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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

monica_pinho

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A DECO INFORMA… O sobre-endividamento é uma situação em que os rendimentos mensais de um agregado familiar são insuficientes para fazer face às suas despesas mensais. As despesas mensais são compostas pelas despesas indispensáveis (alimentação, água, luz, eletricidade) e pelas despesas com prestações de crédito. 

Considera-se que existe um elevado nível de endividamento, caso os rendimentos possibilitem apenas o pagamento das despesas mensais, não permitindo que reste algum dinheiro até ao final do mês. Nesta situação, considera-se que estamos perante uma taxa de esforço muito elevada.

A taxa de esforço permite-nos compreender qual o peso das prestações mensais de crédito (crédito à habitação, automóvel, pessoal ou cartão de crédito) no nosso rendimento.

Para calcular a taxa de esforço, basta apurar o valor total das prestações de crédito e dividi-lo pelo total dos rendimentos do agregado familiar. 

O valor resultante deverá ser multiplicado por 100, o que permite encontrar o valor da taxa de esforço em termos percentuais.

Uma taxa de esforço superior a 35% apresenta-se como elevada, uma vez que não permite precaver uma situação imprevista de diminuição de rendimentos, como por exemplo, uma situação de desemprego ou cortes salariais.

Se a sua taxa de esforço for elevada (superior a 35%), será aconselhável que tome algumas medidas, devendo começar por reorganizar o seu orçamento mensal.

Assim, se sofreu uma redução ou cortes nos seus rendimentos, a DECO está disponível para fazer uma análise e diagnóstico da situação financeira da sua família e ajudar no reequilíbrio da mesma.

Fale connosco através do endereço Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., do número 213 710 238 ou através do portal gasdeco.net.

GPI DECO-AlgarveDesempregoAlgarve

Muitos dos problemas de consumo dos portugueses têm início em mensagens publicitárias pouco transparentes ou até mesmo enganosas. Ao longo do 1º semestre de 2020, a DECO efectuou 20 denúncias de publicidade enganosa sobre quase todos os setores do consumo, desde telecomunicações ao crédito fácil, passando pela energia, turismo e compra e venda.

A grande maioria das denúncias (17 das 20 referidas) foi remetida à Direção Geral do Consumidor, entidade fiscalizadora em matéria de publicidade, tendo as restantes sido enviadas às entidades reguladoras dos diversos setores, mas até hoje não tivemos uma decisão final sobre nenhuma das nossas denúncias.

A primeira denúncia aberta pela Associação mantém-se em espera há já 165 dias. A título de exemplo, o processo mais rápido ocorrido durante este semestre demorou 50 dias até obtermos a primeira resposta.

Além da morosidade destes processos de fiscalização, consideramos fundamental a atualização do Código da Publicidade, designadamente no que respeita ao regime sancionatório pois tal permitiria a aceleração desses processos.

A publicidade é, assim, o setor mais esquecido por todos, entidades fiscalizadoras, reguladoras e até consumidores.

A DECO defende mudanças neste setor. É urgente agir e pugnar por conteúdos publicitários mais transparentes e verdadeiros.

Lançamos hoje o Observatório da Publicidade – Publicidade? Assim Não - que visa envolver todos os consumidores, incentivando-os a denunciar situações de publicidade enganosa, passível de prejudicar os seus direitos e legítimos interesses. Criámos o endereço de email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. para que todos, facilmente, nos façam chegar os casos de publicidade enganosa que enfrentem no seu dia-a-dia.

Para além da denúncia, iremos partilhar as publicidades que denunciarmos na nossa rede social #decoassociacao por forma a alertar os consumidores e a estimular as empresas e as entidades fiscalizadoras a evitar a manutenção de publicidades lesivas dos seus direitos.

Contamos com o apoio dos consumidores. Juntos conseguiremos que a publicidade cumpra o seu primeiro dever de informar.

GPI DECO-AlgarvePublicidadeEnganosa

A DECO INFORMA… A obsolescência programada dos equipamentos constitui não apenas uma deliberada prática comercial desleal, que lesa os interesses financeiros dos consumidores, como é altamente prejudicial para o ambiente, dado que potencia a acumulação de lixo eletrónico, uma das categorias que mais poluem o planeta.

As atualizações do sistema operativo iOS, em 2017, tornaram mais lentos os iPhones que já não eram recentes. Na prática, a Apple induziu os consumidores a substituírem os modelos antigos por novas versões ou, pelo menos, a pagarem a substituição da bateria. As alterações afetaram os iPhones 6, 6S e SE, cujo sistema operativo, iOS 10.2.1, foi atualizado em janeiro de 2017, e os modelos 7 e 7 Plus, equipados com o iOS 11.2, revisto em outubro do mesmo ano.

Combater as práticas de obsolescência programada é uma das bandeiras da União Europeia, que tem produzido legislação para promover um ciclo de vida para os aparelhos tão longo quanto possível. Não será, por isso, de espantar que o Tribunal Administrativo de Roma tenha acabado de confirmar a coima de 10 milhões de euros fixada pela Autoridade Garante da Concorrência e do Mercado italiana.

Apesar de as decisões da autoridade da concorrência francesa e da justiça italiana serem encorajadoras, não passam de episódios de um enredo que remonta a 2017, quando surgiram as primeiras notícias de que a Apple desacelerava propositadamente os telemóveis mais antigos, e cujo desfecho é ainda incerto.

Independentemente dos pedidos de desculpa, a Apple assegura que as alterações não foram feitas de má-fé, para obrigar os consumidores a comprarem novos equipamentos. Ao invés, argumenta que o objetivo era prolongar a vida útil dos aparelhos, pois, segundo defende, um iPhone mais lento é preferível a um aparelho que se desliga face a um pico de energia.

Tecnicamente, a escolha da Apple pode justificar-se, mas é inaceitável e viola os direitos dos consumidores. O fabricante não pode intervir desta forma, sem o conhecimento nem o acordo dos consumidores. Quando compraram o telefone, não sabiam da necessidade ou sequer da possibilidade da intervenção. Os iPhones são aparelhos caros, pelo que se espera qualidade e durabilidade.

Conte sempre com o apoio da DECO através do número de telefone 289 863 103, pode efetuar marcação para atendimento via skype ou por email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

GPI DECO-AlgarveAppleAbsolescencia

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

No próximo dia 11 de julho, pelas 11h, as Conversas com Barriguinhas realizam uma sessão online, onde o Enfermeiro José Portugal, Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia, apresentará dicas importantes para ajudar a preparar o trabalho de parto, um momento muito esperado e ansiado pelos futuros pais. Além disso, a educadora pré-natal e professora de yoga, Susana Lopes, vai ajudar as futuras mamãs a controlar a ansiedade ao longo da gravidez.

Para desmistificar e esclarecer a importância de criopreservar as células estaminais presentes no cordão umbilical do bebé, um especialista em células estaminais da Crioestaminal marcará presença para que os futuros pais tenham a oportunidade de colocar as suas questões e dúvidas e ficarem a saber tudo sobre este bem único.

Nesta sessão, todas as grávidas inscritas terão a oportunidade de receber ofertas especiais, como um vale de desconto de 40EUR da Ecox 4D para uma sessão de ecografia 4D, uma sessão fotográfica de 30 minutos na gravidez e 20 fotos digitais pela Marisa Barbosa Fotografia e um dos 10 vales de desconto para uma Massagem de Relaxamento de 30 minutos da Laksya.

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias através do link https://www.conversascombarriguinhas.pt/evento/conversas-com-barriguinhas-online/.

"Conversas com Barriguinhas" é uma iniciativa de âmbito nacional que junta parceiros e especialistas em saúde materna para levar às famílias o esclarecimento acerca de temas importantes e diversificados como a amamentação, a alimentação na gravidez, a sexualidade, as células estaminais, os cuidados com o bebé e com os pais e as situações de risco, além de deixar alguns conselhos práticos sobre as várias fases do período de gestação.

Desde 2009 a percorrer Portugal, as Conversas com Barriguinhas já realizaram mais de 3 mil eventos em mais de 500 espaços de excelência, impactando cerca de 100 mil casais, com o objetivo de esclarecer dúvidas e partilhar experiências sobre os mais variados temas ligados à gravidez e maternidade. Desde então, foram estabelecidas mais de 50 parcerias com marcas de referência no mercado da puericultura e partilhados inúmeros conteúdos sobre a gravidez e maternidade referenciados pelos melhores profissionais de saúde. Com cerca de 650 eventos previstos para 2020, este será um ano de enorme dinamismo e de consolidação da iniciativa, em que a promoção do bem-estar e a informação às famílias se manterão a principal prioridade.

AtreviaConversaBarriguinhasOnline

Arrancou a campanha “Alerta Doença Venosa” da Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular (SPACV), que tem como objetivo promover o diagnóstico e tratamento precoce da Doença Venosa Crónica. A Doença Venosa é uma doença crónica e evolutiva, que afeta as veias das pernas que transportam o sangue até ao coração.

O objetivo da campanha é aumentar o conhecimento existente sobre a doença junto da população geral e demonstrar a importância de diagnosticar precocemente os doentes com Doença Venosa Crónica (DVC). A DVC quando não é identificada e tratada a tempo pode originar diversas complicações que têm um elevado impacto no dia-a-dia dos doentes.

Em Portugal, à semelhança de outros países ocidentais, esta doença tem uma elevada prevalência, atingindo cerca de 35% da população adulta, com maior incidência nas mulheres a partir dos 30 anos, embora também afete os homens (60% F/ 40% M). Segundo o Prof. Armando Mansilha, Presidente da Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular, “A Doença Venosa Crónica resulta da insuficiência das veias das pernas em consequência de alterações na parede e nas válvulas das mesmas. O sangue tem mais dificuldade em ser transportado de regresso ao coração e acumula-se nas pernas, o que provoca a inflamação venosa. Assim surgem os primeiros sintomas, como a dor, pernas cansadas e pernas pesadas, bem como situações mais graves de varizes, edema (pernas inchadas), alterações da cor da pele ou mesmo úlcera venosa.”

No site da campanha qualquer pessoa pode fazer um “Check-up venoso!” aqui: http://www.alertadoencavenosa.pt/quizz e verificar se sofre de doença venosa crónica. Basta responder às perguntas e verificar o risco de sofrer de DVC. Depois de preenchido deve aconselhar- se com o seu médico de família.

“Mesmo nos doentes que ainda não têm varizes visíveis, os sintomas de DVC geram incapacidade para realizar diversas tarefas diárias, tais como as que obrigam a estar em pé ou sentado durante muito tempo, mas também subir escadas ou ajoelhar-se. Acresce-se que, com a evolução da doença, surgem manifestações cutâneas progressivamente mais severas que podem inclusive culminar na úlcera venosa”, acrescenta o Prof. Armando Mansilha.

Os principais fatores de risco para vir a sofrer de DVC são:

  • A predisposição familiar: uma pessoa que tenha antecedentes familiares de DVC tem maior probabilidade de vir a desenvolver a doença;

  • O sexo feminino: devido às alterações hormonais, à contraceção hormonal e à gravidez;

  • A idade: à medida que envelhecemos as nossas veias perdem resistência;

  • A obesidade: o excesso de peso provoca uma grande carga nos membros inferiores e, consequentemente, nas veias;

  • A gravidez: provoca alterações hormonais e grande carga nos membros inferiores (consequentemente, nas veias);
    Outros fatores de risco são a falta de exercício físico e o sedentarismo, o consumo de tabaco, a obstipação, e permanecer parado, durante longos períodos, de pé ou sentado.

    Assim, os doentes devem recorrer à ajuda médica sempre que suspeitem que estão perante uma situação de DVC. O diagnóstico é simples, podendo numa consulta médica de cirurgia vascular serem investigados aspetos relacionados com a doença. Segue-se um exame físico, onde se procuram sintomas e sinais da doença, podendo nesta fase ser utilizado um Doppler portátil ou um eco-Doppler colorido, para identificar a presença de refluxo ou potencial oclusão das veias.

    Campanha Alerta Doença Venosa: http://www.alertadoencavenosa.pt/

Sobre a SPACV:

A Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular (SPACV) é uma sociedade médica de carácter científico que tem como objetivo primário impulsionar o progresso da Especialidade de Angiologia e da Cirurgia Vascular. Compete, desta forma, à SPACV, promover e/ou organizar reuniões científicas, divulgar estudos e comunicações científicas de interesse para a Especialidade, mas igualmente, debater problemas de carácter ético, profissional ou social e colaborar com todos os organismos oficiais consultivos e executivos com responsabilidade na gestão da Saúde.

VarizesDerrames

Assinala-se a 8 de julho o Dia Mundial da Alergia, uma iniciativa conjunta da Organização Mundial da Saúde e da Organização Mundial da Alergia com o fim de sensibilizar a população para a importância de diagnosticar e tratar adequadamente as patologias alérgicas.

Alergias e COVID-19 é o tema em destaque para este Dia Mundial da Alergia pois, embora as patologias alérgicas não tenham sido identificadas como um fator de risco para contrair a infeção pelo novo coronavírus, algumas delas podem representar um fator de agravamento para a pessoa que tem COVID-19.

Desde o início da pandemia que a SPAIC tem vindo a publicar um conjunto de recomendações dirigidas a doentes e a prestadores de cuidados de saúde sobre a relação entre as várias doenças alérgicas e a COVID-19.

Em Portugal, estima-se que a doença alérgica afete cerca de um terço da população: de acordo com os dados atuais, 30% da nossa população tem queixas de rinite, 18% tem concomitantemente queixas de conjuntivite, 6.7% asma e cerca de 5% reportam alergia alimentar”, sublinha Pedro Martins, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, o subdiagnóstico é particularmente frequente no caso das doenças alérgicas respiratórias, que podem ser confundidas com outras situações também comuns. A maioria das alergias identificada nestas doenças são aos ácaros do pó doméstico, aos pólenes de gramíneas, parietária e oliveira e aos epitélios de cão e gato.

Para melhorar o diagnóstico,“há que estar atento à duração dos sintomas, aos fatores desencadeantes e aos fatores de alívio. Uma avaliação por um médico imunoalergologista constituirá uma mais valia para melhorar o processo de diagnóstico”, defende a SPAIC.

RX ConsultingDiaAlergia