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magda_folgadoCom Magda Folgado...

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monica_pinhoCom Mónica Pinho...

 


 

 

 

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A DECO INFORMA… Agora é mais fácil saber o preço dos serviços bancários de cada instituição. A 30 de abril entrou em vigor uma instrução do Banco de Portugal que obriga os bancos e as instituições de crédito a divulgarem as comissões cobradas, seguindo uma lista dos 13 serviços mais procurados e que geram os custos mais elevados para os consumidores.

Os nomes dos serviços listados têm também de ser uniformizados. São eles:

  • manutenção de conta;
  • disponibilização de um cartão de débito;
  • disponibilização de um cartão de crédito;
  • levantamento em numerário;
  • adiantamento de numerário a crédito (cash advance);
  • requisição e entrega de cheques cruzados e à ordem;
  • requisição e entrega de cheques cruzados e não à ordem;
  • transferência a crédito intrabancária;
  • ordem permanente intrabancária;
  • transferência a crédito SEPA +;
  • ordem permanente SEPA +;
  • transferência a crédito não SEPA +;
  • ordem permanente não SEPA +.

A obrigação de utilizar esta terminologia uniforme aplica-se igualmente sempre que prestem informações aos clientes.

A partir de 1 de outubro, as instituições bancárias têm ainda de passar a divulgar a lista dos serviços no documento sobre comissões e no glossário, e em janeiro de 2019, a lista dos serviços tem de constar no extrato de comissões que as entidades apresentam aos clientes.

Já no final de outubro, o Banco de Portugal vai disponibilizar um simulador que permitirá comparar cerca de 80 comissões.

A DECO considera que a medida representa um avanço para os consumidores. Como temos vindo a realçar através da nossa petição, as comissões bancárias são demasiado elevadas para um serviço básico como uma conta bancária. Ao poder comparar comissões, o consumidor fica mais informado para fazer uma melhor escolha da instituição que mais lhe convém. O nosso simulador também pode ajudar nesta tarefa.

Fonte: GPI DECO-AlgarveParagemAutocarro

A DECO INFORMA… Não temos dúvidas: os seguros de saúde não devem excluir cidadãos que tenham doenças preexistentes, não devem ter limites de idade, nem duração anual.

Através da ação www.curaparaseguros.pt a DECO vai exigir que o Parlamento Europeu defina novas condições para os seguros de saúde, banindo várias condições discriminatórias.

As condições atuais são um entrave ao acesso, e para quem os contratou, frequentemente, acabam por impedir que os seguros funcionem nos momentos em que são necessários. As exclusões com base na idade são um exemplo forte desta realidade.

As seguradoras definem um limite máximo para contratar o seguro – regra geral, 60 anos. Podem, ainda, definir um limite de permanência, a partir do qual a pessoa é excluída (65 ou 70 anos). Ou seja, na altura da vida em que é mais provável o aparecimento de problemas de saúde, os seguros, simplesmente, deixam de funcionar.

A preexistência de uma doença é outro dos problemas. Antes da contratação do seguro, caso seja detetada, ou seja determinada uma elevada probabilidade de vir a ocorrer, a seguradora poderá aceitar o seguro mediante um agravamento do prémio, ou pode mesmo recusá-lo.

Mas o quadro negativo para os consumidores ainda não terminou. A duração anual dos seguros de saúde pode, igualmente, deixá-los desprotegidos. A vítima de um acidente que obrigue a tratamentos superiores a um ano pode ver a sua seguradora inviabilizar a renovação da apólice no final desse ano. Com a agravante de que não conseguirá contratar um novo seguro para cobrir as despesas, com base na exclusão de doenças preexistentes.

Traçado este retrato, nada favorável para os consumidores, a nossa ação avança em duas frentes – uma petição ao Parlamento Europeu, com o objetivo de alterar o atual quadro discriminatório e prejudicial para os cidadãos; e comprovando que é possível fazer seguros sem estas cláusulas – através de um acordo com uma seguradora mutualista, até aqui só disponível para os nossos subscritores, mas que agora disponibilizamos a todos os consumidores.

Até 31 de julho, ajude-nos a criar um setor dos seguros mais favorável e mais justo para os consumidores. Junte-se à nossa petição em https://www.deco.proteste.pt/campanhas/curaparaseguros/

Fonte: GPI DECO AlgarveSegurosSaudeDECOParagemAutocarro

A DECO INFORMA… Nos últimos 8 meses, fomos contactados por cerca de 600 clientes de luz e de gás da Galp, que se queixam de não receberem faturas há vários meses ou de receberem faturas acumuladas com valores muito elevados. A empresa informou-nos de que a situação seria regularizada, mas o problema mantém-se.

Quando o fornecedor de eletricidade ou gás natural falha no envio mensal da fatura, o cliente tem duas alternativas. Se as faturas dizem respeito a consumos com mais de 6 meses, pode opor-se ao pagamento das quantias e pedir a sua anulação. Isto porque o direito a cobrar o serviço prescreve no prazo de 6 meses após a sua prestação. A regra é válida para os serviços públicos essenciais (água, luz, gás e telecomunicações). Se é o seu caso, tem de reclamar esse direito.

Quem já pagou os montantes não pode reclamar, mesmo que os valores digam respeito a consumos com mais de 6 meses. Isto porque, à luz da lei, o consumidor assume tacitamente a dívida ao pagar as faturas. Lamentamos que as empresas se aproveitem do desconhecimento dos clientes sobre a prescrição de consumos para enviar estas cobranças.

Quem tem faturas atrasadas relativas a consumos com menos de 6 meses, com valores elevados, pode pedir o pagamento parcelado. Os Regulamentos de Relações Comerciais, emitidos pela ERSE, são claros quanto à periodicidade de faturação: é mensal, a menos que as partes combinem um período diferente, considerado mais favorável pelo cliente. Quando a periodicidade de faturação acordada não é cumprida pela empresa, o cliente pode pedir para o pagamento ser parcelado e a empresa não pode cobrar juros.

Em ambos os casos, os pedidos devem ser feitos por escrito para os contactos de apoio ao cliente indicados nas faturas da Galp. Envie carta registada com aviso de receção, para ficar com o comprovativo de que apresentou a queixa.

Se tiver dúvidas ou precisar da nossa ajuda, contacte os nossos serviços.

Fonte: GPI DECO AlgarveParagemAutocarro

Estamos com os azeites. Vale a pena nos debruçarmos sobre a temática que envolve o chamado ouro líquido. Durante séculos o azeite foi a real moeda de troca de varias sociedades e hoje é um ingrediente indispensável na gastronomia mediterrânica.

Aliás, o prazer do paladar começa logo numa boa entrada de azeitonas* muito bem apresentadas numa azeitoneira* com alho e orégãos*; ou então, para ávidos apreciadores, umas fatias de pão caseiro barrado com pasta de azeitona*. Seja qual for a forma que pretenda apreciar a azeitona, o azeite é sem dúvida o melhor complemento de uma refeição, por acompanhar todos os pratos.

O Mar d'Estórias, com a ajuda do livro Os 100 Melhores Azeites de Portugal, de Edgardo Pacheco* explica de forma sucinta a diferença no uso dos azeites: 

Azeite Virgem Extra – é um azeite de qualidade máxima (acidez de, no máximo, 0,8%) ideal para temperar a cru; 
Azeite Virgem – deve ser utilizado para refogar, assar, confitar ou fritar; 
Azeite Refinado – de categoria inferior e acidez superior deve ser apenas utilizado para frituras de grande volume. 

Para tornar as coisas mais divertidas, porque não fazer uma prova de azeites em casa? Junte a família e amigos e, em vez de fazê-lo como os provadores profissionais que usam os copos azuis, ou então, molhar o pão num pouco de azeite, como se faz habitualmente, sugerimos uma prova de azeites diferente - com camarão cozido descascado! Adquira 4 azeites de diferentes regiões ou produtores e experimente passar o camarão por cada recipiente de azeite. Ao fim de algumas provas vai notar a diferença de perfil de azeite de cada um e o facto de se adaptarem a diferentes criações gastronómicas. 

Boas Provas!

Sobre o Mar d'Estórias

O Mar d'Estórias visa ser um espaço inovador de valorização de tudo o que é Português, com especial ênfase para o Algarve. Este espaço pretende proporcionar a passagem equilibrada entre as diferentes secções de loja, cafe/bistro e galeria de arte, que culminam num bar-terraço a céu aberto e com vista sobre o mar.Mar dEstoriasFonte: Mar d'Estórias

 

Imagem 1O açúcar é proveniente dos hidratos de carbono, um conjunto de moléculas de açúcar presentes nos alimentos que ingerimos, e a glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo. É importante saber distinguir os diferentes tipos de açúcar, e para isso apresentamos-lhe o seguinte esquema:

 imagem 2O consumo moderado de açúcar, apresenta alguns efeitos no nosso organismo, nomeadamente dá-nos energia, promove a saciedade, dá-nos força muscular, retarda a fome e é essencial para o funcionamento do cérebro e do coração.    

 Agora que já conhece os diferentes tipos de açúcar e os efeitos do seu consumo moderado no nosso organismo, é de salientar que quando se fala no consumo excessivo de açúcar, fala-se normalmente em açúcar simples, como é o caso da sacarose (açúcar branco), presente nomeadamente nos produtos de pastelaria, nos doces, nas sobremesas, nos refrigerantes, nos sumos de fruta, no mel, nas geleias e nos xaropes.

A sacarose não possui qualquer valor nutricional, e está repleta de calorias vazias, ou seja quanto mais calorias forem ingeridas, maior é a probabilidade do aparecimento de doenças como a obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial, o cancro, a diabetes mellitus, a hipercolesterolémia, etc.

 A organização mundial de saúde recomenda que se diminua o consumo de açúcares simples, uma vez que o consumo em Portugal é muito alto. A Organização Mundial de Saúde recomenda que o consumo diário de açúcares simples não deve ser superior a 10% do total de energia diária ingerida e ainda realça que, caso seja inferior a 5%, apresenta benefícios para a saúde, em Portugal consumimos cerca de 18,8%, uma percentagem assustadora.

 Esta ingestão excessiva de açúcares simples vai provocar alterações no nosso organismo, como:

imagem 3

Para não ingerir açúcares em excesso, existem algumas regras essenciais, que nunca deve esquecer:

 

  1. Ficar atento aos rótulos dos alimentos;
  2. Saber identificar quais os alimentos que apresentam grande quantidade de açúcar;
  3. Adotar um estilo de vida saudável, praticando atividade física e preferindo sempre uma alimentação saudável.

 

NOTA: Para saber mais sobre nutrição, pode seguir a nossa página de facebook: Saúde para todos.

Para contactar com o serviço de nutrição, pode usar o email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Sofia Cardeira (1556NE - Nutricionista Estagiária à Ordem dos Nutricionistas)

Serviço de Saúde de Apoio à População da Freguesia de Faro

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Freguesia de Faro (Sé e S. Pedro)

Rua Reitor Teixeira Guedes nº2

Tel: 289 803 416

Fax: 289 803 417

www.uf-faro.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mitos alimentaresA alimentação saudável está na moda, todos os dias abrimos a internet e vemos diversas fotografias de comida, de sumos detox, de exercício físico, etc. Todos os dias surge uma nova dieta, um “expert” em alimentação, um novo alimento ou produto milagroso.

Artigo de Opinião de Elisabete Albuquerque, psiquiatra da UPPC. Já alguma vez teve medo ou sentiu que o perigo estava próximo? Certamente que sim, não fosse este um dos instintos primários de qualquer ser vivo. No entanto, pode acontecer que essas mesmas sensações assumam uma intensidade fora do comum sem qualquer motivo plausível, ao mesmo tempo que surgem sintomas como respiração ofegante, aumento do ritmo cardíaco, transpiração ou tonturas. Nesses casos estamos perante uma situação de pânico.

O que é um ataque de pânico?

Define-se ataque de pânico todo o episódio em que, perante um medo intenso e inesperado, o nosso corpo reage com níveis extremos de ansiedade, acompanhados por um conjunto de sintomas físicos similares aos que ocorrem durante um enfarte agudo do miocárdio. Este tipo de ataques caraterizam-se ainda pela inexistência de um perigo que justifique o estado de medo provocado no indivíduo.

Entre os sintomas psicológicos mais comuns estão a ansiedade constante e exacerbada, a sensação de perigo, e o medo de morrer. No que concerne aos sinais físicos, pode testemunhar-se a existência de dores abdominais e/ou torácicas, dificuldade de respiração, ritmo cardíaco acelerado, transpiração, calafrios, tonturas, náuseas, entre outros.

Geralmente estes ataques tendem a surgir cerca de uma a duas vezes no decorrer da vida do indivíduo. Contudo, caso ocorram com frequência, podemos estar perante uma perturbação de pânico.

Acredita-se que as causas para esta condição possam ter origem em períodos de maior stress, na genética, em alterações ocorridas em algumas zonas do cérebro, assim como nalgumas doenças psiquiátricas, tais como a fobia social, o stress pós-traumático e a depressão.

Quais as suas implicações para a vida da pessoa?

Na presença de perturbação de pânico, e mesmo após um primeiro episódio em que esta se manifesta, pode verificar-se a ocorrência de algumas alterações no comportamento da pessoa, que advêm do medo de voltar a ter uma experiência como a anterior. Estas passam maioritariamente pela tentativa de evitar situações e lugares que o indivíduo acredita serem impulsionadores de um novo ataque, ou que de alguma forma o façam sentir inseguro.

Esta realidade acaba por se tornar um problema crescente para as várias instâncias da vida da pessoa, levando ao isolamento social, ao surgimento de fobias e/ou depressão, ou até mesmo à dependência de substâncias como o álcool e as drogas. Torna-se assim imprescindível efetuar um diagnóstico atempado e, posteriormente, um tratamento adequado.

Como combater o problema?

Sempre que estiver perante um conjunto de sintomas sugestivos da ocorrência de um ataque de pânico, é importante:

  • Perceber a natureza dos sintomas. No caso de dúvida, e sobretudo quando se trata de uma primeira experiência de pânico, é crucial não desvalorizar os sintomas e procurar assistência médica.
  • No caso das pessoas com historial de episódios semelhantes, deve-se aprender a identificar os sintomas e agir em conformidade, tendo sempre em mente que a ansiedade não mata: aumenta, atinge um pico e, invariavelmente, após alguns minutos, acabará por desaparecer.
  • O controlo da respiração é fundamental, recomendando-se uma respiração lenta e profunda (respirar para dentro de um saco de papel pode ajudar neste processo).
  • Procurar um local onde se sinta mais calmo/a e seguro/a, afastando-se dos contextos/situações que identifique como perturbadoras.
  • Procurar ajuda médica. A perturbação de pânico é uma perturbação psiquiátrica e carece de tratamento, seja ele psicoterapêutico, psicofarmacológico ou uma combinação de ambas as modalidades.

Sobre a UPPC

A Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra tem por missão contribuir para o bem-estar da população através da oferta de cuidados de saúde, de atividades de formação e de investigação, na área da Psiquiatria e saúde mental, de acordo com padrões de referência internacionais. Para mais informações consulte: http://uppc.pt/

Fonte: Miligrama

Sente necessidade de ir à casa de banho mais de 8 vezes por dia? Acorda várias vezes durante a noite para urinar? Pode sofrer de bexiga hiperativa.

Viver com bexiga hiperativa é um desafio, uma vez que os sintomas podem levar ao isolamento, mas não está sozinho. Os profissionais de saúde podem ajudá-lo no diagnóstico e tratamento deste problema – sim, há tratamentos! Outras pessoas que sofrem deste problema e até os seus amigos e familiares também podem ajudá-lo a controlar os sintomas desta patologia.

Agora que o Verão se aproxima a bexiga hiperativa pode ter um impacto ainda maior na vida social das pessoas que sofrem desta patologia, uma vez que as roupas são finas e claras, não ajudando a esconder uma possível perda de urina, e os eventos sociais são muitos e muitas vezes não têm uma casa de banho por perto. Idas à praia, ‘sunsets’, concertos no jardim ou caminhadas à beira mar podem ser imediatamente riscados da lista de planos para este verão.

“Quem sofre de bexiga hiperativa dificilmente consegue esperar para urinar, já que tem urgência em esvaziar a bexiga e, quando não consegue encontrar uma casa de banho, pode mesmo ter perdas de urina. Isto pode fazer com que as pessoas se isolem”, destaca o Dr. Paulo Temido, presidente da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia (APNUG).

Felizmente é possível tomar certas precauções para controlar os sintomas de bexiga hiperativa. O blogue Na Bexiga Mando Eu – plataforma criada pela Astellas Farma que partilha conselhos para ter uma bexiga mais saudável – destaca 10 dicas práticas para não deixar que a bexiga o impeça de aproveitar este verão:

  1. Limite a ingestão de líquidos e o consumo de estimulantes (comida picante, café, chocolate, etc) umas horas antes de sair de casa e assim que chegar ao local verifique onde se localizam as casas de banho;
  2. Se vai a um evento público, vá à casa de banho assim que chegar, para evitar filas, e tente ficar numa zona próxima da casa de banho.
  3. Quando for comer fora, corte no consumo de bebidas alcoólicas, pois o álcool é um estimulante e pode agravar os sintomas de bexiga hiperativa;
  4. Se vai viajar de carro, verifique onde ficam as estações de serviço e planeie as paragens de forma a poder ir esvaziando a bexiga.
  5. Se vai viajar de transportes públicos ou avião, ao comprar os bilhetes reserve os lugares junto à casa de banho e faça check-in online;
  6. Em viagens longas, leve absorventes e uma muda de roupa;
  7. Se está a tomar medicação para tratar a bexiga hiperativa e vai de férias, certifique-se de que leva medicação suficiente para o período em que vai estar fora e continue a seguir os horários da sua toma;
  8. Para as férias, quando reservar hotel/hostel, certifique-se de que o quarto tem casa de banho privativa, para poder estar mais à vontade, especialmente durante a noite;
  9. Especialmente se sofre de noctúria (vontade de urinar durante a noite) certifique-se que não tem obstáculos no trajeto para a casa de banho.
  10. Não deixe de beber água para tentar conter os sintomas de bexiga hiperativa, pois pode ser contraproducente. A falta de ingestão de líquidos deixa a urina concentrada, o que irrita a bexiga e pode provocar espasmos e levar a perdas de urina;

“Se sofre de algum dos sintomas anteriormente descritos procure o seu médico assistente pois é possível tratar a bexiga hiperativa e ter mais qualidade de vida”, conclui o médico urologista, Dr. Paulo Temido.

Mais sobre a Bexiga Hiperativa

A bexiga hiperativa consiste numa contração ou aperto involuntário e repentino do músculo da parede da bexiga, mesmo quando esta contém um volume reduzido de urina.

As contrações involuntárias criam uma necessidade urgente de urinar, diminuindo o controlo que a pessoa tem sobre a sua bexiga.

Estas contrações dão origem a sintomas associados à bexiga hiperativa, tais como necessidade urgente de urinar, necessidade frequente de ir à casa de banho (oito ou mais vezes por dia, ou uma ou mais vezes por noite) e, em alguns casos, perdas acidentais de urina, por não se conseguir chegar a tempo à casa de banho.

“Na bexiga mando eu”

Uma plataforma online que conta com o apoio da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia  (http://www.nabexigamandoeu.pt/) que vem colmatar a falta de informação que existe sobre esta doença e o seu impacto na qualidade de vida dos doentes, bem como alertar a população para os sintomas com o intuito de reduzir o subdiagnóstico da doença. O portal dedicado a esta patologia é dirigido a doentes, familiares e todas as pessoas que sejam afetadas direta ou indiretamente por esta doença que é um dos problemas de saúde mais comuns por todo o mundo!

Sobre a Astellas Farma

A Astellas Farma é uma companhia farmacêutica comprometida com a melhoria do estado de saúde, a nível mundial, fornecendo as mais recentes e inovadoras terapêuticas. O foco da organização está na disponibilização de terapêuticas, ao nível de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e da comercialização de tratamentos eficazes, que melhorem a vida dos doentes, continuando a crescer de forma sustentada no seu setor. É uma das 20 maiores empresas farmacêuticas, que emprega cerca de 15 mil colaboradores em todo o mundo.

A Astellas está em Portugal desde 1967, conta com cerca de 50 colaboradores e focaliza-se nas seguintes áreas terapêuticas: Oncologia, Urologia, Transplantação e Anti-infeciosos.

Para mais informações sobre a Astellas visite www.astellas.com.pt/pt

Fonte: HK StrategiesBexigaMandoEu

 

Em portugal, há 27 casos de morte súbita por dia, representando 20% do total de todas as causas de morte, e os portugueses não estão aptos a aplicar manobras de reanimação cardíaca.  

 

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Criança, reforçamos o papel interventivo que estas podem ter na sociedade.

Em mais de metade dos casos de morte súbita fora do contexto hospitalar, não são aplicadas as manobras de Suporte Básico de Vida até à chegada dos paramédicos. Esta situação tem de mudar e, na opinião da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, é importante promover a formação dos mais novos, junto das Escolas, que devem dinamizar o ensino eficiente do Suporte Básico de Vida.

 

A Morte Súbita assume, nos dias de hoje, uma carga bastante pesada para a Cardiologia nacional, tendo mesmo sido considerada uma das prioridades desta área médica no nosso país. Por ano ocorrem aproximadamente 12.000 casos de paragem cardiorrespiratória em que são aplicadas as manobras de Suporte Básico de Vida. No entanto, em apenas 681 destes casos as pessoas chegaram com vida ao hospital.

Nos últimos anos têm sido cada vez mais comuns os episódios de morte súbita entre a população portuguesa, devido à preponderância dos fatores de risco, com impacto numa maior prevalência das doenças cardiovasculares. No entanto, a Morte Súbita pode surgir em pessoas aparentemente saudáveis e sem fatores de risco, não escolhe idades, e pode suceder em crianças e jovens em idade escolar. A morte súbita surge entre as primeiras três causas de morte em jovens!

 

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia frisa a importância de uma mudança de mentalidade, que se deve refletir nos currículos escolares dos nossos alunos. É, pois, da maior importância que se enraíze uma cultura de socorro nos mais jovens, que poderá depois persistir durante a vida adulta. Quando acontece um episódio de morte súbita, há apenas uns minutos para se poder agir, pelo que esperar por ajuda externa é, na maioria das vezes, fatal.

Numa altura em que, embora raros, continuam a acontecer casos de paragem cardiorrespiratória em escolas e outros estabelecimentos de ensino, é fulcral incutir nos jovens a noção de cidadania através de formação e do ensino de técnicas que podem ajudar a salvar vidas. Segundo dados do INEM, cerca de 95% dos casos de morte súbita que ocorrem fora do contexto hospitalar, acabam em óbito porque as pessoas não intervêm de imediato, esperando pela chegada de socorro.

 

 

 

 

É importante, por último, ressalvar que, de acordo com o Conselho Português de Ressuscitação,40% de todas as mortes antes dos 75 anos estão relacionadas com doença cardiovascular e que, destas, mais de 60% se deve a um episódio de Morte Súbita por doença coronária.
 
O Prof. João Morais, Presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, acredita que “há ainda muito a fazer neste âmbito e é importante começar a atuar junto dos mais novos".
O cardiologista acrescenta ainda que “as crianças são mais recetivas a este tipo de iniciativas e é importante que se tornem cidadãos responsáveis no futuro.”

 

 

Fonte: S ConsultingSocPortCardiologia