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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… Em breve a prescrição de exames complementares de diagnóstico vai ser feita em formato eletrónico. Tal como já acontece com as receitas médicas, os utentes poderão receber essas prescrições por sms, que vai permitir-lhes, depois, marcar os exames nos laboratórios e clínicas que tenham aderido ao projeto Exames Sem Papel.

Numa primeira fase, para as unidades de saúde privadas, a adesão será apenas voluntária.

A finalidade do procedimento é poupar tempo e recurso aos cidadãos e ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). O exemplo apresentado pelo presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, Henrique Martins, demonstra-o bem: “Se o médico conhece bem o doente e prefere que ele faça o exame antes da próxima consulta, pode, na sequência de uma conversa telefónica, enviar-lhe a prescrição por e-mail ou sms”. Assim, quando o paciente for à próxima consulta já tem o exame realizado, reduzindo assim o tempo de diagnóstico.

Outra mais-valia da medida é a possibilidade de haver uma maior partilha de resultados entre os profissionais de saúde e de contribuir para a diminuição do erro clínico.

A partilha de informação permite ainda que os exames passem a estar disponíveis a nível nacional, pelo que se um cidadão mudar de domicílio ou tiver de recorrer ao SNS fora da sua zona de residência é possível aceder ao seu histórico.

Os utentes devem estar registados na área do cidadão do Portal do SNS. Ao registar-se, sempre que fizer um exame numa unidade que tenha aderido ao projeto, recebe uma comunicação eletrónica a avisar quando o resultado estiver disponível online.

Gradualmente tem vindo a ser disponibilizada a partilha de resultados de exames dos utentes, que são enviados para o portal do profissional e para a área do cidadão do Portal do SNS. O intuito futuro é a total desmaterialização do circuito de prescrição, prestação e pagamento de um meio complementar de diagnóstico e terapêutica, disponível em formato digital.

Fonte: DECO-Delegação Regional AlgarveTransportes DECO

A DECO INFORMA… Algumas aplicações do Facebook pedem mais permissões do que necessitam. De certeza que no feed de notícias do Facebook já foi aliciado com posts que anunciam apps como “Descubra o seu QI?” ou “Será que conseguimos transformar a sua foto mais bonita numa estrela de Hollywood?”. O objetivo destas apps é recolher a sua informação pessoal e ter a capacidade para publicar fotos e atualizações de estado em seu nome. Pode rever estas permissões nas definições de aplicações.

Seja seletivo na escolha dos amigos virtuais. Aceite apenas quem conhece pessoalmente e resista à tentação de ter uma longa lista de amigos.
Todos os contactos do Facebook são “amigos” por defeito. Contudo, é mais provável que, além dos amigos, a lista inclua familiares, conhecidos, colegas, etc. Agrupar estas pessoas em diferentes categorias permite partilhar apenas os conteúdos mais adequados com cada grupo.        

Verifique com quem estão a ser partilhadas as suas publicações e, se necessário, corrija essas definições. No menu Privacidade, acessível a partir das Definições, escolha Apenas eu em Quem pode ver as suas publicações futuras? Na opção limitar o público para publicações antigas na tua cronologia, clique em Limitar Publicações Antigas;

Em baixo, em Quem pode ver a tua lista de amigos? escolha Apenas Eu. Nas duas opções seguintes, Quem pode encontrar-te através do endereço de e-mail que registaste? e Quem pode encontrar-te através do número de telemóvel que registaste?, selecione Amigos.

Desmarque a opção Permitir que ferramentas de pesquisa fora do Facebook apresentem uma ligação para o teu perfil.

Qualquer pessoa pode identificá-lo em mensagens ou fotografias, bastando inserir o seu nome (é aquilo a que se chama marcar). Mas é possível controlar as identificações e evitar que todos os contactos saibam onde foi na noite anterior e com quem dançou na pista. Opte por ter de aprovar previamente as publicações.  

Se utilizar aplicações no telemóvel ou tablet, a sua localização pode ficar associada a cada fotografia ou mensagem que publicar, devido à função GPS do equipamento. Pior: ao revelar a localização, está a indicar onde não está e pode dar ideias a um potencial ladrão. Fica a saber que a casa está vazia.

No sistema android, entre em Definições, a seguir em Aplicações e notificação e em Permissões da aplicação e, por fim, em Localização. Neste caso, remova o visto à frente de Facebook. Se tem um iPhone, vá a Definições, clique em Privacidade e, depois, em Serviços e localização e escolha a opção Nunca.

Fonte: DECO-Delegação Regional AlgarveTransportes DECO

A DECO INFORMA… A partir de junho, os donos de restaurantes poderão autorizar a entrada e permanência de animais de companhia nos seus estabelecimentos.

A lei que admite a presença de animais em restaurantes foi publicada em 27 de Março de 2018. Porém, não esclarece algumas questões. Por exemplo, o que se entende como "animal de companhia", apenas cães e gatos ou outros animais de estimação, como roedores? Também não estão previstas regras para situações de pessoas com alergias ou fobias a animais de companhia, nomeadamente quem deve sair do restaurante (essas pessoas ou os donos e os animais).

Nenhum restaurante é obrigado a aceitar a presença dos animais. Mas, se o fizer, terá de indicá-lo com um dístico visível à entrada. O número máximo de animais é determinado pelo proprietário e também deve estar afixado num local destacado, para garantir o funcionamento normal do estabelecimento.

Cabe aos donos dos restaurantes definirem em que áreas os animais poderão estar - por todo o restaurante ou numa zona determinada. Porém, não poderão circular livremente. Deverão estar presos por uma trela curta ou em transportadoras apropriadas, e estão proibidos de se aproximar de zonas de serviço com alimentos expostos para venda.

Os proprietários dos restaurantes terão liberdade para recusar a presença de animais que, pelas suas características, comportamento, doença ou falta de higiene perturbem o normal funcionamento do local.

Nenhuma destas regras se aplica aos cães de assistência, cuja permanência em restaurantes é legalmente permitida.

Também não se aplicam à presença de cães em esplanadas, possível desde 2015, isto porque a lei conta com uma disposição sobre as regras de acesso aos estabelecimentos de restauração que estabelece que “não é permitida a permanência de animais em espaços fechados, salvo quando se tratar de cães de assistência e desde que cumpridas as obrigações legais por parte dos portadores destes animais”. Como as esplanadas são, regra geral, espaços abertos, ficam de fora desta proibição.

Fonte: DECO-Delegação Regional AlgarveTransportes DECO

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Estudo apresentado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia. Lisboa, 18 de abril de 2018 - 58% dos portugueses não sabem os seus níveis de colesterol. Esta é uma das principais conclusões do estudo "Colesterol e os portugueses" divulgado hoje, pela Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), no âmbito da sessão solene de abertura de maio, mês do coração.

Este desconhecimento é muito expressivo entre os jovens e diminui largamente com a idade. O estudo, agora apresentado, revela ainda que 94% dos inquiridos rejeitam a ideia de que «A prática regular do exercício físico não traz vantagens para quem tem o colesterol elevado» e 90% rejeitam também a ideia que «Os magros não têm que se preocupar com o colesterol. Isso é um problema dos gordos».

Manuel Carrageta, presidente da FPC, revela-se preocupado com os resultados desta pesquisa e adianta que "compete aos profissionais de saúde sensibilizar a população para a importância de controlar o colesterol e desenvolver campanhas que expliquem o impacto dos níveis elevados de colesterol na saúde".

Outra das conclusões do estudo refere-se ao facto de 47% dos portugueses acreditarem que alguns suplementos alimentares são mais benéficos na redução do colesterol quando comparados com as estatinas, fármacos prescritos por receita médica.

Este ano, a Fundação Portuguesa de Cardiologia escolheu como problemática para a campanha de maio, mês do coração, o 'Colesterol, as Dislipidemias e Aterosclerose'.  A Sessão Solene de abertura tem como principal objetivo assinalar o início das comemorações e apresentar o programa das atividades que irão ocorrer no âmbito desta iniciativa.

O estudo "O Colesterol e os portugueses" foi realizado pela GfK Metris, em março de 2018, a uma amostra de 1000 indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, residentes em Portugal Continental.

Para mais informações sobre a campanha e sobre as iniciativas de "maio, mês do coração", consulte o site: http://www.fpcardiologia.pt/ ou https://www.facebook.com/FPCardiologia/

Fonte: LPM

  • Pela primeira vez, profissionais de saúde e especialistas em assistência ao doente desenvolvem um guia definitivo para medir os resultados das estratégias de contenção que para ajudar os sistemas de saúde a melhorar a qualidade dos cuidados prestados.
  • Vários países europeus defendem a integração destes indicadores na estrutura assistencial dos seus países para promover uma otimização da prestação dos cuidados disponibilizados às pessoas com incontinência urinária.
  • Em Portugal, estima-se que cerca de 600 mil pessoas vivam com esta condição de saúde, que tem implicações diretas na sua qualidade de vida, bem-estar e autoestim.

Roma, 17 de abril de 2018 – Um estudo inovador identificou pela primeira vez um conjunto de medidas e indicadores de desempenho que pode ser utilizado por profissionais de saúde e entidades políticas como guia de referência para a avaliação da gestão diária da incontinência urinária (IU), com o objetivo de melhorar a qualidade dos cuidados prestados. Os resultados foram apresentados hoje, em Roma, durante o 7.º Fórum Global de Incontinência (GFI), o maior encontro mundial na área, que reúne os melhores especialistas sob o tema: “Gerar resultados tangíveis na gestão da Incontinência Crónica para benefício do doente, dos cuidados e do sistema de saúde.”  

O estudo “Medição de resultados para melhorar a gestão dos cuidados prestados na IU”, uma iniciativa promovida pela Essity e desenvolvida por especialistas do Grupo de Estratégia Global da KPMG, identificou um conjunto de indicadores-chave de desempenho (KPIs) que pode ser utilizado pelos distintos atores implicados na gestão da incontinência urinária como ferramenta de avaliação do seu trabalho diário, e com o objetivo de melhorar o padrão da prestação dos cuidados de saúde ao doente com esta condição.

Para Anne-Sophie Parent, secretária geral da Plataforma Europeia AGE: “A crescente carga que a incontinência urinária representa na população idosa, leva a nossa organização a apoiar iniciativas como este estudo, uma ferramenta de grande utilidade para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde prestados aos doentes com esta condição, muitos das quais dependem de estratégias de contenção para viver de forma independente e o mais digna possível”.

A incontinência crónica, um desafio para os sistemas de saúde

A incontinência urinária afeta cerca de 400 milhões de pessoas em todo o mundo e é um dos problemas de saúde mais comuns e com implicações diretas na qualidade de vida da população com mais de 65 anos. Apesar dos avanços clínicos para aumentar o número de opções de tratamento disponíveis, atualmente, apenas uma minoria dos doentes com incontinência consegue uma cura ou solução adequada à sua situação. Isto torna mais relevante a necessidade de prestar cuidados de saúde de qualidade, sobretudo, nos casos mais graves. As pessoas que vivem com esta condição precisam de uma gestão diária da mesma, uma estratégia de contenção efetiva, adequada às suas necessidades e de acordo com o tipo de perda. No entanto, até agora, não existia qualquer consenso internacional sobre os cuidados a prestar; pelo que se tornou um verdadeiro desafio para cuidadores e sistemas de saúde melhorar a forma como têm sido prestados cuidados até ao momento.

Como refere Adrian Wagg, professor de Envelhecimento Saudável na Universidade de Alberta e membro do Comité de Especialistas deste estudo e do GFI: “Existem muitos tipos de incontinência e, embora já se tenham identificado indicadores para a bexiga hiperativa, atualmente não existe nenhum que avalie a incontinência urinária. Esta será a primeira vez que uma investigação permite identificar o tipo de resultados sobre os quais devemos focar-nos e com indicadores palpáveis que, se se integrarem em estratégias assistenciais, permitirão otimizar as estratégias de resposta e melhorar a sua qualidade. Além disso, com a metodologia de cocriação que foi utilizada, temos a certeza de que os KPIs são fortemente apoiados tanto pelos doentes com esta condição como pelos atores envolvidos na sua gestão e cuidados.

A otimização contínua dos cuidados prestados a pessoas com incontinência

Este estudo desenhou 14 indicadores de medição (KPIs) fundamentais para as pessoas que dependem de estratégias de higiene e contenção, incluindo os doentes que se encontram em situação de dependência. O objetivo destes indicadores-chave é permitir que as pessoas com incontinência consigam ser independentes e mantenham uma vida o mais digna possível.

Para isso, os 14 indicadores incluem medidas clínicas, de qualidade de vida e económicas. Medem-se a prestação dos cuidados de saúde, tendo em conta o número de recursos humanos com habilitações necessárias para realizar o diagnóstico e prescrever um tratamento personalizado para tratar a incontinência, os cuidados de higiene associados, e o custo de admissão e readmissão associados à oferta de cuidados deficitários.

Como explica Elena Galbis, diretora da Divisão de Health & Medical Solutions da Essity Ibérica: "Acreditamos que os resultados deste estudo possam contribuir de forma palpável para os cuidados de saúde prestados às pessoas que vivem com incontinência e esperamos que sejam adotados pelos sistemas nacionais de saúde e de assistência social de todo o mundo. Pela primeira vez, são disponibilizados aos profissionais de saúde e aos responsáveis pelas políticas de saúde, resultados claros nos quais podem basear-se e avaliar a otimização contínua das pessoas que vivem diariamente com esta condição. Além disso, permitirá criar um banco de dados de referência que reúne informação necessária para a avaliação das estratégias de contenção e higiene que se desenvolvam nos sistemas de saúde”.

Incorporar o Sistema de Valores de Saúde nas Políticas de Saúde

Atualmente, os sistemas de saúde europeus seguem o modelo de assistência ao doente baseado em valores, promovido pelo International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM). Este modelo recompensa os profissionais de saúde de acordo com os resultados obtidos com a melhoria dos doentes face aos custos que pressupõem os cuidados prestados e os recursos utilizados. Até à data, o foco da assistência médica centrou-se nos cuidados agudos e em doenças específicas, mas permanece a necessidade de alargá-lo aos casos de incontinência crónica.

Sobre o estudo "Gerar resultados tangíveis na gestão da Incontinência Crónica para benefício do doente, dos cuidados e do sistema de saúde”

Este estudo, proposto e apoiado pela Essity, foi desenvolvido por um painel de especialistas independentes e constituído pelo Grupo de Estratégia Global da KPMG. Baseou-se numa revisão da literatura publicada por um painel de especialistas para identificar os indicadores de desempenho para medir os resultados da gestão de estratégias de higiene e contenção. Numa fase posterior, mais de 60 representantes de doentes e cuidadores, enfermeiras, médicos, pagadores, formuladores de políticas e prestadores de cuidados de saúde. Isto permitiu criar uma lista de medidores recomendados que poderão ser aplicados para avaliar a efetividade das estratégias de gestão da incontinência, entre os quais, os especialistas priorizaram os 14 indicadores mais importantes para partilhar com a comunidade médica.

Para outros detalhes sobre os dados do estudo, partilhamos uma infografia complementar.

Sobre o Fórum Global de Incontinência (Global Forum on Incontinence - GFI) 

O GFI é um fórum de referência internacional para promover a educação e o debate em torno da incontinência e os cuidados associados. Como parte do seu compromisso para aumentar a consciencialização sobre este problema de saúde, a iniciativa é promovida pela Essity desde 2016[1], companhia líder mundial em produtos de higiene e saúde, em colaboração com a Plataforma Europeia AGE, Eurocarers e IAPO. Além disso, conta com o apoio de várias organizações internacionais, regionais e nacionais interessadas na prestação de cuidados de saúde relacionados com a IU.

Este encontro, que acontece de dois em dois anos, reúne mais de 300 líderes de opinião de 30 países de todo o mundo, envolvendo todas as partes interessadas e envolvidas com esta condição: doentes, médicos, cuidadores, outros profissionais, políticos e legisladores. Todos procuram gerar resultados positivos para os doentes, impulsionar diferentes políticas de atuação e colocar a incontinência como tema prioritário na agenda da saúde, para que os doentes possam receber melhores cuidados de saúde. Para mais informações sobre o GFI consulte: www.gfiforum.com

Sobre a Essity

A Essity é uma empresa líder mundial em higiene e saúde que desenvolve, produz e vende produtos e soluções de Cuidados Pessoais (cuidados com o bebé, cuidados femininos, produtos para incontinência e soluções médicas), lenços de papel, papel e papel higiénico e de Higiene Profissional. A sua missão é melhorar o bem-estar através de soluções inovadoras em saúde e higiene. Vende os seus produtos em 150 países através de marcas líder e reconhecidas a nível mundial, como TENA e Tork, e outras como marcas como Leukoplast, Libero, Libresse, Lotus, Nosotras, Saba, Tempo, Vinda y Zewa.

A Essity conta com cerca de 48.000 colaboradores. As vendas do grupo em 2016 foram de cerca de 101.000 milhões de coroas suecas (10,7 milhões de euros). A sua atividade comercial baseia-se num modelo de negócio sustentável centrado na promoção de valor para as pessoas e o medio ambiente. A companhia tem sede em Estocolmo, na Suécia, e faz parte do índice de NASQAD de Estocolmo. A Essity fazia parte do Grupo SCA.

Para mais informações consulte: www.essity.com

Sobre a Plataforma Europeia AGE

A Plataforma Europeia AGE é uma rede europeia de mais de 150 organizações que representam idosos. O seu objetivo é defender os interesses dos 190 milhões de habitantes com mais de 50 anos que vivem na União Europeia e consciencializar sobre os temas que mais preocupam esta população. A plataforma foca-se em políticas que têm impacto nas pessoas idosas e reformadas, que incluem questões anti discriminação e de garantia de emprego a pessoas mais velhas e ativas.

Fonte: Atrevia

 

Foram divulgados os resultados de um ensaio clínico que avaliou o potencial de uma nova estratégia para o tratamento da falência ovárica prematura, vulgarmente conhecida como menopausa precoce. O novo método consiste na aplicação direta de células estaminais mesenquimais (MSC, de Mesenchymal Stem Cells) do tecido do cordão umbilical nos ovários. Duas das participantes no estudo conseguiram engravidar de forma natural no primeiro ano após o tratamento.

O estudo em causa incluiu 14 mulheres com falência ovárica prematura, com idades entre os 26 e os 37 anos, todas tratadas com recurso à nova metodologia. Após o tratamento, as participantes foram acompanhadas regularmente durante um 1 ano, sem que se observassem efeitos adversos severos decorrentes do tratamento.

Antes do tratamento experimental, nenhuma das participantes tinha demonstrado sinais de fertilidade ou de produção de ovócitos. No entanto, três meses após o tratamento, foi possível observar sinais de atividade ovárica, quer a nível hormonal, quer a nível ecográfico, com os exames a indicar aumento de tamanho e fluxo sanguíneo dos ovários, em pelo menos seis doentes. Por outro lado, em várias participantes, foi possível observar maturação de ovócitos e inclusive a presença de ovócitos maduros. Duas participantes conseguiram engravidar de forma natural no primeiro ano após o tratamento.

“Embora seja possível aliviar os sintomas recorrendo a terapia de substituição hormonal, o problema da infertilidade nestas mulheres persiste, uma vez que a função ovárica não é restaurada. Assim, novas terapias, ainda em fase experimental, estão a ser desenvolvidas para estimular os ovários a produzir ovócitos e permitir a estas mulheres conceber naturalmente”, refere Bruna Moreira, Investigadora no Departamento de I&D da Crioestaminal.

A investigadora acrescenta ainda que “o tratamento com MSC do tecido do cordão umbilical demonstrou-se seguro e capaz de ativar a produção de ovócitos maduros em mulheres com falência ovárica prematura, representando, assim, um tratamento promissor para esta doença.”

A falência ovárica prematura, também conhecida como menopausa precoce, corresponde à perda de função ovárica em mulheres com menos de 40 anos e caracteriza-se pela ausência de menstruação e baixo nível de estrogénio no sangue. Estima-se que mais de 40% dos casos possam ser atribuídos a causas genéticas e cerca de 20-30% dos cados a processos relacionados com autoimunidade.

Além da infertilidade associada à falência ovárica prematura, os sintomas comuns incluem “afrontamentos”, que ocorrem em 75% dos casos, suores noturnos, atrofia vaginal, alteração da função urinária, disfunção sexual e perturbações do sono. Embora esta doença afete apenas 1% da população feminina com menos de 40 anos, tem um impacto muito significativo na sua saúde e bem-estar.

Sobre a Crioestaminal

A Crioestaminal, fundada em 2003, foi o primeiro banco de criopreservação em Portugal, sendo o maior da Península Ibérica e o quarto a nível europeu. Sediada no Biocant – o maior parque de Biotecnologia português, emprega mais de 70 colaboradores e tem presença em quatro países da Europa (Portugal, Espanha, Itália e Suíça). É o único banco ibérico acreditado pela AABB (American Association of Blood Banks), sendo um dos mais influentes e inovadores bancos de células estaminais do cordão umbilical do mundo. Tem mais de 100 mil amostras recolhidas e criopreservadas desde a sua fundação, sendo o player em Portugal com o maior número de amostras resgatadas e transplantes realizados, com 15 utilizações em 10 crianças. Promove um trabalho de referência na terapêutica com células estaminais, com quatro patentes internacionais registadas e vários projetos de investigação em curso. Investe, anualmente, cerca de 10% do seu volume de negócios em Investigação & Desenvolvimento.

Fonte: Atrevia