Vá-de-Viró | 33 anos

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Os “Vá de Viró” celebraram os seus 33 anos de identidade no palco do Teatro Lethes. O histórico Teatro Lethes, em Faro, recebeu, no dia 15 de março de 2026, o espetáculo comemorativo dos 33 anos de percurso artístico do coletivo musical Vá de Viró, numa apresentação integrada na programação cultural promovida pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve.

O concerto, marcado pela fusão de sonoridades tradicionais e contemporâneas, reafirmou a vitalidade e a singularidade de um grupo que, há mais de três décadas, se dedica à reinvenção da música de raiz.

Um percurso marcado pela experimentação

Fundado no início dos anos 1990, o Vá de Viró construiu uma identidade própria ao combinar músicas e letras tradicionais e étnicas com composições originais, explorando novas formas de expressão sem perder a essência que o caracteriza. Esta constante abertura à experimentação tem permitido ao grupo renovar o seu repertório ao longo dos anos, preservando simultaneamente a diversidade de influências dos seus membros.

O espetáculo no Lethes

Com uma duração aproximada de 70 minutos e destinado a públicos a partir dos três anos, apresentou um alinhamento que percorreu diferentes fases da história do coletivo, destacando a evolução estética e musical que marcou o seu trajeto. A sala principal do Teatro Lethes, um dos espaços culturais mais emblemáticos do Algarve, serviu de cenário para uma celebração que uniu tradição, contemporaneidade e memória artística.

Os intérpretes

O espetáculo contou com a participação de um conjunto alargado de músicos que integram o coletivo, entre eles André Lopes, Aníbal Madeira, Cláudia Matias, Igor Arrais, Jorge Semião, Marisa Mendes, Maria do Rosário Arenga, Patrícia Martins, Paulo Cunha e Paulo Girão. A diversidade de formações e influências destes intérpretes contribui para a riqueza sonora que caracteriza o Vá de Viró.

Uma celebração da identidade musical algarvia

Ao regressar ao palco do Teatro Lethes para assinalar mais um marco na sua história, o Vá de Viró reforçou o seu papel enquanto referência cultural da região. O concerto não apenas celebrou o passado do grupo, como também reafirmou a sua relevância no panorama musical contemporâneo, mantendo viva a ligação entre tradição, inovação e identidade artística.