a conta caduca e é convertida num depósito a prazo normal.

Contudo, e uma vez que as taxas de remuneração destas aplicações – à semelhança dos tradicionais depósitos a prazo – estão muito baixas e, se tivermos em conta as comissões bancárias aplicáveis, nomeadamente a comissão de manutenção caso se trate de um investimento de pequeno montante, em muitos casos, o consumidor poderá perder dinheiro.Transportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

A DECO INFORMA…“Utiliza o micro-ondas todos os dias mas ficou confuso com todas as coisas que se ouve dizer sobre este equipamento, será o micro-ondas prejudicial à saúde?”

Para descongelar, cozinhar, grelhar e aquecer, o micro-ondas impôs-se nas nossas cozinhas. Mas se, por um lado, se reconhece a utilidade deste electrodoméstico, por outro continuam a circular dúvidas sobre a sua segurança. Mitos ou verdades descubra abaixo as perguntas mais frequentes:

As radiações alteram a composição dos alimentos? Falso. Os micro-ondas aquecem ou cozinham os alimentos agitando as moléculas de água presentes na sua constituição. Ao cortar a emissão de ondas, estas desaparecem de imediato sem deixar vestígios.

Posso usar recipientes de plástico? Verdadeiro. Algumas caixas podem deformar-se e libertar substâncias tóxicas para os alimentos. Opte por recipientes de vidro ou, no limite, de plástico próprio para micro-ondas. Evite também recipientes metálicos e o papel de alumínio. O metal reflete a radiação, impedindo que esta aqueça os alimentos. Além disso, existe o risco de o micro-ondas provocar faíscas que danificam o interior do aparelho.

Se tentar cozinhar um ovo inteiro no micro-ondas, ele explode? Verdadeiro. Não coloque o ovo inteiro ou com casca no interior do micro-ondas, pois com o aquecimento explode e espalha-se. O ovo deve ser cozinhado sem casca e com a gema furada. Se já estiver cozido e quiser apenas aquecê-lo, corte em pedaços pequenos, também para não explodir.

Posso colocar o micro-ondas a funcionar se estiver vazio? Falso. Se estiver vazio, as ondas não vão incidir em qualquer alimento, o que pode danificar o equipamento.

Se ferver água no micro-ondas, o líquido pode projectar-se? Verdadeiro. Quando a água é fervida no micro-ondas, podem não se produzir as bolhas típicas que surgem ao ferver. Com a introdução de um objecto, como uma colher, ou ao mover-se o recipiente, as bolhas podem surgir, projectar água quente para fora e causar queimaduras.

Desfeitos os mitos e seguindo as regras de segurança do equipamento, lembre-se de que é possível cozinhar saudável no micro-ondas. Há dois aspectos importantes a ter em conta: o modo de cozinhar e os recipientes utilizados.

Poderá consultar o artigo completo em www.deco.proteste.ptTransportes DECOFonte: DECO-Delegação Regional Algarve

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Opinião de: Ana Matias, Terapeuta Ocupacional no NeuroSer, Centro de Diagnóstico e Terapias para Alzheimer e outras patologias neurológicas

A terapia ocupacional é uma profissão da área da saúde que tem como principal objetivo promover o bem-estar e a qualidade de vida de pessoas de todas as idades, capacitando-as para a ocupação.

​Para isso, tem em conta o desempenho e o envolvimento ocupacional de cada pessoa, nas ocupações que considere mais significativas, avaliando e intervindo ao nível de três dimensões: a pessoa, a ocupação e o ambiente. Estas ocupações poderão estar relacionadas com os autocuidados (tomar banho, vestir/despir, alimentação, entre outros), com o lazer (atividades de entretenimento) ou com a produtividade (emprego, voluntariado, atividades que contribuam para a comunidade/sociedade).

Este profissional atua com utentes desde recém-nascidos até idosos, em áreas tão diversas como a saúde mental, a reabilitação física, a neurologia, entre outras. Esta diversidade deve-se ao foco primordial da intervenção ser a ocupação, um aspeto transversal a todas as faixas etárias, uma vez que nos envolvemos constantemente em diferentes ocupações ao longo da vida.

No NeuroSer, a neurologia é área de intervenção da terapia ocupacional, com uma abordagem em patologias como a demência, a doença de parkinson e os parkinsonismos atípicos e o acidente vascular cerebral. As intervenções são realizadas tanto individualmente, como em grupo, dependendo de cada caso.

No que diz respeito às demências, o terapeuta ocupacional priveligia a intervenção em pequenos grupos, com o objetivo de promover o envolvimento em atividades prazerosas que se relacionem com a identidade ocupacional individual de cada um dos utentes e que respeitem as suas competências remanescentes, diminuindo a sua frustração sentida no dia-a-dia e promovendo a sua socialização e o bem-estar.

Ao nível da doença de parkinson e parkinsonismos atípicos, a intervenção pode ser individual, focando o desempenho nas atividades de vida diária, a manutenção de um envolvimento satisfatório das atividades lúdicas, a análise de possíveis adaptações ocupacionais e ambientais, entre outros. Ou poderá ser uma intervenção realizada em grupo, promovendo um momento de estimulação motora e cognitiva, enquanto é facilitada a identificação com os pares.

Por fim, no acidente vascular cerebral, no NeuroSer o terapeuta ocupacional atua apenas em regime individual, sendo que são estabelecidos objetivos pessoais com o utente e/ou cuidador/familiar, no sentido de promover a autonomia nas atividades de vida diária, no lazer e na produtividade, capacitando a pessoa para um desempenho satisfatório nas ocupações que a própria identifica como significativas.

É importante realçar que, embora a terapia ocupacional seja uma área de grande importância na intervenção com as patologias acima mencionadas, será essencial que exista a articulação com uma equipa multidisciplinar, como por exemplo médicos, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas da fala, entre outros.

No dia 27 de Outubro é celebrado o Dia Mundial da Terapia Ocupacional, com o intuito de promover esta profissão e os seus profissionais a atuar nas mais variadas áreas e permitir informar a população acerca desta área de atuação. O dia foi celebrado pela primeira vez em 2010, sendo que desde esse ano são dinamizados eventos quer pela Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais (APTO), quer pela World Federation of Occupational Therapy (WFTO).Ana Matias DraFonte: RxConsulting

Lisboa, 19 de outubro, 2017:  A osteoporose é uma doença silenciosa e o diagnóstico atempado desta patologia pode ser crucial para evitar fraturas da coluna vertebral, um problema altamente incapacitante e com implicações na qualidade de vida dos doentes.

O alerta é da campanha Olhe Pelas Suas Costas, no âmbito do Dia Mundial da Osteoporose que se assinala a 20 de outubro.

O principal sintoma de uma fratura vertebral é a dor súbita e intensa na coluna, podendo também causar deformidades na coluna vertebral ou, mais raramente, alterações das funções neurológicas, comprometendo os membros inferiores.

O diagnóstico da osteoporose é feito através de densitometria óssea, um exame simples de imagiologia, capaz de medir a densidade dos ossos. Bruno Santiago, neurocirurgião, esclarece que “embora o diagnóstico seja de extrema importância, a prevenção é fundamental, através de hábitos de vida saudáveis, nomeadamente uma alimentação equilibrada e a prática de exercício físico. A atividade física assume um papel muito importante na prevenção da osteoporose e das fraturas da coluna vertebral. Por outro lado, o diagnóstico atempado permite iniciar tratamento médico para reduzir o risco de fraturas”.

Relativamente ao tratamento das fraturas vertebrais neste contexto, o médico explica que “inclui um período de repouso, analgésicos, colete ou cinta de suporte da coluna e fisioterapia numa fase posterior. Nos casos em que o tratamento conservador não resulte, a opção terapêutica indicada é a cirurgia. As técnicas cirúrgicas têm evoluído ao longo dos anos e, atualmente, trata-se de uma intervenção minimamente invasiva, em que o doente tem alta até às 24 horas, permitindo uma recuperação rápida e uma melhoria significativa na sua qualidade de vida”, adianta Bruno Santiago.

A osteoporose afeta 12% da população portuguesa e caracteriza-se pela diminuição da massa óssea, tornando os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas. Esta redução da resistência dos ossos pode ocorrer, com frequência, nas vértebras, dando origem às fraturas osteoporóticas da coluna vertebral.

Sobre a campanha Olhe Pelas Suas Costas:

A campanha Olhe pelas Suas Costas visa sensibilizar a população em geral para as dores nas costas, alertar para as suas consequências na vida pessoal e profissional dos portugueses, e educar sobre as formas de prevenção e tratamento existentes. A campanha conta com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia, da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação e da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia.

Para mais informações visite a página de Facebook: https://www.facebook.com/paginaolhepelassuascostas

Fonte: LPM

Artigo de Opinião do Dr. Manuel Tavares de Matos, ortopedista e presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral

A lombalgia define-se como a dor numa área posterior do corpo, entre a ultima costela e a região glútea, com ou sem irradiação pelo membro inferior (ciática), sendo aguda se a duração for de um dia até seis semanas, subaguda até as doze semanas e após esta consideramos estar perante uma lombalgia crónica. Estima-se que 8 em cada 10 pessoas terão um episódio de lombalgia ao longo da sua vida.

Em relação ao curso habitual da doença, 50 a 60% recuperam numa semana, 95% em 3 meses e apenas 5 a 10% dos casos desenvolvem lombalgia crónica, sendo que esta afeta 3 a 4 vezes mais a população entre os 50 e os 60 anos de idade com uma prevalência cerca de 50% mais alta na mulher.

Quanto às causas temos de estar alertas para casos de infeção, de patologia tumoral ou alterações estruturais como escolioses que se possam manifestar deste modo, sendo que o mais habitual é serem consequência de alterações degenerativas dos discos intervertebrais.

Outros fatores podem também contribuir para as lombalgias como estado psicológico; ansiedade, depressão, stress das responsabilidades, stress psicológico no trabalho; fatores psicossociais; intensidade da atividade física no trabalho; movimentos repetidos de rotação, exposição a vibração; tabaco e obesidade.

Para prevenir as lombalgias recomenda-se:

  1. Fortificar a musculatura paravertebral, abdominal e glútea, exercícios de alongamento e estiramento
  2. Evitar uma vida sedentária - Exercícios cardiovasculares – andar, correr, bicicleta, natação
  3. Evitar a posição sentada, esforços em anteflexão do tronco e rotação
  4. Tratar a Obesidade – parece facilitar progressão para cronicidade
  5. Tratar a osteoporose reforçando a estrutura óssea
  6. Tratar os fatores psicosociais como estados depressivos ansiosos e de insatisfação no trabalho
  7. Diminuir a exposição a vibrações
  8. Efetuar o despite da Escoliose
  9. Tratar as doenças primárias e desse modo evitar a manifestação secundária ou sua extensão à coluna (doenças reumáticas, tumores, infeções como p.ex. tuberculose)

A SPPCV foi fundada em 2003 com o objetivo de promoção, estudo, investigação e divulgação das questões inerentes à problemática da prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias da coluna vertebral. Para mais informações consulte http://sppcv.org/Tavares Matos DrFonte: Miligrama