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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA…No passado mês de março a DECO realizou um inquérito online junto dos seus associados sobre fornecedores de energia.

Os resultados, que se basearam em quase dez mil respostas, às quais juntámos as mais de seis mil recolhidas no questionário de 2018, mostraram, entre outras, as seguintes conclusões: A Galp Energia, a EDP e a Iberdrola foram as empresas com mais problemas denunciados. Já a Goldenergy registou mais queixas entre os clientes que contrataram o gás separado da eletricidade. A Galp Energia, por sua vez, reuniu mais queixas entre os inquiridos que assinaram um único contrato para ambas as energias.

Se não está satisfeito com o seu comercializador ou considera a sua faturação muito elevada, pode descobrir o fornecedor mais barato para si no nosso simulador. De seguida, contacte o novo comercializador para subscrever o contrato. Este tratará dos procedimentos necessários para a mudança, sendo que esta ocorre no prazo máximo de três semanas. Não precisa de cancelar o contrato com o anterior fornecedor. Entretanto, receberá uma fatura da anterior empresa, para fechar as contas; o novo comercializador enviará as seguintes. Caso não fique satisfeito com o novo serviço ou surja uma proposta mais vantajosa, pode e deve mudar as vezes que entender. Leia sempre as condições do contrato, para se certificar de que não existe um período de fidelização ou eventuais penalizações ao mudar antes do final do prazo.

Lembre-se que pode também poupar ao reduzir o consumo de energia - por exemplo, opte pelo programa económico em lavagens e evite deixar aparelhos em stand-by. Se concentrar o grosso do consumo de eletricidade à noite e ao fim-de-semana, poderá compensar a tarifa bi ou tri-horária.

Se a maioria dos consumidores insatisfeitos migrarem para outros comercializadores, pressionarão os anteriores a melhorarem os serviços. É ainda importante que as empresas apostem mais no apoio ao cliente e que emitam faturas claras e fáceis de interpretar.

Fonte: GPI DECO-AlgarveEnergiaDECO

DECO Algarve promove formação sobre alimentação, em colaboração com a Academia Sénior de Tavira. Segundo o relatório do Programa Nacional para a Alimentação Saudável da DGS, as más escolhas alimentares são o principal responsável pela perda de anos de vida saudável dos portugueses, bem como pela obesidade, o maior problema de saúde pública. Verifica-se que a baixa literacia alimentar é responsável pela dificuldade dos portugueses na escolha de alimentos mais saudáveis,

Por esta razão em parceria com a Câmara Municipal de Tavira a DECO Algarve desenvolveu uma ação de formação “Comer Bem Sem Olhar a Quem” com o objetivo de capacitar os participantes para a compra e confeção de alimentos saudáveis, seguindo os princípios da dieta mediterrânica, melhorando as escolhas alimentares, sem que isso requeira maior investimento económico e ao mesmo tempo, tornando o consumo mais consciente e sustentável.

Esta ação terá lugar no próximo dia 04 de dezembro nas instalações da Academia Sénior de Tavira, com início previsto para as 15h00. A participação é gratuita.

Caso pretenda mais informações sobre este tema poderá entrar em contacto connosco através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou do telefone 289 863 103.

Fonte: GPI DECO-AlgarveComerBem

 

A DECO INFORMA… E se, para atacarmos o problema do excesso de plástico no ambiente, pudéssemos, simplesmente, sem problemas de consciência, deitá-lo fora depois de o usar? Falamos de bioplástico, ou seja, como aponta o nome, um plástico preparado para ser consumido pela natureza sem a atropelar, biodegradável e compostável.

Por definição, são feitos de materiais de origem biológica. E, dependendo da forma como são transformados, podem ou não ser biodegradáveis. Se o forem, decompõem-se em vários elementos sob a acção de organismos vivos, depois de serem deitados fora.

Porém, as coisas não são assim tão simples: há níveis diferentes de decomposição consoante o tipo de material. O tema é tão complexo quanto as múltiplas formas de plástico que existem. Para além de vários níveis de biodegradação, há polímeros (estruturas microscópicas que formam os plásticos) que exigem condições muito específicas para se degradarem correctamente e poderem ser usados na produção de composto, um fertilizante orgânico de origem natural. Confuso? Talvez. Alguns plásticos só se degradam a uma temperatura de 55ºC, difícil de alcançar fora do laboratório... Daí que ainda seja complicado dar uma definição cabal do que é biodegradável ou compostável, ou seja, matéria orgânica capaz de ser utilizada para outros fins.

Para além disso, parte dos despojos do plástico que depositamos nos contentores amarelos, para reciclar, poderá ter de voltar ao contentor do lixo, por ser biodegradável.

As embalagens, os sacos ou as caixas em bioplástico poderão, desta forma, ter outro fim, como serem utilizados, com outros resíduos orgânicos (restos de frutas ou alimentos, por exemplo), para fertilizantes e adubos agrícolas.

Mas faltam pontos de recolha seletiva de resíduos orgânicos (próprios para a compostagem) em quase todo o País, e é preciso despertar as autarquias para o problema. Até porque temos metas europeias a cumprir, não só de reciclagem, mas também no aproveitamento de biorresíduos, para os quais olhamos ainda como lixo indiferenciado.

Fonte: GPI DECO-AlgarvePlastico

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

DPOC Games: evento interativo dedicado à Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica aposta na formação dos Médicos de Família. No passado mês de novembro, dedicado à sensibilização para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), a Menarini Portugal organizou uma formação interativa, com um modelo moderno e digital de jogo de tabuleiro, dirigida preferencialmente aos especialistas de Medicina Geral e Familiar (MGF), com vista a apoiar a formação contínua destes profissionais.

“O médico de família está na linha da frente no diagnóstico e tratamento de qualquer doença, nomeadamente das doenças crónicas” explicou o Dr. Rui Costa, Coordenador do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e formador da iniciativa. “Por isso, esta classe profissional tem de estar sensibilizada e saber quais são os pontos-chave para identificar um doente com DPOC. No fundo, saber se o nosso doente está ou esteve exposto a fatores de risco, com destaque para o tabaco, e avaliar se tem sintomas respiratórios”, descreveu. Nestes casos, é fundamental que o profissional que acompanha o utente solicite uma espirometria com prova de broncodilatação, o exame mais rigoroso para o diagnóstico de DPOC e, com certeza, “ficarão surpreendidos com muitos casos de DPOC que vão encontrar na sua clínica diária”.

A formação “DPOC Games” decorreu no dia 9 de novembro, em Peniche, e reuniu mais de 40 médicos de família, abordando vários aspetos da DPOC, desde a prevenção, passando pelo diagnóstico, até ao tratamento, onde foram apresentadas diferentes opções terapêuticas para controlo da doença, com respetiva demonstração do dispositivo inalatório. Para além destas vertentes do conhecimento, foi ainda incluída uma componente motivacional e comportamental, com enfoque na relação médico-doente.

“Numa patologia como esta, é fundamental a conjugação entre aquilo que é a criticidade técnica, ou seja, fazer uma abordagem adequada do ponto de vista clínico, ao mesmo tempo que se aplica uma abordagem comunicacional eficaz na relação com o doente”, esclareceu a Dr.ª Eugénia Raimundo, psicóloga e também formadora neste evento. “Faz todo o sentido, por isso, que uma iniciativa desta natureza congregue estas duas vertentes”.

A grande mensagem neste âmbito, segundo a formadora, “é não pensarmos em doente, mas pensarmos em pessoa com DPOC, para termos a noção efetiva que por detrás daquele diagnóstico está uma pessoa. A abordagem médica será tão mais eficaz, no diagnóstico e na prescrição terapêutica, quanto mais enraizada estiver esta perceção, pois permitirá uma abordagem costumizada ao doente”.

A dinâmica do evento pautou-se pela originalidade e inovação, mimetizando um jogo de tabuleiro, em formato digital, com diferentes desafios convencionais (tais como palavras cruzadas, sopa de letras, descubra as diferenças, anagrama, quiz, jogo da “batata quente”) e outros especificamente idealizados para esta iniciativa (roda dos inaladores, casos clínicos, role play, interpretação de espirometria, entre outros). Os desafios foram disputados por diferentes equipas, que competiram por uma posição vencedora no tabuleiro de jogo, com base nos conhecimentos adquiridos e considerando também o fator sorte, presente em qualquer jogo, sempre que o dado era lançado.

“Através dos vários jogos que estão incorporados nesta formação, o processo de aprendizagem torna-se mais dinâmico, atrativo e interativo, com uma envolvência direta por parte dos participantes, o que aumenta seguramente a capacidade de memorização e de assimilação do conhecimento”, considerou o Dr. Rui Costa. Reforçando esta mesma opinião, a Dr.ª Eugénia Raimundo acrescentou que “num contexto lúdico como este, os formandos quebram defesas e ficam muito mais espontâneos na interação”, destacando também o formato de dinâmica de grupo, tendo em conta o “efeito de contágio”, que estimula os vários elementos a estarem focados ao máximo no esforço de equipa. Pela sua originalidade no método de aprendizagem, a psicóloga acredita que “esta formação marcará a diferença” na consolidação de conhecimentos fundamentais para permitir um melhor diagnóstico e tratamento da DPOC em Portugal.

Em 2020, o evento será replicado pela Menarini Portugal em diversos pontos do país, permitindo a participação de um maior número de especialistas de MGF, a par da atualização de conteúdos à medida que novas evidências são publicadas.

Fonte: PR RHPEugeniaRaimRuiCostaDrs

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) volta a promover o Mês da Medicina Interna, em dezembro, com o objetivo de destacar a importância desta especialidade médica e dos internistas, nos vários setores da medicina. A iniciativa insere-se nas comemorações do 68º aniversário da SPMI.

“A Medicina Interna é a maior Especialidade Hospitalar em Portugal, com 2.600 internistas inscritos na Ordem dos Médicos, o que corresponde a 12,6 por cento de todos os especialistas do Hospital. Tem do seu lado profissionais competentes, que desenvolvem as suas funções assistenciais em diversos setores, mas que nunca deixam de ver o doente como um todo. É por isso que são os que melhor podem aconselhar os hábitos de vida, que promovem a saúde e evitam a doença”, afirma João Araújo Correia, Presidente da SPMI e Internista há 26 anos.

“Nós, os internistas, distinguimo-nos dos especialistas médicos de órgão pelas nossas funções, que nos tornam especialmente capazes no tratamento do doente complexo, polimedicado e pluripatológico, em qualquer cenário hospitalar, e é a isso que devemos a nossa importância”, acrescenta.

Atualmente os serviços de Medicina Interna têm uma lotação de 5.000 camas, cerca de 30 por cento do total hospitalar, com uma taxa de ocupação que ultrapassa os 100 por cento. Estes serviços são responsáveis por 42 por cento das altas médicas hospitalares, 23 por cento do total do SNS. Os serviços de Medicina Interna recebem anualmente 70 por cento dos internamentos por AVC, 80 por cento dos internamentos por insuficiência cardíaca, pneumonias, DPOC e Lúpus.

Dezembro é um dos meses de maior movimento nos hospitais, pelo aumento das doenças. O Serviço de Urgência, onde os pacientes contam com os especialistas em Medicina Interna, assiste anualmente a uma subida dos números relativos à sua lotação.

A par de ser o Mês da Medicina Interna, o último mês do ano ficará também marcado pelo 68º aniversário da SPMI, comemorado a dia 14. Sessenta e oito anos após a sua fundação, a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna é filiada na Sociedade Internacional de Medicina Interna e membro da Federação Europeia de Medicina Interna, contando já com cerca de 3000 sócios, que lhe valeram o estatuto de maior Sociedade Científica Médica Portuguesa.

Sobre a SPMI

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) é uma das maiores sociedades científicas médicas portuguesas, que congrega os internistas, que são a base do Serviço Nacional de Saúde nos hospitais. Um dos seus maiores desígnios é a divulgação do conhecimento, dirigida aos médicos e à população, no campo muito vasto da Medicina Interna. Para além da Medicina Curativa, quer ser também cada vez mais reconhecida no campo da prevenção da doença e promoção da saúde. Para mais informações consulte https://www.spmi.pt/

Fonte: MiligramaMesMedicinaInterna

Artigo de opinião escrito pelo cardiologista Ernesto Carvalho. Semana da consciencialização para a fibrilhação auricular decorre de 18 a 24 de novembro.

A fibrilhação auricular é a arritmia mais frequente com uma prevalência superior a 10% na população com mais de 75 anos de idade e podendo ocorrer em mais de 1% na população em geral.

A fibrilhação auricular reduz a qualidade de vida e aumenta a mortalidade por patologia cardiovascular bem como o número de hospitalizações. Há ainda a salientar ser uma importante causa de acidentes vasculares cerebrais isquémicos e pode estar relacionada com problemas de demência e depressão.

A sua manifestação clínica depende da patologia cardíaca subjacente mas é fundamentalmente a sensação de alteração do ritmo cardíaco, nomeadamente palpitações irregulares.

No diagnóstico de fibrilhação auricular é importante o registo eletrocardiográfico para documentar o ritmo de fibrilhação auricular de modo a iniciar um tratamento correto.

O registo pode ser feito principalmente por um eletrocardiograma em repouso ou por um exame de Holter – registo eletrocardiográfico em ambulatório.

Também salientamos que a fibrilhação auricular progride na maioria das vezes de episódios curtos para períodos mais longos até à fibrilhação auricular paroxística persistente / permanente.

O tratamento deve ter uma abordagem integrada, mas o doente tem um papel fundamental no cumprimento da terapêutica que consta essencialmente na terapêutica anticoagulante para poder prevenir a maior parte dos acidentes vasculares cerebrais isquémicos – nos doentes com essa indicação. Todos os anticoagulantes existentes no mercado são eficazes, mas há uma recomendação nos doentes elegíveis para os novos anticoagulantes orais.

Os antiplaquetarios são inferiores aos anticoagulantes e não são recomendados para a prevenção do acidente vascular cerebral nos doentes com fibrilhação auricular.

O tratamento também inclui medicamentos antiarrítmicos para controlo da frequência cardíaca e do ritmo e há ainda a ablação por cateter que pode ser considerada terapêutica eficaz para doentes selecionados.

Fonte: MiligramaErnestoCarvalhoDr